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A Revolução dos Marketplaces aplicada ao setor de mídia digital

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Pois bem, imagine então um grande shopping center, onde os veículos de publicidade abrem suas lojas. Expõem em suas vitrines, suas formas e formatos de publicidade. Pelos corredores temos anunciantes e agências visitando em busca de targets, oportunidades e resultados diretos sem meias palavras, ou seriam meios números…? Acham o que procuravam, saem da loja do veículo com os produtos na sacola, com pedidos de inserção com todos valores descritos, e ainda garantia de 30 dias. Não precisa imaginar , esse é o conceito do MediaKitLabs.

Dos co-fundadores Gustavo Morale, Marco Aurélio Santos e Raphael Carrondo, ex-HOTWords, dedicaram a plataforma mais de 5 anos de estudos, planejamento, desenvolvimento, experiências com anunciantes e muitas conversas com profissionais do mercado de marketing nacional e do exterior, além do escritório no Brasil a empresa está presente também no Reino Unido.

"Resolver o quebra-cabeça do setor digital é algo que continua fazendo parte de nosso olhar empreendedor. As grandes plataformas que definem as principais práticas de investimentos no mercado digital de hoje seguem como tática essencial para anunciantes de todos os tamanhos, mas possuir alternativas para crescimento sustentável segue como desafio para anunciantes e publishers. –  conta Gustavo Morale.

O grande anunciante vive com o dilema: Como crescer organicamente (ou exponencialmente) sem depender apenas dos gigantes do setor? Além de haver muitos veículos mal remunerados, e anunciantes marginalizados que não conseguem ter um serviço premium de consultoria e atendimento, não possuem a a estratégia de negócio, know-how e ferramental para construção de sua rede de embaixadores e publishers. E sabem como essas atividades são essenciais para atingir metas e crescimento sustentável, ainda mais no durante e pós pandemia”. Foi pensando nesse escopo que colocamos o MediaKitLabs em desenvolvimento” – finaliza o empresário.

A frente do escritório brasileiro estará como Country Manager, Marcelo Camargo, um dos pioneiros do mercado digital no país, com quase 25 anos de atuação, tendo passado por grandes agências, veículos e anunciante. “Lá no começo quando era “tudo mato” a gente capinava para conseguir uma verba…Hoje não há mais marketing digital, e sim apenas marketing. Atividades de ATL e BTL integradas e a cada dia mais inteligente na forma de captar e tratar dados de campanha. Portanto ter marktechs como o MediaKitLabs na forma de parceiro de negócios é essencial no planejamento de marketing. Deixe a tecnologia trabalhar para você.” declara o profissional.                                                                     

A plataforma além de oferecer as mais diversas possibilidades de compra de mídia, ainda oferece ao anunciante criar sua rede de afiliados proprietária da marca podendo ser oferecido custo por aquisição aos influenciadores, de maneira rápida e transparente. 

Sobre modelo de monetização, o veículo não paga nada para se cadastrar. O anunciante tem oferta de pacotes de serviços para contratar e conta com 30 dias de free trial para utilizar o serviço,o qual não recebe nenhum fee entre transações. Pedidos de inserção podem ser gerados ou enviados pelo sistema que terá os dados do veiculo para pagamento das inserções. Transparência é um dos valores defendido pela empresa.

Entre os parceiros exclusivos da marktech está a www.instafiltro.com, empresa que desenvolve ativações em realidade virtual para Instagram Stories e Reels, tem em seu portfólio o sucesso da ação “O Pai tá On” produzida para a Turner Brasil envolvendo o jogador Neymar Jr na final da Champions Leage que gerou organicamente mais de 100 milhões de views em 10 dias e altíssimo engajamento com top influenciadores.

Matéria publicada no portal de notícias ADNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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