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88% dos consumidores brasileiros buscam informações de produtos antes de comprar

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Levantamento aponta que usuários preferem comprar de marcas que fornecem mais conteúdo

A jornada de compra online vem crescendo de forma acelerada no Brasil. A escolha dos consumidores por este tipo de modalidade tem impactado diretamente o mercado. Por este motivo, a compreensão dos usuários é tão importante. De acordo com o levantamento realizado pela NZN Intelligence sobre a jornada de compra online no Brasil, 88% dos consumidores buscam informações dos produtos antes de decidir a compra.

O estudo avaliou também os fatores decisivos de compra e concluiu que “opinião de especialistas” surge como protagonista nessa lista. Informações e reviews de autoridades no assunto definem o sucesso ou não de vendas de determinado produto. Das mais de 2 mil pessoas que participaram do levantamento online, 51,8% afirmam que buscam por conteúdos e informações destes especialistas da área sobre os itens desejados antes de adquiri-los.

A análise mostra o comportamento do consumidor online e sua jornada até efetuar efetivamente a aquisição do produto. É possível verificar que o cliente tem estudado para fazer um bom investimento na escolha do modelo mais adequado para as suas necessidades e tem levado em consideração a opinião de pessoas que são autoridades no segmento.

Segundo Renan Hamann, Head de Brand Publishing na NZN, este resultado é uma demonstração de amadurecimento do perfil do consumidor brasileiro: “Tendo cada vez mais fontes de informação, o comprador tem aprendido a procurar dados concretos e opiniões relevantes em detrimento da opção imediata por preço, pois sabe que o investimento seguro acaba se pagando em médio prazo”.

Eletrônicos entre os mais buscados

No levantamento é possível verificar que o setor mais afetado com o consumo de conteúdos é o de eletrônicos, já que, 76,5% dos consumidores preferem comprar essa categoria de produtos no meio online. Conteúdos sobre smartphones, computadores e câmeras estão entre os mais buscados. Além disso, para 64,3% dos consumidores as especificações técnicas são informações essenciais na descrição do produto.

Consumo de vídeos em alta

Com a vida corrida da atualidade, os consumidores buscam por praticidade e agilidade. Vídeos curtos explicativos estão entre os mais acessados. No estudo é possível analisar que 73,6% dos consumidores preferem assistir vídeos. Além disso, 47,9% buscam por informações nos canais da própria marca. Desta forma, as empresas que mais oferecem conteúdos sobre os seus produtos e também sobre o universo de interesse do público passam a ser considerados especialistas no assunto, ganham maior relevância para o consumidor e saem na frente na decisão de compra.

NZN Intelligence é uma ferramenta de realização de levantamentos de mercado criada pela NZN. Os estudos são enriquecidos pelos dados de interesses dos visitantes de verticais da companhia como: Baixaki, TecMundo e Mega Curioso.

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Minuano investe em mídia exterior em São Paulo, Goiás e Distrito Federal para celebrar 40 anos de marca

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Para marcar as celebrações de quatro décadas de atuação no mercado, a Minuano expandiu sua estratégia de comunicação com uma nova frente de mídia out-of-home (OOH). A cobertura abrange os estados de São Paulo, Goiás e o Distrito Federal, visando reforçar o conhecimento de marca e incentivar a conversão de vendas em regiões próximas a estabelecimentos varejistas e atacadistas parceiros.

A veiculação é operada em parceria com a Eletromidia e reúne diferentes formatos de exibição, incluindo mobiliário urbano, telas em elevadores de edifícios residenciais e corporativos, além de circuitos no transporte metroviário. As peças trazem a identidade visual comemorativa de aniversário com a participação da jornalista e apresentadora Fernanda Gentil, embaixadora da marca.

A estratégia busca intensificar a presença nos mercados de maior volume comercial, conectando a mensagem de comunicação ao momento que antecede a decisão de compra nos supermercados e atacarejos. “Celebrar 40 anos é também olhar para o futuro e encontrar novas formas de estar presente na vida dos consumidores. A campanha amplia a presença de Minuano em mercados estratégicos e leva para as ruas a nossa comunicação de aniversário, com a Fernanda Gentil como parte importante dessa construção. Ao combinar a força da marca, a proximidade com o consumidor e uma presença relevante nos territórios onde temos grande amplitude comercial, somada a ações diferenciadas de execução, estimulamos a conexão de Minuano com variadas gerações e seguimos construindo os próximos capítulos dessa história”, afirma Nicole Mandil, diretora de marketing da Flora, indústria detentora da marca.

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Milano Beauty Week evidencia papel da inteligência artificial nas operações e resgata valor do presencial no mercado de beleza

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A realização da Milano Beauty Week, entre 16 e 20 de setembro em Milão, ofereceu um panorama das novas diretrizes estratégicas que orientam o setor internacional de beleza. Projetado como um festival cultural e sensorial urbano, o evento serviu de plataforma para analisar a aplicação da tecnologia nas operações industriais, a arquitetura de espaços físicos e as transformações na dinâmica de consumo presencial.

Os debates foram acompanhados por executivos da agência Brand&Stories, especializada em estratégia, neurociência e experiências de marca. Na avaliação da sócia cofundadora e head de estratégia e gestão corporativa, Luciana Andrade, e do sócio e cientista de comportamento humano, Natanael Sena, os movimentos observados na Itália revelam uma separação clara entre a eficiência operacional no ambiente digital e a construção de relacionamento no universo presencial.

O uso de inteligência artificial consolida-se com relevância na análise de dados, na personalização de ofertas, no gerenciamento de estoque e na automação de conteúdo. Em contrapartida, no ponto de contato direto com o público, as marcas priorizam o atendimento consultivo, espaços de convivência e dinâmicas que exigem presença física. “O que vi em Milão é uma escolha consciente sobre onde colocar a tecnologia. Ela entra para resolver escala, repetição e análise, e sai de cena quando o objetivo é criar vínculo. Isso muda a lógica do investimento: não é sobre estar em todos os canais, é sobre decidir quais momentos merecem o custo de uma experiência presencial bem feita”, afirma Luciana Andrade.

A integração entre marcas concorrentes em praça pública foi apontada como um dos diferenciais do modelo europeu em relação às feiras corporativas tradicionais promovidas no Brasil. “Hoje no Brasil, as marcas trabalham seus objetivos de divulgação de forma separada. Cada uma em um evento, ativação ou espaço. Aqui as marcas se unem em um evento a céu aberto o que possibilita proporcionar ao consumidor final uma experiência única sem burocracias, credenciais e ingressos como normalmente acontece nas grandes feiras realizadas no Brasil”, explica Natanael Sena.

A exibição de processos produtivos em formatos didáticos também integrou a programação. “Além disso, as marcas conseguem mostrar ao consumidor final suas novas tecnologias na linha de produção com experiências lúdicas que traduzem todo o processo de forma didática ao consumidor. Não se trata apenas de visitar um stand e sair com uma amostra grátis. Esse processo promove inclusão, conhecimento e envolvimento profundo do público. Quando as empresas se reúnem em prol de um evento de um determinado segmento, ele ganha mais força e movimenta ainda mais a economia do setor e da cidade que ganha o palco do evento”, completa a empresária.

A análise aponta ainda para a importância de curadoria e medição de retorno financeiro. Para os especialistas, concentrar investimentos em ativações focadas gera maior retenção de memória do que pulverizar orçamentos em múltiplos pontos de contato. “Fazer menos e melhor é uma decisão estratégica, não uma limitação. Quando você concentra o investimento em um momento que realmente importa para o público, consegue medir, ajustar e repetir. Quando espalha, você entrega presença e não entrega memória”, declara Luciana Andrade.

Em relação à tropicalização dessas tendências ao ecossistema brasileiro de live marketing, a adequação exige atenção aos custos logísticos, à extensão geográfica e ao perfil cultural do consumidor local. “Copiar formato é o caminho mais rápido para gastar dinheiro sem resultado. O que se transfere é o raciocínio por trás da decisão, não o cenário. A pergunta não é como fazer aquilo aqui, mas qual problema aquilo resolveu lá e qual é o nosso problema equivalente”, conclui Natanael Sena.

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