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3C Gaming apresenta Allan Fernandes como novo sócio

A agência 3C Gaming, criada por Renan Philip e Fernando Hamuche, apresenta seu novo sócio, Allan Fernandes. O executivo vindo do mercado publicitário, com mais de 12 anos de experiência na área comercial e com uma passagem recente pela paiN Gaming como VP Comercial, junta-se à empresa para impulsionar os projetos comercialmente e cuidar da estratégia de Marketing da empresa.
A agência que nasceu da experiência acumulada no mercado de games e esports dos seus sócios, é focada no gerenciamento da carreira de clientes como Cerol, Nobru e Jefão (Pai do Nobru), e projetos especiais como a Copa Nobru, Copa Donato e La Copa, que foi o primeiro torneio internacional de Free Fire em emuladores da América Latina, e foca em transformar o conteúdo criado dentro de gaming entertainment, desenvolvendo novos produtos em volta da influência de seus clientes e parceiros.
“A 3C Gaming apresenta um crescimento acelerado e esta nova demanda exige que tenhamos junto conosco pessoas que não só tenham experiência no mercado de esports, como também naveguem pelo mundo das marcas e agências, ajudando a customizar os projetos de acordo com as necessidades do mercado” explica Renan Philip, co-fundador da 3C, e que possui larga experiência no mercado de games e esports.
Allan Fernandes, que atuou em grandes veículos de mídia como Webedia, UOL e Folha de São Paulo, vem de uma experiência intensa no mercado de esports, junto a outra grande organização do cenário, onde conquistou projetos de marcas não endêmicas como Coca -Cola, BMW, Motorola, TIM, Banco BS2, Ame Digital, JBL, entre outros.
“Os games sempre estiveram presentes na minha vida, mas minha paixão pelos negócios no segmento começou a 4 anos atrás, quando fui responsável por projetos pioneiros em esports no Brasil pela Webedia. Quando conheci o Renan, que era CEO da paiN na época, surgiu uma sinergia e ele me convidou para entrar de vez neste mundo dos esports. Sempre tive vontade de empreender e a certeza que os games são o mercado mais promissor para hoje e para o futuro. Temos muito o que explorar e profissionalizar nesse mercado tão apaixonante. Me juntar ao Renan e ao Fernando vai possibilitar isso.” declarou Allan Fernandes.
A 3C Gaming vem atuando de forma consistente e selou acordos comerciais envolvendo seus talentos e grandes marcas como Coca-Cola, Google, Ame Digital, Rappi, Oi, Netflix, Discord, Banco Next e Razer Gold.
Com grandes projetos a serem anunciados em breve, a 3C Gaming reforça a vinda do novo sócio com a contratação de Victoria Garrido, que irá atuar na área comercial como planejamento estratégico para os projetos comerciais da empresa e Bruno Padilha, que trabalhava com Allan como sales manager na paiN Gaming e agora assume o posto de diretor comercial na 3C.
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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.
Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.
Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”
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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?
Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.
A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.
Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.
Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.
A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.









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