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Assaí lança nova fase de campanha institucional para reforçar afinidade da marca com o dia a dia dos brasileiros

O nome Assaí significa sol nascente. E, para reforçar como está cada vez mais próximo de seus clientes e colaboradores, o Assaí Atacadista lança uma nova fase de sua campanha institucional para reforçar a afinidade da marca com o dia a dia dos brasileiros. O filme de 60’’evidencia os números de uma empresa em acelerada expansão que, como em cada amanhecer, contribui para que milhares de brasileiros continuem escrevendo as suas próprias histórias.
Com criação da agência BETC/Havas, o filme tem versões de 60 e 30 segundos e dá sequência ao conceito “Valores que se renovam todos os dias”, lançado em dezembro do ano anterior, e que é a primeira campanha institucional da rede atacadista. Esta nova fase da campanha institucional será desdobrada, ainda, com filmes para TV aberta e fechada, mídia impressa (jornais e revistas) e exterior, portais de notícias e especializados em finanças e investimentos, além de peças para o meio digital.
Entre os principais diferenciais destacados, está a proximidade com cada vez mais brasileiros. Somente nos últimos seis anos, o Assaí mais que dobrou a sua presença no território nacional e saltou de 77 unidades para as atuais 184. Hoje, o Assaí está presente em todas as regiões brasileiras, em 22 Estados e no Distrito Federal, alcançando mais de 100 municípios. A campanha tem, ainda, o objetivo de mostrar a participação do Assaí na vida dos micro, pequenos e médios empreendedores e das famílias brasileiras. Assim como reforçar que a marca é parceira dos clientes em momentos desafiadores e trazer as ações sociais e sustentáveis da empresa. Diferenciais que se refletem em premiações como a eleição popular que elegeu o Assaí a marca mais admirada pelos brasileiros em 2020, no ranking Melhores e Maiores, promovido pela revista Exame.
“Assim como em cada amanhecer, o Assaí está diariamente escrevendo novos capítulos de sua história junto com a de milhares de brasileiros. Somos um dos atacadistas que mais cresce no Brasil – nos últimos seis anos mais que dobramos a nossa presença no país. Junto com os grandes números de crescimento, evolui também a nossa relação com os clientes e a contribuição para os micro e pequenos empreendedores que se abastecem diariamente em nossas lojas”, explica Marly Yamamoto Lopes, Diretora de Marketing do Assaí Atacadista. “Com este novo filme, reforçamos a proximidade entre o Assaí e o dia a dia dos brasileiros, destacando o quanto a marca permanece ao lado de seus clientes e colaboradores como um grande parceiro – ajudando-os em suas jornadas”, completa a executiva.
A ação também enfatiza os valores e pilares essenciais do Assaí, além de trazer números importantes sobre a operação da empresa no Brasil – como estar entre os dez maiores empregadores do país, com mais de 50 mil colaboradores; ser a 23ª companhia mais valiosa do país; e ter a Universidade Assaí, com mais de 3.600 cursos de capacitação aos funcionários, como um pilar da valorização dos colaboradores.
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Engenharia de dados torna-se a “espinha dorsal” para combater ROIs ilusórios no marketing digital

No ecossistema do marketing de performance, um cenário de “fantasia” tem se tornado comum nas apresentações de resultados: a Meta reivindica 50 conversões, o Google Ads exige crédito por outras 40 e o TikTok por mais 30. No entanto, o sistema de e-commerce revela a realidade fria do caixa com apenas 80 vendas efetivas. Esse fenômeno, causado pela sobreposição de atribuição onde diferentes plataformas clamam para si o mesmo cliente, é o desafio que a engenharia de dados busca resolver ao estabelecer uma Single Source of Truth (Fonte Única de Verdade).
Para Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em marketing orientado por dados, esse desalinhamento é um risco estrutural que pode levar empresas a tomarem decisões baseadas em custos de aquisição maquiados. “Operações que crescem rápido tendem a quebrar primeiro na mensuração. Quando a base de dados é inconsistente, qualquer tentativa de otimização vira um chute”, alerta o executivo.
A solução para evitar que o marketing opere em um vácuo de realidade está na construção de uma arquitetura de mensuração robusta. Isso envolve estruturar como os dados são coletados e organizados ao longo de toda a jornada do usuário, garantindo que o clique de terça-feira no Instagram e a busca no Google na quinta-feira sejam compreendidos como parte de um único caminho de conversão.
Um dos conceitos centrais apresentados por Bohn é o tracking, o rastreamento técnico das interações por meio de eventos padronizados. Quando ações como visitas, installs ou preenchimento de formulários são organizadas sob regras claras, a empresa ganha consistência na leitura de dados. A criação de uma single source of truth consolida essas informações em um ambiente confiável, eliminando as discrepâncias entre o que as ferramentas de anúncio dizem e o que a conta bancária da empresa mostra. “Esse processo costuma incluir verificações sistemáticas para garantir a qualidade e a integridade das informações coletadas”, aponta o sócio da Elementar Digital.
Além disso, a rastreabilidade ponta a ponta permite mapear as chamadas micro-conversões — etapas intermediárias como adicionar um produto ao carrinho ou assistir a um vídeo. Esse mapeamento detalhado identifica gargalos no funil de vendas com precisão cirúrgica, permitindo ajustes que realmente impactam o resultado final.
Em um mercado cada vez mais competitivo, a capacidade de confiar nos próprios números separa as operações perenes daquelas que colapsam sob o peso do próprio crescimento. Para o especialista, a engenharia de dados é o herói invisível por trás das campanhas de sucesso. “O que separa operações que escalam daquelas que colapsam não é o volume de investimento, mas a capacidade de confiar nos próprios dados. Sem isso, não existe decisão inteligente. A engenharia de dados não aparece no criativo nem na campanha, mas é ela que garante que cada real investido tenha uma direção clara. Sem essa base, crescimento não é escala, é instabilidade”, conclui Felix Bohn.
Com a consolidação dessas práticas, o setor de live marketing e publicidade digital caminha para uma maturidade onde a transparência dos dados sobrepõe-se às métricas de vaidade, garantindo que a estratégia de negócio esteja ancorada em fatos, e não em algoritmos de atribuição conflitantes.
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Gestão contextual de mídia torna-se pilar estratégico para marcas durante a Copa do Mundo 2026

Com o início oficial da Copa do Mundo marcado para 11 de junho, nos Estados Unidos, Canadá e México, o mercado publicitário global se prepara para o que deve ser o maior pico de audiência digital da história. O torneio não apenas mobiliza torcidas, mas incendeia as redes sociais com bilhões de interações em tempo real, criando um dos ambientes mais valiosos — e desafiadores — para o brand experience. Segundo Edvaldo Silva, diretor regional na América Latina da Zefr, empresa de verificação e contextualização de mídia, o sucesso das marcas dependerá de uma gestão de campanhas significativamente mais sofisticada.
O volume de dados impressiona: o relatório Culture in Play, da We Are Social North America, já registrou mais de 767 milhões de conversas sobre o mundial desde janeiro, gerando bilhões de impressões. Esse cenário transforma plataformas como YouTube, TikTok e Meta em campos de batalha pela atenção do consumidor, onde jogos, memes e transmissões paralelas ditam o ritmo do engajamento. “Eventos globais como a Copa do Mundo criam uma avalanche de conteúdo nas redes sociais. Para as marcas, isso representa uma enorme oportunidade de alcance, mas também exige maior inteligência na gestão das campanhas para garantir que os anúncios apareçam ao lado de conteúdos alinhados aos seus valores e posicionamento”, afirma Silva.
Para o executivo, o conceito tradicional de brand safety (segurança da marca), que foca em evitar conteúdos estritamente negativos, já não é suficiente. A discussão evoluiu para o brand suitability (adequação da marca), que busca garantir o alinhamento contextual fino. Em um ambiente impulsionado por vídeos e recomendações algorítmicas, um anúncio pode ser exibido ao lado de conteúdos sensíveis, como debates políticos ou notícias de última hora, que, embora não sejam “proibidos”, podem estar desalinhados com a imagem da empresa.
Silva alerta que o risco aumenta durante o torneio, quando a conversa sobre uma partida pode rapidamente derivar para temas controversos ou desinformação. “Sem uma análise mais contextual e contínua, parte do investimento pode acabar sendo direcionada a conteúdos que não refletem os valores ou os objetivos de comunicação da marca”, explica o diretor.
Um dos principais obstáculos para as marcas é a rapidez com que as tendências ganham escala. Replays e conteúdos virais inesperados moldam o contexto em questão de segundos. Por isso, a análise não pode ser apenas textual, baseada em palavras-chave, mas deve considerar elementos visuais e narrativas complexas. “Evitar conteúdos inadequados é apenas o primeiro passo. O desafio hoje é ir além da análise textual e também avaliar elementos visuais e narrativas para equilibrar a visibilidade de alto impacto com contextos seguros e adequados durante um momento cultural relevante”, reforça o especialista da Zefr.
Apesar da complexidade operacional, a Copa do Mundo de 2026 permanece como a “vitrine de ouro” para a construção de marca no ambiente digital. A conclusão do setor é clara: em um ecossistema cada vez mais dinâmico, as marcas que conseguirem combinar a escala massiva do evento com um controle contextual rigoroso serão as que transformarão a alta atenção do público em resultados reais de negócio.









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