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Futuriojo é a nova campanha da NISSIN FOODS DO BRASIL

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Futuriojo é a nova campanha da NISSIN FOODS DO BRASIL

Para reforçar o conhecimento dos consumidores sobre os 11 sabores da linha NISSIN Lámen, a empresa lança a campanha “Futuriojo”. Com bom humor e irreverência, os filmes trazem a astróloga Márcia Sensitiva para ler o futuro de clientes no caldo de miojo – uma analogia com a leitura da borra de café.

Criados pela dentsumcgarrybowen, os dois episódios relacionam o 11, considerado o número perfeito nos campos místico e da espiritualidade por carregar o poder de dois números iguais, com a quantidade de sabores da linha.

“O objetivo da campanha é destacar o portfólio de miojo, além de manter a proximidade com os consumidores e fãs da marca utilizando referências que fazem parte do universo deles”, comenta a gerente de Marketing da NISSIN FOODS DO BRASIL, Ana Fossati.

Nos dois filmes da campanha, SenseMárcia, como também é conhecida, atenderá dois clientes, dando-lhes conselhos de uma forma única, que somente ela é capaz de oferecer.

“Além do trabalho com clarividência, mediunidade e astrologia, a também escritora Márcia Fernandes se tornou conhecida na internet pelos memes. Logo, é uma referência que o público da NISSIN conhece e tem total afinidade com a autenticidade das campanhas da marca”, explica Filipe Cuvero, VP de criação da dentsumcgarrybowen.

A nova campanha digital será veiculada nas redes sociais Facebook, Instagram e YouTube, além de utilizar a estratégia do marketing de influência, com alguns influenciadores, que têm um perfil descontraído e bom engajamento com seus seguidores.

Ficha Técnica
Anunciante: Nissin
Título: FUTURIOJO
Produto: Lámen
Agência: DentsuMB
VP de criação: Filipe Cuvero
Diretor de criação Executivo: Kojiro Tanoue
Diretor de Criação: Murilo Torezan
Diretor de Arte: Eduardo Ataide
Redatora: Nathalie Lourenço
RTVC: Juliana D’Antino, Indaiara Pelizario.
Conteúdo: Mariana Rudzinski, Viviane Frohlich e Larissa Santos
VP de Atendimento: Bruno Panico
Atendimento Nissin: Davi Raposo, Bruno Lira, Liza Rebechi.
Diretora-Geral de Mídia: Viviane Maurman
Mídia: Isabella Rosati e Vanessa Farina
Aprovado por (cliente): Yosuke Kawai, Yoshimi Miura, Ana Fossati, Rodrigo Vencerlau e Tatiana Curi.
Produtora de Imagem: Ça Va Art
Direção: Hymalayas
Direção de Fotografia: Vitor D’angelo
Produção Executiva: Claudia Stancev
Coordenação de Produção: Marina Guglielmo
Coordenação de Finalização: Larissa Lima
Montador: Santiago Paestor
Color: Acauan
Pós-Produção: Santiago Paestor
Produtor: Paulinho Corcione
Criação: Paulinho Corcione e equipe
Atendimento: Dani Celer
Coordenação de produção: Dudu Missono e Letícia Oliveira
Mixagem e Finalização: Equipe Lucha Libre Áudio

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

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A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.

Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.

A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.

Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.

Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.

O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.

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