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Campanha de aniversário do Clube Hurb demonstra a paixão dos afiliados por viajar

Em setembro, o Hurb – empresa de tecnologia que possui uma plataforma de viagens online – celebra o 4º aniversário do Clube Hurb, programa gratuito de afiliados que atuam na revenda de pacotes, hotéis e atividades da companhia. Em comemoração à data, a empresa irá enfatizar a paixão dos afiliados por viajar. A cada semana, um personagem terá suas histórias e experiências reais compartilhadas nas redes sociais e no site do Clube. Além disso, a campanha conta com ofertas exclusivas disponíveis para quem é afiliado compartilhar com o seu grupo de viajantes.
Consolidado no Hurb, o programa para afiliados tem cada vez mais destaque dentro da empresa e hoje reúne mais de 500 mil pessoas que demonstram sua paixão, carinho e cuidado ao compartilhar conteúdos e dicas de suas viagens. Neste projeto, pessoas acima de 18 anos podem atuar de qualquer lugar do mundo, ganhando uma renda extra através da revenda de ofertas disponíveis no site e no aplicativo da empresa.
A primeira semana do programa começa contando a história de Jéssica Sales, uma das grandes vozes do Clube Hurb. Histórias de outros três personagens serão compartilhadas a cada semana do mês de setembro. Os vídeos estarão disponíveis em todas as redes sociais do Clube Hurb e, também, na página do programa. Haverá dicas para quem deseja curtir um cenário diferente, para aqueles que gostam do calor ou do frio, pessoas que admiram e focam na gastronomia local e para os viajantes que gostam de explorar a cultura da cidade.
“Esse é o primeiro aniversário do Clube após o rebranding, movimento que acabou por entregar um produto simples, inovador e tecnológico, permitindo autonomia profissional e garantia de liberdade financeira aos membros. Nossa cultura de trabalho reforça o cuidado que temos com as pessoas e demonstra as oportunidades construídas pelo Hurb para os afiliados trabalharem em um negócio que pode complementar a renda ou se reverter em uma realização pessoal e profissional”, explica Vivian Bittencourt, líder do Clube Hurb.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








