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Acer supera os limites dos jogos 3D

A Acer anuncia uma importante atualização no SpatialLabs TrueGame, o aplicativo de jogos 3D sem óculos, com a adição de um modo 3D Ultra. O novo recurso oferece aos gamers a experiência máxima em jogos 3D com a renderização estéreo aprimorada, que projeta imagens com profundidade e geometria 3D realista. O SpatialLabs TrueGame foi projetado para os gamers que adoram explorar e se aventurar com jogabilidade imersiva, atuando como um meio para explorar e experimentar novas realidades quando eles partem em busca de tesouros e glória.
A nova atualização também inclui o 3D Sense, uma coleção de configurações de efeitos estéreo 3D para corresponder às preferências dos gamers em termos de detalhes visuais, efeitos e intensidade de profundidade 3D. O TrueGame permite que o jogo seja apresentado de uma maneira personalizada para os diferentes gamers e continua oferecendo suporte a títulos de jogos, com novos perfis adicionados a cada mês, incluindo a atual lista de títulos AAA e os top clássicos que os usuários podem desfrutar em toda a sua glória 3D.
“O desenvolvimento de jogos é uma forma de arte, que convida os desenvolvedores a materializar seus sonhos em mundos 3D incrivelmente realistas e encantadores. É uma empreitada que requer um enorme investimento de tempo e criatividade”, diz Jerry Kao, Co-COO da Acer Inc. “As experiências de visualização dos gamers de hoje são muito limitadas com os dispositivos de exibição 2D. Isso muda com o SpatialLabs TrueGame, pois continuamos a expandir a experiência de jogos 3D adicionando o 3D geométrico completo e liberando o poder da tecnologia 3D estereoscópica”.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







