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Camarote Brahma reposiciona marca com foco em experiência premium

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Referência em hospitalidade premium no universo sertanejo, o Camarote Brahma anuncia um rebranding completo de sua identidade visual e verbal, com foco em consolidar sua liderança no entretenimento de alta experiência. Assinado pela CoolerDVT , agência de comunicação do Grupo DVT, e executado em parceria com a Ambev, o reposicionamento busca consolidar o espaço da marca como o destino máximo de sofisticação, experiência e pertencimento no circuito dos grandes eventos sertanejos do país.

Desenvolvido integralmente pela Diverti, produtora do Grupo DVT e responsável pela Camarote Brahma em todo o Circuito Sertanejo, o projeto marca um momento estratégico de renovação, com foco em diferenciação de marca e ampliação de mercado. “O público hoje busca experiências memoráveis, sofisticadas e com conexão emocional. O Camarote Brahma sempre foi referência nesse sentido. O rebranding vem para reafirmar essa posição e abrir novas possibilidades criativas e de negócio”, afirma Gui Marconi , sócio da Diverti.

O projeto foi conduzido em três meses, com uma jornada que envolveu desde imersões e workshops criativos até testes de metas e ajustes finos de execução. Um dos pilares da nova identidade é o conceito “A cremosidade no topo da festa”, que associa o universo da cerveja e do chopp à proposta de experiências elevadas do Camarote Brahma. Elementos como o chapéu, ícone do sertanejo contemporâneo, e o lettering texturizado, que remete à espuma da Brahma, reforçam uma identidade visual.

“Trouxemos inspirações do universo da moda da alta costura e da ousadia estética de festivais como Glastonbury e Stagecoach para compor um visual que exala exclusividade, sem perder o DNA popular da marca”, explica Pablo Manzotti, diretor executivo de criação da CoolerDVT.

Peça central da experiência, a camiseta foi reformulada com grafismos que remetem à espuma da cerveja e ao ritmo da festa. A fotografia e o tom de voz adotam a linguagem dos editoriais de moda, reforçando o desejo aspiracional de pertencer ao universo Brahma. “O maior desafio foi equilibrar sofisticação e acessibilidade. O resultado é um storytelling visual autêntico, com consistência em todos os pontos de contato”, completa Victor Carvalho, diretor de criação da CoolerDVT.

 

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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