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Comercial da ONG Banco de Alimentos une os dois países: o Brasil que desperdiça e o Brasil que passa fome

Para celebrar 23 anos de existência, a ONG Banco de Alimentos convidou a Conteúdos Diversos, produtora audiovisual signatária da Rede Brasil do Pacto Global, para realizar um comercial que chamasse a atenção da sociedade brasileira para uma estarrecedora realidade: existe um Brasil que desperdiça 27 milhões de toneladas de comida por ano enquanto em outro Brasil, 117 milhões de pessoas estão em situação de insegurança alimentar.
A realização “pró-bono” conta com criação de Marcelo Machado e Direção de Paula Galacini; o filme “DOIS PAÍSES” apresenta uma montagem rápida de cenas com pessoas em situação de insegurança alimentar, e imagens de desperdício de comida, sobrepostas por letreiros em motion graphics que revelam os números desta dura realidade e apresentam um país onde a fome é uma questão de sobrevivência e outro país onde a fome é uma questão de consciência.
Fundada em 1998, a ONG Banco de Alimentos é uma associação civil que recolhe alimentos que já perderam valor de prateleira no comércio e indústria, mas ainda estão perfeitos para consumo, e os distribui onde são mais necessários.
Só na pandemia arrecadou mais de cinco milhões de quilos de alimentos impactando 1.375.000 pessoas!
“Sempre disse que somos nós mesmos que fazemos a realidade à nossa volta. Venho, há anos, combatendo a fome e o desperdício de alimentos em um clima de perseverança e atitude construtiva, alertando e educando sobre o papel de todos na construção da realidade que queremos ter. A fome mata, mas a indiferença que a causa mata mais.” –
Luciana C. Quintão, Economista – Fundadora e Presidente da ONG Banco de Alimentos.
O produtor audiovisual Sérgio Lopes conheceu Luciana Quintão em 2016, quando estabeleceram uma parceria de conteúdo para produzir o documentário Cultura do Desperdício – por uma sociedade mais consciente – (Globosat e TV Cultura) que trata de consumo e desperdício usando alimento como pano de fundo e contou com direção de Paula Galacini.
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Nestlé implementa novo modelo global de marketing no Brasil para acelerar crescimento e conexão cultural

A Nestlé deu um passo decisivo na atualização de sua estratégia global ao realizar, neste mês de março, o rollout do Brand Building the Nestlé Way (BBNW) no mercado brasileiro. A nova abordagem, que orienta as práticas da companhia em mais de 180 países, visa acelerar o crescimento orgânico e fortalecer o equity das marcas por meio de um modelo que integra ciência de dados, agilidade operacional e uma profunda conexão com a cultura contemporânea.
A evolução marca uma transição estrutural na gigante do setor de alimentos: a saída de uma lógica centrada em campanhas isoladas para a adoção de um framework de crescimento unificado. Este modelo conecta estratégia, produto, preço, distribuição e comunicação de forma indissociável. “Estamos em um ponto de virada. Marcas tradicionais carregam carinho, confiança e credibilidade, mas também podem se conectar à cultura atual. O impacto do marketing hoje depende da capacidade de unir essas marcas à relevância cultural”, afirma Tilman Moe, head de marketing da Zona Américas da Nestlé.
A estratégia brasileira, sob o comando de Ionah, vice-presidente de marketing, comunicação corporativa & ESG da Nestlé Brasil, foca na qualidade das decisões e na clareza de prioridades. “Isso passa por foco nas marcas com maior potencial e uso cada vez mais estruturado de dados para orientar estratégia e investimento”, explica a executiva. O novo modelo operacional aposta no uso intensivo de analytics e inteligência artificial, além de um ecossistema mais fluido com criadores de conteúdo e parceiros criativos.
O BBNW se sustenta em quatro pilares fundamentais: superioridade, valor, visibilidade e comunicação. Essas alavancas orientam desde a inovação do portfólio até a presença física e digital nos pontos de venda. Segundo Ionah, o marketing agora é um esforço coletivo: “Quando conectamos dados, criatividade, cultura e execução de modo consistente, conseguimos responder mais rápido ao consumidor e gerar impacto real para o negócio”.
A disciplina na gestão de investimentos também ganha novos contornos com a introdução de uma geração inédita de KPIs (Key Performance Indicators). Além das métricas financeiras tradicionais, a Nestlé passa a mensurar a experiência de marca, a execução criativa e a capacidade de gerar impacto cultural. A escolha do Brasil como um dos primeiros mercados a receber a nova versão do modelo reitera o papel do país como um dos principais polos de inovação e marketing da companhia globalmente.
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Cenoteka expande portfólio com quatro novas agências e projeta dobrar de tamanho em 2026

A Cenoteka, empresa especializada em cenografia que vem ganhando tração no mercado de live marketing, acaba de anunciar a chegada de quatro contas de peso ao seu portfólio: as agências Atenas, Carbono, People e TSBEtc. Para os novos clientes, a companhia atuará no desenvolvimento de soluções integradas que abrangem desde a concepção estratégica até a produção e implementação de estruturas inteligentes, desenhadas para elevar a experiência de marca no ambiente físico.
O movimento reflete o posicionamento da Cenoteka em tratar a cenografia não apenas como um suporte operacional para eventos, mas como uma plataforma de comunicação estratégica capaz de gerar valor e diferenciação competitiva. Contando com equipe e galpão próprios, a empresa aposta em um modelo de negócio que hibridiza a robustez da produção cenográfica com a inteligência de planejamento característica das agências.
De acordo com Milene ViSo, CEO da Cenoteka, a proposta é ressignificar a entrega técnica no setor. “Redesenhamos o papel da cenografia no ecossistema de marketing. Não entregamos apenas estruturas, mas experiências de marca que geram valor. Unimos capacidade produtiva a uma visão de planejamento, garantindo que o espaço físico deixe de ser um cenário para se tornar protagonista da estratégia com uma premissa clara: a inteligência de agência aplicada à execução técnica é o que transforma espaços em ativos de comunicação”, explica a executiva.








