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5.º Fórum Brasileiro de Turismo irá debater o crescimento do setor pós Covid-19

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O evento acontece 31 de agosto, das 14h às 19h30, totalmente gratuito e com a presença de nomes importantes do setor na iniciativa privada e no poder público. Entre painéis de debates e palestras a retomada do crescimento do setor é o foco.

O setor de turismo, assim como o de eventos, foi um dos mais afetados pela pandemia. O primeiro a parar suas atividades e um dos últimos a retomar. Ele gera desenvolvimento econômico, arrecadação tributária, emprego e renda, além de poder fomentar a preservação ambiental e o turismo sustentável. Um mercado que movimentou no Brasil em 2019, R$ 238,6 bilhões de reais, teve muitas baixas e terá que se adequar à nova realidade.

Em sua quinta edição, o Fórum Brasileiro de Turismo vem no momento importante para discutir o processo de retomada. De olho nos números do mercado de turismo no Estado de São Paulo, no Brasil, na América Latina e no mundo, o debate segue entorno das mudanças e tratando temas importantes como meio ambiente , segurança pública, mobilidade urbana, mão de obra, cadeia produtiva, números e perspectivas e os impactos do setor em políticas públicas.

Entre os tópicos a serem abordados a grande expectativa será o debate sobre as tendências para o crescimento e a política de repasse de recursos do setor público para o mercado de turismo.

Para o Chairman do evento, Toni Sando- Presidente da Unedestinos “esta é a oportunidade que temos para debater de forma construtiva o setor e encontrar oportunidades de retomar o crescimento unindo forças entre o poder público e a iniciativa privada”.

Já o Presidente Mundial do GCSM, Agostinho Turbian reforça “a importância do momento para que todos se posicionem. Entre os inscritos temos desde estudantes, profissionais, lideranças e autoridades do setor que podem compartilhar experiencias e ideias. Isto irá favorecer o debate e resultar em politicas publicas focadas no crescimento e na garantia da aplicação as normas de saúde para o setor.”

Grande polo de geração de emprego e renda sempre teve os números eram grandiosos antes da pandemia:

– O turismo movimentou em 2019, 238,6 bilhões de reais.

– Número de empregos diretos e indiretos – alta de 163,6% em relação às vagas criadas em 2018

– Representação no PIB Brasileiro – 8,1%

– Mundialmente, o setor de turismo é responsável por 10% do PIB mundial, 10% dos empregos diretos e indiretos; 1,4 trilhões de dólares em exportação; 7% das exportações mundiais e 30% das exportações de serviços.

– Principais destinos turísticos no Brasil – o Sudeste se destaca no faturamento do país – R$ 147 bilhões, correspondente a 61,6% do faturamento do setor turístico em 2019, seguida pelo Sul (15,9%) e pelo Nordeste (12,6%). O Estado de São Paulo liderou, respondendo por 40,5% do faturamento no País.

– Geração de empregos em função da sua composição de atividades: Bares e

Restaurantes (37,45%); Atividades recreativas, culturais e desportivas (17,93%); Transporte rodoviário (17,37%); Outros transportes e serviços auxiliares dos transportes (9,93%); Hotéis e Pousadas (7,14%); Transporte aéreo (4,78%); Atividades de agências e organizadores de viagens (2,73%); Aluguel de bens móveis (2,67%).

Fonte: ICV-Tur – índice da pesquisa elaborada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), em parceria com a Cielo / e Unidestinos.

O Fórum é uma iniciativa do Grupo GCSM com participação da União Nacional de CVBs e Entidades de Destino, a Associação Brasileira da Industria de Hotéis (ABIH) e Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil.

As inscrições já estão abertas e devem ser feitas pelo link: https://bit.ly/3317v1F

Ficha técnica:

Data: 31 de agosto

Horário: 14h às 19h30

Sitewww.forumbrasileiro.online

Organização: GCSM

Apoio: Unedestinos e Visite São Paulo

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Eventos

UBRAFE organiza Missão Inovação China para conectar executivos do setor ao mercado global de feiras

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Com a proposta de aproximar o mercado nacional de feiras e eventos corporativos das principais inovações do setor no cenário internacional, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (UBRAFE) realizará, entre os dias 14 e 22 de novembro de 2026, a Missão Inovação China. A iniciativa prevê uma imersão técnica de sete dias voltada aos associados da entidade, com um roteiro que inclui passagens por centros de exposições de grande porte, empresas de tecnologia e fornecedores da indústria de eventos global.

A escolha da China como destino fundamenta-se na infraestrutura e nos recursos tecnológicos desenvolvidos pelo país para a realização de grandes encontros de negócios. O itinerário concentra-se na região entre Guangzhou e Shenzhen, polo produtivo e tecnológico que reúne fabricantes e prestadores de serviços para o setor. O programa foi estruturado para profissionais do segmento corporativo, abrangendo visitas técnicas, sessões de networking e reuniões institucionais.

A agenda do grupo inclui visitas a sete centros de convenções e exposições de grande porte, além de reuniões de trabalho com nove empresas desenvolvedoras de soluções para feiras de negócios, quatro entidades representativas do setor e uma promotora de eventos local. A delegação brasileira também integrará a programação do Glocal International Exhibition Industry Summit, em Guangzhou, fórum focado no relacionamento entre lideranças e executivos da indústria internacional.

A ação faz parte da estratégia da UBRAFE para incentivar a atualização técnica e a modernização do mercado brasileiro de feiras e eventos de negócios, estimulando o intercâmbio de conhecimentos e a adoção de novas tecnologias operacionais.

“A inovação deixou de ser um diferencial para se tornar um fator estratégico para a competitividade das feiras e eventos. Ao promover essa missão, a UBRAFE oferece aos seus associados a oportunidade de conhecer, na prática, soluções, modelos de gestão e tecnologias que estão redefinindo o futuro do setor em todo o mundo e ampliando muito a eficiência das ações de Live Marketing“, comenta Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.

A participação no projeto é voltada exclusivamente aos associados da entidade, com a limitação de uma vaga por empresa para assegurar o caráter focado do grupo de tomadores de decisão. Além do acesso às agendas técnicas e aos encontros institucionais com organizações chinesas, o pacote da missão contempla hospedagem, transporte interno e serviço de tradução em português durante toda a programação.

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Ubrafe defende Marco Regulatório de Eventos e aponta impacto econômico de R$ 30 bilhões no setor

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A indústria brasileira de feiras e eventos corporativos, culturais e de entretenimento movimenta bilhões de reais anualmente, atrai milhões de visitantes e exerce um papel decisivo na macroeconomia, no turismo e na atração de investimentos. Com base nessa relevância, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) reforça a urgência de avançar na tramitação e implementação do Marco Regulatório de Eventos (PL 1905/2026). A proposta legislativa busca estabelecer segurança jurídica, previsibilidade tributária e reconhecimento institucional a um segmento estratégico para o desenvolvimento do país.

De acordo com as lideranças do setor, as convenções e feiras não podem mais ser tratadas unicamente como ferramentas isoladas de marketing ou como alavancas para mitigar a sazonalidade da hotelaria. É o momento de analisar o ecossistema como uma indústria pesada de serviços que gera um efeito multiplicador na economia.

Para dimensionar o impacto financeiro do setor, a Ubrafe mapeou quatro grandes recortes da indústria que, juntos, injetam quase R$ 30 bilhões nas economias locais, ativando cadeias produtivas que englobam a malha de transportes, alimentação, comércio e serviços.

Se os grandes festivais e festas populares (B2C) destacam-se pela mobilização massiva em janelas curtas de tempo, o segmento focado em geração de negócios entre empresas (B2B) atua como um motor econômico contínuo. Em São Paulo, o calendário de feiras corporativas estende-se por cerca de 270 dias ao longo do ano, atraindo 8 milhões de executivos e compradores. Essa regularidade garante uma taxa de ocupação hoteleira perene, além de fomentar o networking, a prospecção de leads qualificados e a assinatura de contratos de longo prazo.

Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, defende que a amplitude do setor exige políticas públicas compatíveis com seu tamanho. “Os eventos, independentemente do formato, são vetores de desenvolvimento econômico, geração de emprego, promoção de destinos e fortalecimento de cadeias produtivas inteiras. Quando olhamos para esses números, fica evidente que o setor precisa ser tratado como atividade estratégica para o país, com regras mais claras, segurança jurídica e políticas públicas compatíveis com sua relevância.”

A consolidação do PL 1905/2026 é vista pela entidade como o passo definitivo para aumentar a competitividade internacional do Brasil na captação de grandes congressos globais. “Os eventos com foco na geração de negócios, ou B2B, em especial, têm um papel decisivo nesse debate porque combinam impacto econômico expressivo com regularidade ao longo do ano. É um impacto menos visível do que o de um grande festival, mas extremamente consistente e estratégico”, conclui Ventura.

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