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Adidas x Parley: corrida para acabar com os resíduos plásticos

Antecipando o Dia Mundial dos Oceanos, em 8 de junho, a adidas está lançando a parceria adidas x Parley para lutar contra a poluição. Através da parceria adidas x Parley, a marca está usando o poder do esporte como uma força transformadora, convidando o mundo a se unir e correr pelos oceanos mais uma vez.
De 28 de maio a 8 de junho, a parceria adidas x Parley no evento Corra Pelos Oceanos voltará pelo quarto ano. A corrida dá continuidade ao compromisso de enfrentar com urgência os devastadores níveis marinhos de poluição plástica nos oceanos.
Desde 2015, a adidas produziu mais de 30 milhões de pares de tênis usando Parley Ocean Plastic – resíduos plásticos interceptados em praias e comunidades litorâneas, impedindo que poluam os oceanos. Contudo, se houve avanço na jornada que leva a um futuro mais sustentável, ainda há trabalho a ser feito na redução da poluição plástica marinha.
A cada quilômetro corrido entre 28 de maio e 8 de junho usando o app adidas Running (Strava/Joyrun), adidas e Parley vão limpar o equivalente ao peso de 10 garrafas plásticas. A limpeza será até um total de 225.000 quilos de resíduos plásticos marinhos removidos de praias, ilhas remotas e litorais.
“Enquanto marca global, e como cidadãos globais, temos um grande papel a desempenhar na preservação dos oceanos e do nosso planeta. É nossa responsabilidade usar nossas plataformas, produtos e vozes não apenas nas campanhas de conscientização, mas também em medidas concretas que produzam resultados reais. Em questão de apenas três décadas, os oceanos podem conter mais plástico do que peixes se não agirmos agora – só a união e o trabalho em equipe poderão acabar com os resíduos plásticos, disse Alberto Uncini Manganelli, gerente esportivo de corrida e credibilidade da adidas.
Corra Pelos Oceanos adidas x Parley Run une milhões
Até hoje, a Corra Pelos Oceanos adidas x Parley Run já uniu mais de 3 milhões de corredores em todo o mundo, que juntos acumularam 25,5 milhões de quilômetros e captaram US$ 2,5 milhões para ajudar a Parley no desenvolvimento de suas iniciativas e programas educativos na luta contra a poluição plástica marinha. Em 2019, 92 escolas participaram do programa e funcionam agora como centrais de educação sobre o tema, além, de pontos de interceptação do plástico para a comunidade local.
“Mais do que uma corrida ou uma campanha de conscientização, a Corra Pelos Oceanos evoluiu para se tornar uma poderosa plataforma de impacto, que inspira e capacita milhões de pessoas em todo o mundo a se unirem em torno de uma meta comum, defendendo os oceanos por meio do esporte e reforçando o movimento da Parley graças a um movimento real, disse Cyrill Gutsch, CEO e fundador da Parley.
Como anunciado como parte da estratégia ‘Own the Game’, da adidas, em março (2021), a Corrida pelos Oceanos será ampliada para criar um espaço comunitário físico e digital mais inclusivo. Enquanto em 2025, a adidas tem como objetivo ter a participação cumulativa de 40 milhões de pessoas.
Participe da União na Corrida pelos Oceanos entre 28 de maio e 8 de junho ao se inscrever e rastrear suas corridas por meio do app adidas Running. Lembrando, que a cada quilômetro percorrido, a adidas vai limpar o equivalente ao peso de 10 garrafas plásticas até um máximo de 225.000 quilos.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Participação de vendedores americanos no volume de vendas internacionais do Mercado Livre quase triplica em 16 meses

A representatividade dos vendedores norte-americanos no volume bruto de mercadorias (GMV) transacionado via cross-border no Mercado Livre avançou de 8,7% em abril de 2025 para 25,9% em agosto de 2026. Os dados constam em um levantamento realizado pela JoomPulse, plataforma de inteligência e análise de dados baseada em inteligência artificial. O movimento ocorre em um cenário no qual os itens de origem internacional já equivalem a 45,9% do catálogo ativo da plataforma de e-commerce e a 77,5% dos novos anúncios publicados.
A movimentação financeira associada ao segmento dos Estados Unidos registra um valor médio por pedido de R$ 352,00 — cifra 4,8 vezes superior à média dos vendedores oriundos da China, fixada em R$ 73,00. Apesar do avanço norte-americano, a China e Hong Kong permanecem na liderança da modalidade, respondendo por 71,9% do GMV cross-border do marketplace.
O estudo da JoomPulse monitorou 12 mil unidades de manutenção de estoque (SKUs) no Mercado Livre entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, cobrindo categorias como brinquedos, joias e vestuário. O levantamento indica que o volume de anúncios internacionais que geraram conversão de vendas cresceu 83 vezes no período, enquanto o número total de pedidos desses produtos aumentou seis vezes.
O desempenho do segmento internacional transcorre de forma paralela às reformulações na tributação de compras importadas no país. A legislação que trata da isenção do imposto de importação para encomendas de até US$ 50,00 abrange 94,25% dos pedidos e 68,78% do GMV cross-border. Para transações entre US$ 50,00 e US$ 3 mil, cuja alíquota máxima passou para 30%, concentra-se uma fatia de 5,75% dos pedidos, mas que responde por 31,22% do volume financeiro. Devido ao ticket médio superior, os vendedores dos Estados Unidos concentram suas operações predominantemente nesta segunda faixa.
A análise da consultoria não identificou oscilações nos preços finais ao consumidor após as adequações fiscais. O valor médio dos pedidos situados na faixa entre US$ 30,00 e US$ 50,00 manteve-se estável em R$ 193,00 ao longo de todo o período observado.
No que tange às categorias específicas monitoradas pela legislação — como brinquedos, joias, cosméticos e vestuário —, a participação do comércio internacional sobre o GMV total dessas áreas não apresentou elevação no trimestre encerrado em agosto. Em brinquedos e hobbies, o índice passou de 2,50% em maio para 2,18% em agosto; em joias e relógios, recuou de 2,10% para 1,05%; em beleza e cuidados pessoais, alterou-se de 1,46% para 0,95%; e no segmento de calçados, vestuário e bolsas, passou de 0,47% para 0,38%.
As condições de logística e entrega também figuram como fator competitivo no setor. Nas compras abaixo de US$ 10,00 — faixa que engloba 48,37% dos pedidos internacionais —, apenas 0,1% dos anúncios de fora do país oferecem frete gratuito, ante 73,0% dos vendedores nacionais. Nas faixas de preço acima de US$ 30,00, a oferta de gratuidade no envio se equipara entre itens locais e importados. “Em maio, mostramos que o crescimento do cross-border no Brasil havia começado antes da reforma tributária”, afirma Ivan Kolankov, chief executive officer (CEO) da JoomPulse. “Agora analisamos qual segmento está crescendo mais rapidamente do que os demais. Os sellers precisam entender em qual faixa de preço e categoria entrar, a que preço e sob quais condições de frete. As condições tributárias mudaram, mas de forma diferente entre as faixas de preço, e apenas o analytics pode mostrar onde uma vantagem de fato surgiu. Monitoramos de perto cada tendência e queremos permitir que todos os sellers baseiem suas decisões em dados.”
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Gad lança sétima edição do Gad Insights com análise sobre o futuro do branding e a relevância das marcas

A consultoria de branding e design Gad’ apresentou a 7ª edição do seu estudo proprietário anual, o Gad Insights 2026. A pesquisa analisa as transformações no comportamento do consumidor ao longo do último ano e sintetiza suas conclusões em dez diretrizes direcionadas a apoiar empresas nas tomadas de decisão de gestão de marca e posicionamento de mercado.
Sob o tema “O Desafio da Relevância – Como continuar importando em um mundo indiferente?”, o relatório deste ano contextualiza um cenário marcado pelo avanço tecnológico, pela saturação de conteúdos e por um público mais impaciente. O levantamento argumenta que o atributo da diferenciação isolada perdeu eficiência, exigindo que as marcas demonstrem utilidade e propósito prático na rotina de seus públicos. “Em um mundo de alternativas abundantes, ser diferente não garante ser importante. É preciso considerar os consumidores em sua complexidade e construir experiências capazes de devolver sentido em um presente fragmentado. O report de 2026 mostra que ter uma marca forte talvez já não resolva todo o problema”, destaca Luciano Deos, chief executive officer (CEO) do Gad’.
A publicação anual, iniciada em 2020, já abordou tópicos como as reconfigurações de consumo na pandemia, a reputação corporativa e o storydoing em 2022, o conceito de marcas inteligentes em 2023, o fenômeno do overbranding em 2024 e a busca pelo resgate das origens das empresas em 2025.
Na edição atual, a pesquisa mapeia vetores de transformação no mercado global. O documento aborda a busca por autenticidade frente à padronização de materiais via inteligência artificial, o combate ao chamado FOMO corporativo — a tendência de marcas perseguirem movimentos passageiros sem sinergia estratégica — e a ascensão do Generative Engine Optimization (GEO), em resposta ao dado de que 58% dos consumidores globais utilizam IAs generativas em substituição aos buscadores tradicionais. “Vivemos a passagem de uma economia da atenção para uma economia da impaciência. Isso atravessa o consumo, mas também nossa relação com trabalho, conhecimento, entretenimento e até com outras pessoas. Diante de um mercado com tantas alternativas, ninguém quer mais ficar preso a algo, e a lealdade às marcas precisa ser reconquistada todos os dias”, observa Deos.
O estudo traz ainda recortes populacionais e econômicos, citando dados da empresa de arquitetura e design Gensler de que entre 15% e 20% da população mundial é neurodivergente, o que exige adaptações sensoriais no varejo físico. O levantamento destaca também a expansão da silver economy, voltada ao público com 60 anos ou mais — segmento que movimenta US$ 4,2 trilhões anualmente no mundo —, e aponta um estudo da BALT indicando que 77% dos consumidores brasileiros exigem evidências concretas para validar compromissos socioambientais anunciados pelas empresas. “Ser relevante hoje é resolver uma necessidade; continuar sendo relevante amanhã exige reconhecer que aquela mesma pessoa terá outro corpo, outra família, outros projetos e outras prioridades. O desafio é construir uma marca capaz de acompanhar essas mudanças, sem gerar dependência ou presumir que sua presença será imutável”, finaliza Deos.








