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Acer dá dois meses de pizza grátis na compra de notebooks gamers

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Acer dá dois meses de pizza grátis na compra de notebooks gamers

Ação de Acer em parceria com Uber Eats está disponível para quem adquirir algum dos quatro modelos gamers elegíveis

Quem comprar um notebook gamer com processadores Intel Core até o dia 30 de outubro ganhará dois meses de pizza grátis da Acer toda semana. A novidade está disponível para compras de produtos elegíveis pela loja online oficial da marca e vai garantir o resgate de vouchers do Uber Eats por 8 semanas consecutivas.

O objetivo da campanha é “matar” a fome e recarregar as energias daqueles que ficam por horas jogando em frente ao computador – e que não podem perder tempo durante as partidas.

“A Acer tem como uma de suas prioridades o público gamer, e tem levado isso para além dos produtos. Consideramos também o estilo de vida destes consumidores e da comunidade e, por isso, pensamos no Dia da Pizza”, afirma Caroline Raimundogerente sênior de marketing da Acer do Brasil.

Como participar?

A promoção vale para quem adquirir os modelos PH315-53-75N8 e PH315-53-75NL do Acer Predator Helios 300, desenvolvidos especialmente para os gamers. Além deles, quem comprar os modelos elegíveis AN515-54-574Q e AN517-52-56PR da linha Aspire Nitro 5 também pode participar da promoção.

Após sete dias do recebimento do produto em casa, o usuário deverá acessar o site da promoção, clicar em “Cadastro” e preencher o formulário. É importante lembrar que este processo deverá ser realizado até 30 dias após o recebimento do dispositivo. Depois desta etapa, o cadastro será validado em até cinco dias úteis e o cliente receberá seu primeiro voucher do Uber Eats por e-mail para o resgate da pizza.

Vale destacar que o voucher não é cumulativo, ou seja, ele deverá ser utilizado para a semana a qual é direcionado e que o consumidor deve resgatar e utilizar os demais vales semanalmente. A cobertura regional da ação, bem como demais condições, devem ser consultadas no regulamento no site oficial da promoção.

 

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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