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90min Brasil lança manifesto “Futebol sem Jogo”, com o objetivo de ajudar o torcedor com conteúdos exclusivos durante a quarentena

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O 90min (https://www.90min.com/pt-BR), a maior plataforma de futebol digital do mundo, acaba de anunciar o lançamento do manifesto “Futebol sem Jogo”. Na ação, o 90min apoia o isolamento social como forma de prevenção do Covid-19 e desenvolve algumas medidas para entreter milhões de torcedores nesse período. A empresa irá lançar uma série de conteúdos novos e autorais sobre o futebol, voltados para o torcedor. Além disso, mensagens de cunho social estarão espalhadas de forma genuína no conteúdo gerado nesse período, seja como forma de assinatura de peças ou de temas discutidos com entrevistados, por exemplo.

Dentre os diversos conteúdos programados, estão dezenas de vídeos, artigos e ações nas redes sociais. O veículo vai voltar também com séries como o “Você Sabia?” (lançado na Copa de 2018), elencar diversos rankings (como maiores jogadores-torcedores, estádios mais intimidadores, etc), além de enquetes e quizzes para entreter o torcedor. Todos os conteúdos serão divulgados diariamente na plataforma e nas redes sociais do 90min Brasil.

Nesse período, o consumo de internet no Brasil e no mundo cresceu rapidamente, assim como a falta de conteúdos sobre o futebol. Pensando nisso, todos os conteúdos estão sendo criados e desenvolvidos minuciosamente pelo time 90min Brasil. “O futebol parou no mundo inteiro e estão todos distantes e isolados por um bem maior. Sabemos como essa quarentena está sendo difícil para todos, incluindo os torcedores. Afinal de contas, o futebol parou, mas a paixão pelo esporte continua acesa! Iremos disponibilizar, em nossos canais, diversos vídeos, séries, artigos, lives com participação de jogadores e muitas surpresas. Todo o conteúdo é inédito e está sendo produzido justamente para esse período”, explica Eduardo Paulsen, Gerente de Creative Solutions para o Brasil e América Latina.

Levando em consideração a relevância e o ineditismo dos conteúdos que serão distribuídos, o 90min Brasil formatou um projeto comercial do “Futebol sem Jogo”, para marcas que queiram também interagir com os torcedores durante a quarentena. “O objetivo desse projeto é que os parceiros estejam conosco durante esse momento em que a gente continua aquecendo a paixão dos nossos torcedores e tratando toda essa questão com a responsabilidade social que esse tema merece”, conta Bruno Fernandes, Gerente Comercial do 90min Brasil.

MANIFESTO 90MIN – FUTEBOL SEM JOGO:

Futebol é a nossa paixão.

Nos encantamos com o jogo. Com os lances de uma partida.

Futebol é contato. Dentro e fora de campo.

É abraço, gritaria, alegria, multidão.

É a força do ritual, a devoção cega e incondicional.

Esse espírito segue vivo no coração de todo torcedor. O hino pode não tocar, as bandeiras não tremularem no estádio, mas aqui vivemos o futebol independente do apito do juiz. Nosso amor sempre foi além das quatro linhas.

Com o aumento da audiência na internet, nesse período em que as pessoas estão em casa, continuamos informando, opinando e entretendo nosso público, valorizando o maior ativo de todos os ativos do futebol: O torcedor.

Então, aproveitando o aumento do consumo digital nesse momento, além de cuidarmos da paixão dos milhões de torcedores, estamos cumprindo o nosso papel social através de mensagens diárias de prevenção dentro dos nossos conteúdos.

Essa é a nossa missão na Quarentena:

Alimentar de maneira responsável e solidária a paixão pelo Futebol, que não diminui à distância.

E você? Vem com a gente?

90Min – A casa dos torcedores.

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Participação de vendedores americanos no volume de vendas internacionais do Mercado Livre quase triplica em 16 meses

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A representatividade dos vendedores norte-americanos no volume bruto de mercadorias (GMV) transacionado via cross-border no Mercado Livre avançou de 8,7% em abril de 2025 para 25,9% em agosto de 2026. Os dados constam em um levantamento realizado pela JoomPulse, plataforma de inteligência e análise de dados baseada em inteligência artificial. O movimento ocorre em um cenário no qual os itens de origem internacional já equivalem a 45,9% do catálogo ativo da plataforma de e-commerce e a 77,5% dos novos anúncios publicados.

A movimentação financeira associada ao segmento dos Estados Unidos registra um valor médio por pedido de R$ 352,00 — cifra 4,8 vezes superior à média dos vendedores oriundos da China, fixada em R$ 73,00. Apesar do avanço norte-americano, a China e Hong Kong permanecem na liderança da modalidade, respondendo por 71,9% do GMV cross-border do marketplace.

O estudo da JoomPulse monitorou 12 mil unidades de manutenção de estoque (SKUs) no Mercado Livre entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, cobrindo categorias como brinquedos, joias e vestuário. O levantamento indica que o volume de anúncios internacionais que geraram conversão de vendas cresceu 83 vezes no período, enquanto o número total de pedidos desses produtos aumentou seis vezes.

O desempenho do segmento internacional transcorre de forma paralela às reformulações na tributação de compras importadas no país. A legislação que trata da isenção do imposto de importação para encomendas de até US$ 50,00 abrange 94,25% dos pedidos e 68,78% do GMV cross-border. Para transações entre US$ 50,00 e US$ 3 mil, cuja alíquota máxima passou para 30%, concentra-se uma fatia de 5,75% dos pedidos, mas que responde por 31,22% do volume financeiro. Devido ao ticket médio superior, os vendedores dos Estados Unidos concentram suas operações predominantemente nesta segunda faixa.

A análise da consultoria não identificou oscilações nos preços finais ao consumidor após as adequações fiscais. O valor médio dos pedidos situados na faixa entre US$ 30,00 e US$ 50,00 manteve-se estável em R$ 193,00 ao longo de todo o período observado.

No que tange às categorias específicas monitoradas pela legislação — como brinquedos, joias, cosméticos e vestuário —, a participação do comércio internacional sobre o GMV total dessas áreas não apresentou elevação no trimestre encerrado em agosto. Em brinquedos e hobbies, o índice passou de 2,50% em maio para 2,18% em agosto; em joias e relógios, recuou de 2,10% para 1,05%; em beleza e cuidados pessoais, alterou-se de 1,46% para 0,95%; e no segmento de calçados, vestuário e bolsas, passou de 0,47% para 0,38%.

As condições de logística e entrega também figuram como fator competitivo no setor. Nas compras abaixo de US$ 10,00 — faixa que engloba 48,37% dos pedidos internacionais —, apenas 0,1% dos anúncios de fora do país oferecem frete gratuito, ante 73,0% dos vendedores nacionais. Nas faixas de preço acima de US$ 30,00, a oferta de gratuidade no envio se equipara entre itens locais e importados. “Em maio, mostramos que o crescimento do cross-border no Brasil havia começado antes da reforma tributária”, afirma Ivan Kolankov, chief executive officer (CEO) da JoomPulse. “Agora analisamos qual segmento está crescendo mais rapidamente do que os demais. Os sellers precisam entender em qual faixa de preço e categoria entrar, a que preço e sob quais condições de frete. As condições tributárias mudaram, mas de forma diferente entre as faixas de preço, e apenas o analytics pode mostrar onde uma vantagem de fato surgiu. Monitoramos de perto cada tendência e queremos permitir que todos os sellers baseiem suas decisões em dados.”

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Gad lança sétima edição do Gad Insights com análise sobre o futuro do branding e a relevância das marcas

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A consultoria de branding e design Gad’ apresentou a 7ª edição do seu estudo proprietário anual, o Gad Insights 2026. A pesquisa analisa as transformações no comportamento do consumidor ao longo do último ano e sintetiza suas conclusões em dez diretrizes direcionadas a apoiar empresas nas tomadas de decisão de gestão de marca e posicionamento de mercado.

Sob o tema “O Desafio da Relevância – Como continuar importando em um mundo indiferente?”, o relatório deste ano contextualiza um cenário marcado pelo avanço tecnológico, pela saturação de conteúdos e por um público mais impaciente. O levantamento argumenta que o atributo da diferenciação isolada perdeu eficiência, exigindo que as marcas demonstrem utilidade e propósito prático na rotina de seus públicos. “Em um mundo de alternativas abundantes, ser diferente não garante ser importante. É preciso considerar os consumidores em sua complexidade e construir experiências capazes de devolver sentido em um presente fragmentado. O report de 2026 mostra que ter uma marca forte talvez já não resolva todo o problema”, destaca Luciano Deos, chief executive officer (CEO) do Gad’.

A publicação anual, iniciada em 2020, já abordou tópicos como as reconfigurações de consumo na pandemia, a reputação corporativa e o storydoing em 2022, o conceito de marcas inteligentes em 2023, o fenômeno do overbranding em 2024 e a busca pelo resgate das origens das empresas em 2025.

Na edição atual, a pesquisa mapeia vetores de transformação no mercado global. O documento aborda a busca por autenticidade frente à padronização de materiais via inteligência artificial, o combate ao chamado FOMO corporativo — a tendência de marcas perseguirem movimentos passageiros sem sinergia estratégica — e a ascensão do Generative Engine Optimization (GEO), em resposta ao dado de que 58% dos consumidores globais utilizam IAs generativas em substituição aos buscadores tradicionais. “Vivemos a passagem de uma economia da atenção para uma economia da impaciência. Isso atravessa o consumo, mas também nossa relação com trabalho, conhecimento, entretenimento e até com outras pessoas. Diante de um mercado com tantas alternativas, ninguém quer mais ficar preso a algo, e a lealdade às marcas precisa ser reconquistada todos os dias”, observa Deos.

O estudo traz ainda recortes populacionais e econômicos, citando dados da empresa de arquitetura e design Gensler de que entre 15% e 20% da população mundial é neurodivergente, o que exige adaptações sensoriais no varejo físico. O levantamento destaca também a expansão da silver economy, voltada ao público com 60 anos ou mais — segmento que movimenta US$ 4,2 trilhões anualmente no mundo —, e aponta um estudo da BALT indicando que 77% dos consumidores brasileiros exigem evidências concretas para validar compromissos socioambientais anunciados pelas empresas. “Ser relevante hoje é resolver uma necessidade; continuar sendo relevante amanhã exige reconhecer que aquela mesma pessoa terá outro corpo, outra família, outros projetos e outras prioridades. O desafio é construir uma marca capaz de acompanhar essas mudanças, sem gerar dependência ou presumir que sua presença será imutável”, finaliza Deos.

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