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Agência especializada em artes visuais fatura R$ 2,7 milhões em ano de retração no mercado

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A pandemia acelerou o amadurecimento do mercado de arte brasileiro no que diz respeito a transição digital e ao universo de NFTs (non fungible token ou, traduzindo, tokens não-fungíveis). Um exemplo de empresa que vem se adaptando a este novo cenário é a Dionisio.Ag, agência full service especializada em arte que nasceu para unir empresas a artistas. Em 2021, ela apresentou crescimento de aproximadamente de 70%, fechando o exercício com faturamento superior a R$ 2,7 milhões.

No mês de agosto, a agência, que tem Caio Castro, Caito Maia (da Chilli Beans) e Carol Paiffer (da Atom S/A) no seu quadro de sócios, expandiu sua atuação no mercado artístico brasileiro e criou a Dionisio Store, um e-commerce voltado para colecionadores e amantes das artes. A primeira peça comercializada foi um print em fine art produzido pelo artista Pardal. Já a segunda obra, foi uma arte extremamente intimista criada por Clara Leff e disponibilizada em fine art e metacrilato. A Dionisio Store está preparando o próximo lançamento ainda para o começo deste ano e trará uma criação exclusiva que será assinada pelo artista Elvis Mourão.

Para Victor Barros, a arte foi fundamental no processo de comunicação das marcas nos períodos mais críticos da pandemia, principalmente no universo digital. “A arte foi uma ferramenta extremamente importante para a comunicação como um todo durante a pandemia. Houve um aumento na demanda por projetos artísticos mesclados com marketing por parte dos clientes que já estão aqui na casa e também de novos clientes que estão vendo, cada vez mais, a arte como ferramenta para gerar diferenciação e exclusividade para o consumidor e o público em geral.”, afirma o responsável pelos novos negócios da agência.

Em 2021, destacam-se alguns projetos. Entre eles, podemos citar a produção do zeppelin que voou nos céus do Rio de Janeiro feito em parceria com a Wieden+Kennedy para a Riot Games, com o objetivo de divulgar a série “Arcane” relacionada ao jogo League of Legends, a ação com a artista Crica Monteiro feita com a EnergyBBDO para a SEDA, marca da Unilever, que fez parte de uma ativação no reality show ‘A Fazenda’, da Record TV, além de duas empenas (fachadas de prédios) em formato de mídia OOH (out of home) pintadas para a Amazon, sendo uma para a Prime Video e outra para a Amazon Music, .

“As perspectivas para 2022 são as melhores possíveis. Se tudo correr bem, as coisas voltarão ao ‘normal’ e os eventos e ativações também terão um retorno meteórico, o que é uma oportunidade excelente para trabalharmos experiências, entretenimento e eventos com nossos clientes”, afirma Jean Paschalis, responsável pelo atendimento da agência.

Para 2022, uma das grandes novidades do grupo é a inauguração oficial da Dionisio House, um espaço localizado na Vila Madalena, em São Paulo, que será uma espécie de extensão ao Beco do Batman. A casa contará com uma área para exposições, eventos, experiências e um rooftop exclusivo, que apresentará uma grande surpresa ao público.

A receita da empresa advém de projetos voltados a street art, que representam cerca de 30% do faturamento bruto, além de outras frentes, como prestação de serviços para agências de publicidade, ilustrações, render, produções de vídeos, intervenções, eventos, exposições, intervenções, motion, 3D, fotografia, esculturas, live painting, pinturas em telas, projeções mapeadas e outras ações relacionadas ao universo da arte.

“Este ano foi desafiador devido às incertezas causadas pela pandemia, o que só torna o resultado obtido ainda mais satisfatório. Para o ano que vem, pretendemos ampliar nossas linhas de negócio através da expansão do nosso e-commerce, com a Dionisio House, um sonho que se tornará realidade, entrando forte no setor de NFTs e com projetos especiais que vão reforçar ainda mais nossa atuação no mercado da arte corporativa”, afirma Rafael Araujo, responsável pela parte de produção dos projetos.

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Gabriel Sotero lança agência NO.LAND com modelo adaptativo e conquista contas da Genera e ONGs globais

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O mercado publicitário brasileiro ganha uma nova operação com o lançamento da NO.LAND, agência fundada e liderada pelo criativo Gabriel Sotero, ex-VML e executivo de criação mais premiado do país no The One Show 2026. A nova empresa estreia no mercado já respondendo por projetos estratégicos, como o reposicionamento da Genera — marca de genética pertencente ao Grupo Dasa — e uma campanha integrada para as entidades ambientais globais Sea Shepherd, WildAid e Freeland.

Com 22 anos de trajetória, mais de 80 marcas atendidas e 150 reconhecimentos na indústria (incluindo Cannes Lions, Effie Awards, Clio Awards, D&AD e Clube de Criação), Sotero concebeu a agência com base no conceito de full specialist. A proposta visa superar a rigidez e os custos de organogramas tradicionais por meio de estruturas modulares e adaptativas, nas quais o fundador atua diretamente nas contas ao lado de times seniores especializados nas demandas setoriais de cada cliente.

“O contexto do mundo e o comportamento do consumidor mudam numa velocidade que não respeita organogramas. Uma agência que se apega ao próprio modelo envelhece junto com ele. A NO.LAND foi pensada para se adaptar aos desafios de cada cliente e de cada momento, trazendo toda a estrutura de que um grande anunciante precisa”, afirma Gabriel Sotero, fundador da agência.

No campo da tecnologia, a agência incorpora inteligência artificial, dados e automação do briefing à produção final, posicionando o critério humano e a excelência estética (craft) como contrapontos à homogeneização do conteúdo gerado por algoritmos. O posicionamento da marca sintetiza a ruptura de barreiras operacionais a partir da assinatura: “NO.LAND is not nowhere. It’s everywhere.”

“A IA é fundamental para ampliar possibilidades, reduzir custos e gerar velocidade. Mas a mesma tecnologia também criou um problema. Quando qualquer pessoa consegue gerar cem análises, cem planos de mídia e cem peças, o valor passa para quem sabe o que merece existir. É esse julgamento que uma marca contrata quando escolhe a NO.LAND”, complementa Sotero.

Com o novo modelo de negócios, a agência busca combinar agilidade operacional, inteligência de dados e ambição criativa para gerar diferenciação e impacto nos resultados financeiros de grandes anunciantes.

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LGL Case atinge marca de mais de 70 projetos em 2026 com foco na integração entre planejamento e produção de eventos

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A produtora de eventos e experiências de marca LGL Case consolidou sua metodologia operacional voltada à convergência entre planejamento estratégico e execução técnica no setor de live marketing. Em 2026, a empresa já contabiliza mais de 70 projetos corporativos de grande escala entregues, ampliando sua presença em ativações de marcas, eventos de negócios e produções com diferentes perfis de complexidade operacional.

O modelo de trabalho da companhia estrutura-se no alinhamento contínuo entre o desenho do escopo, a alocação de recursos, a gestão de prazos e a coordenação de fornecedores. A abordagem parte do princípio de que a viabilidade de uma produção depende da previsibilidade técnica construída ainda nas etapas iniciais, garantindo rapidez de resposta para ajustes de campo sem comprometer os cronogramas estabelecidos.

“Um evento não é bem executado apenas porque ficou pronto ou porque o resultado final corresponde ao que foi imaginado. Ele é bem executado quando existe coerência entre o que foi proposto, o que foi planejado e o que acontece na prática. Nosso trabalho é conectar essas etapas, antecipar desafios e tomar decisões que permitam transformar objetivos em entregas reais, com consistência do início ao fim”, afirma Gustavo Costa, CEO da LGL Case.

A operação abrange o acompanhamento direto de todas as fases da entrega, incluindo a análise das especificidades físicas dos espaços, a validação de estruturas técnicas e a supervisão das equipes envolvidas na montagem e desmontagem.

Com a sustentação desse fluxo integrado, a LGL Case projeta seguir expandindo seu portfólio no mercado de eventos, posicionando a precisão operacional e a coerência executiva como diferenciais competitivos para atender às demandas de grandes marcas.

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