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A aquisição do Twitter por Musk realmente vai atrapalhar os negócios digitais?

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image source – https://pixabay.com/photos/twitter-screen-social-telephone-1795652/

O mundo digital é cheio de “novidades” que nem sempre as pessoas conseguem acompanhar em tempo real. Algumas parecem envolver apenas um tipo de evolução natural da tecnologia e não representam polêmica nenhuma, no entanto, outras dão o que falar. Ao público de forma geral, cabe saber apreciar os prós e os contras dessa evolução.

Há as novidades que não são tão pacíficas, como é o caso da mais recente aquisição multimilionária de Elon Musk do Twitter. Musk, por si só, é uma figura já envolvida em polêmicas suficientes para uma vida inteira, mesmo assim, o gênio não se cansa e parece não ter medo de começar novas situações que dão cada vez mais o que falar, por exemplo, quando decidiu iniciar a sua “chefia” na nova empresa demitindo alguns funcionários do Twitter.

Além das polêmicas internas envolvidas na aquisição de Musk, muito se tem questionado nos últimos tempos sobre o futuro dos mercados digitais. Melhor dizendo, há algum receio de que a nova gestão do Twitter possa impactar de alguma forma os negócios digitais de uma forma geral na internet. Acompanhe mais alguns pontos sobre este tópico e tire as suas próprias conclusões!

Cassinos online: a prova de que os negócios digitais não estão com os dias contados

Há quem pense por alguns momentos que os negócios digitais podem estar perto do fim, e para estes, um exemplo pode provar exatamente o contrário: os cassinos online. A expansão dos cassinos online, que contam com várias opções para o público e têm remodelado o mercado do entretenimento, mostra que ainda há muitos espaços para os negócios na internet. Já é possível que qualquer pessoa aproveite o melhores Blackjack nos cassinos sem que para isso precise sair de casa, o que é uma completa revolução.

Com um mercado tão promissor desse jeito, é muito pouco provável que qualquer motivo possa destruir a forma como as pessoas fazem negócio hoje em dia, mesmo que haja muitas polêmicas envolvidas, como é o caso da aquisição do Twitter por Musk.

O que ainda vem por aí?

Por sorte, os negócios digitais ainda estão só no começo, e mesmo que algumas pessoas acreditem que o melhor já passou, essa premissa, além de alarmista, é equivocada, afinal o futuro está cheio de boas opções que prometem alavancar o mercado. Isso porque com a chegada de opções como o Metaverso, uma nova revolução vai acontecer, e só não haverá espaço para aqueles que não estiverem dispostos a se adaptar para uma nova tendência que tem tudo para conquistar cada vez mais o público. A compra do Twitter por Elon Musk, frente a todo o resto da evolução que a tecnologia promete, será apenas uma pequena gota no meio de um oceano no qual boa parte dos brasileiros irá navegar nos próximos anos.

Mas… e o futuro do Twitter?

O Twitter tem um grande peso no mercado digital, contando inclusive com a presença de algumas marcas que aproveitam a plataforma para interagirem com os seguidores e participar das trends do momento. Por isso, é óbvio que uma mudança em relação às regras e aos termos de utilização da plataforma teria um impacto grande em todos os negócios digitais. Os mais extremistas poderiam optar por deixar a plataforma, como foi o caso de algumas pessoas menos afeitas a Musk depois da sua aquisição.

Mesmo assim, por mais “excêntrico” que Musk possa ser, ele é um visionário e um homem de negócios. Desta forma, é pouco provável que qualquer mudança drástica aconteça no Twitter pelos próximos tempos, para a felicidade geral dos usuários. Musk sabe que o seu nome está diretamente ligado a muitas outras empresas e que para garantir a segurança e o futuro dos seus negócios de uma forma geral, precisa cuidar da reputação das suas ações, ou o resultado disso é uma quebra direta do seu capital — que tem sido cada vez mais investido em empresas pioneiras no mercado, por exemplo, da mobilidade elétrica, caso da Tesla.

Polêmica desde o início

Desde antes de o negócio ser concretizado, muitas polêmicas envolviam a compra do Twitter pelo Gênio da Tesla e da Space X. Isso porque Elon Musk tinha muitos pré-requisitos para a aquisição, que por sinal parece não ter sido aprovada em unanimidade pelas lideranças do Twitter e nem por todos os adeptos da Tesla, por exemplo. As ações da Tesla na bolsa de valores oscilaram de forma significativa na época da aquisição, o que mostrava alguma instabilidade na opinião dos acionistas. O que começa confuso, tende a continuar confuso, e neste caso não foi diferente, mesmo assim, não é preciso chorar pelo leite derramado: os negócios digitais vão muito além do Twitter!

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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