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Wi-fi traça perfil de cliente e estimula vendas por meio de TV e mobile marketing

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Hub in Touch disponibiliza dados sobre hábitos e frequência do consumidor ao estabelecimento; expansão pelo Brasil é feita por modelo de microfranquia

“Tem Wi-Fi?”. A pergunta é recorrente em estabelecimentos comerciais. Oferecer conexão sem fio gratuita para os consumidores é uma gentileza, mas também se torna ferramenta estratégica para os negócios. Por meio de informações pessoais, é possível traçar o perfil dos clientes e desenvolver ações direcionadas a esse público. No entanto, nem todos gostam de ceder dados pessoais para o cadastro, o que dificulta a fidelização e inviabiliza ações de marketing que poderiam impulsionar o crescimento. Para ajudar, a Hub in Touch (www.hubintouch.com) lança uma solução integrada que garante à empresa o telefone de quem utiliza o Wi-fi Hotspot e ainda oferece Digital Signage (TV Corporativa) e ferramenta de mobile marketing.

A certeza de obter o contato deve-se a um sistema de autenticação do acesso por SMS, que fornece ao negócio o número do celular do cliente e o horário das conexões. A partir daí, o sistema cria e alimenta um perfil do indivíduo com mais informações a cada vez que ele volta ao local. “Com os dados em mãos, a ideia é traçar estratégias mais certeiras de marketing, por exemplo, utilizando nossa plataforma para otimizar a eficiência da publicidade em suas TVs e fazer campanhas mobile”, explica o CEO Alessandro Ribas.

Por meio de um portal web, que pode ser acessado de qualquer computador conectado à internet, é possível montar uma programação totalmente personalizada para a TV que estimule as vendas. Em um restaurante, a ferramenta pode incentivar o consumo ao veicular imagens de uma sobremesa favorita do menino que, às quartas-feiras, costuma almoçar com a mãe no bistrô, ou do croissant que casa bem com o cappuccino do executivo que frequenta o café no final da tarde. Já uma cadeia varejista maior, como supermercados ou lojas de departamento, pode gerenciar o conteúdo transmitido em tempo real e variá-lo para cada ponto, de acordo com o público e os objetivos.

“Muitos lugares têm TV, mas normalmente elas reproduzem algum programa irrelevante, que apenas entretém o frequentador, enquanto poderiam ser empregadas para alavancar o negócio”, afirma Ribas. Há, ainda, opções de sincronização com o Youtube, Vimeo, Instagram – as postagens na rede social podem ser transmitidas – e canais abertos.

A Hub in Touch (HiT) também protege os estabelecimentos contra o cyber crime. “Se um consumidor que estiver usando o Wi-Fi do negócio fizer um comentário ofensivo, por exemplo, a justiça recai sobre o local, que é quem vai ter de arcar com a multa. Com nossa plataforma, é possível buscar os dados do responsável e entregá-los”, esclarece Rodrigo Zamora, Diretor Comercial e cofundador da empresa.

Para utilizar a solução, instala-se um aparelho exclusivo da companhia, que é similar a um modem padrão do mercado. A assinatura do Wi-Fi Hotspot custa a partir de R$ 148 por ponto, e inclui funções como limitação do tempo de acesso e bloqueio de conteúdos predeterminados.

Background e expansão

A Hub in Touch é um spin-off da Louyt, rede de mobile marketing espanhola com cinco anos de operação. Ribas, o cofundador e CEO da empresa, identificou a necessidade de conhecer e traçar um perfil mais completo dos consumidores, e assim nasceu o Wi-Fi Hotspot. Ao longo dos primeiros testes, feitos na Flórida (EUA), o sistema incluiu a funcionalidade para TV e as campanhas por SMS, para um serviço mais completo.

Para expandir pelo Brasil, a HiT adotou o modelo de microfranquia, no qual o franqueado fica responsável pelas vendas em sua cidade ou região. O investimento para abrir uma unidade é a partir de R$ 12 mil, o tempo de retorno é de oito meses e o faturamento médio é de R$ 15 mil mensais. Com 500 pontos instalados até agora, a meta para 2019 é chegar a dois mil em todo o território e inaugurar 36 franquias.

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Digital

Epson, Class e MCI fazem parceria para novas soluções em eventos digitais

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A Epson, líder mundial em tecnologias de projeção, uniu-se à Class TechExperience e à MCI, agência global de Engajamento e Marketing, para criar soluções de streaming usando técnicas combinadas com vídeo mapping. A parceria forneceu ao MCI Studio, em São Paulo, o que há de mais novo em projetores e lentes para projeção de ambientes. Só nestes equipamentos, os investimentos ultrapassam R$ 300 mil.

“Pouco ainda foi explorado sobre vídeo mapping e os eventos digitais. Nos eventos ao vivo, a técnica é consagrada e agrada plateias do mundo inteiro pela beleza e arte do conteúdo mapeado. Mas e no digital? Questões como luminosidade, streaming de superfícies mapeadas e retroprojeções ainda precisam ser mais exploradas e desafiadas e as descobertas prometem”, afirma o Business Innovation Director da MCI, Ney Neto.

Segundo Rodrigo Machado, Gerente de Negócios da Epson, as projeções permitem criar dinâmicas imersivas e criativas em tempos em que as lives estão se tornando cada vez mais populares e tornam-se aliadas às outras tecnologias utilizadas nesses ambientes como chroma-key. “O vídeo mapping é especialmente interessante para a criação de uma atmosfera diferenciada em estúdios de lives, por exemplo, possibilitando a interação com o conteúdo visual, sempre utilizando o espaço a seu favor de forma integrada. Para o espectador, os efeitos visuais são chamativos e criam engajamento”, explica.

“Os eventos digitais ainda estão sendo descobertos pelas empresas e pelo público e ainda há muito o que explorar. Na vanguarda dessa nova linguagem, estamos investindo na pesquisa e desenvolvimento do que vem pela frente quanto à experiência híbrida dos eventos. Combinamos diversas técnicas para criar experiências digitais imersivas para os clientes MCI e um dos protótipos que temos feito, em parceria com a Epson, é de integrar projeção mapeada ao streaming, conseguindo efeitos impressionantes para quem está assistindo o evento em casa”, complementa o Managing Director da MCI Brasil, Igor Tobias.

Muito além do streaming

O MCI Studio é uma das novidades da MCI no Brasil e nasce com a proposta de inovar as técnicas de transmissão de eventos digitais, proporcionando mais interatividade entre os participantes, além de eventos mais bonitos. A tecnologia empregada no espaço dá às marcas a possibilidade de combinarem cenografia, com técnicas de chroma-key, realidade expandida, realidade mista, animação 3D, inserindo efeitos especiais digitais para trazer uma linguagem mais cinematográfica para as transmissões.

Segundo Tobias, a modelagem 3D e o mix de realidades com técnicas digitais são tendência no Brasil. “Temos buscado referência nos estúdios de cinema, já bastante avançados nessas tecnologias. A Warner Bros realizou o evento DC Fandome, assinado pelo criativo Jim Lee, utilizando a técnica combinada entre realidade e animação 3D, criando uma experiência virtual diferenciada. O modelo foi seguido pela ComicCon, que combinou realidades físicas e digitais misturando o painel de LED ao chroma key. Alguns eventos estão agora experimentando esse mix de realidades adaptado ao formato híbrido. Através do uso da realidade expandida, por exemplo, os limites do espaço físico estão sendo cruzados. Eventos como o Worlds, a final do campeonato mundial de League of Legends, já utilizaram este recurso proporcionando uma incrível experiência para quem está em casa”, lembra.

No Brasil, ainda é necessário ter muito hardware para fazer eventos como o Worlds. “Mas aí é que entra a beleza da inovação. O entretenimento saiu na frente do mercado corporativo, as lives do ALOK e do Criolo têm sido consideradas as principais experiências de transmissão com realidade expandida. Já é possível criar experiências digitais com realidade expandida dispensando hardwares caríssimos”, enfatiza.

O departamento de inovação da MCI desenvolveu, por exemplo, o Cyber Meeting, uma tecnologia em parceria com a Class que permite aplicar palcos virtuais 3D para as transmissões de chroma-key, usando real time rendering, que oferece efeitos de câmera, animação digital 3, realidade expandida, trazendo mais dinamismo ao evento. A nova tecnologia permite ainda galerias simultâneas interativas, teletransporte do speaker (palestrantes em formato holográfico) e integração com qualquer plataforma de transmissão, inclusive com os grandes serviços de web-conference.

“O Cyber Meeting é uma tecnologia própria para o gerenciamento dos eventos digitais, que permite a MCI entregar diversas experiências aos eventos digitais de seus clientes como galerias virtuais, interatividade, conteúdos holográficos, inserções holográficas de palestrantes, e o efeito principal: a realidade estendida que permite cenários infinitos e eventos mais imersivos. Além disso, o Cyber resolve o problema da falta de qualidade na leitura de slides da maioria das transmissões tradicionais. ” diz Ney Neto, que esteve à frente da pesquisa e desenvolvimento do produto, ao lado dos engenheiros da Class TechExperience.

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Digital

Com metodologia e softwares próprios, AdClub transforma o marketing digital do Grupo Neoenergia

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Com o alto desenvolvimento das empresas e grandes níveis de atividades realizadas no dia a dia, a automação de processos tem se tornado cada vez mais frequente. Uma das tecnologias utilizadas para essa transformação, tem sido vista em soluções de Business Intelligence, que é capaz de suportar uma imensa quantidade de dados não estruturados e de fontes internas e externas, que possibilita a interpretação de forma ágil e precisa muito superior às formas manuais. Diante disso, a Tetris.co – braço de tecnologia do AdClub, grupo que reúne três empresas focadas em soluções de Marketing Online para grandes marcas – promove uma completa transformação do Marketing Digital do Grupo Neoenergia.

A partir da implementação de metodologias e softwares próprios, o Grupo passou a ter total controle e entendimento sobre seus investimentos em tempo real, possibilitando alocações de recursos mais assertivos e de maior retorno. “A Tetris.co nos ajuda a classificar e analisar nossos dados, tanto orgânicos quanto pagos, aumentando a eficiência de nossos investimentos de mídia online em todas as plataformas”, comenta Mariana Wirtzbiki Aoad, Gerente de Comunicação Externa do Grupo Neoenergia.

Para Pablo Lemos, CTO do AdClub, o maior desafio foi auxiliar na alta demanda do Grupo, que – por ser constituído por várias empresas – cada uma delas possuía áreas com verbas e atividades específicas. “Controlar o conteúdo e a performance de cada empresa era trabalhoso e lento. Reports eram feitos de forma manual, sem o detalhamento necessário e demoravam semanas para serem concluídos, impedindo qualquer possibilidade de respostas ágeis, tão importantes no universo da mídia digital. Além disso, eles precisavam entender de forma bastante granular a performance orgânica versus a mídia paga, algo impossível de ser feito manualmente frente ao volume de publicações que eles executam”, explica.

O primeiro passo do processo, foi a implementação de um processo forte de taxonomia. Toda a presença online do Grupo Neoenergia passou a rodar com especificações de nomenclatura, permitindo entender no detalhe a performance sobre o investimento de cada empresa e área. A Tetris.co foi responsável por desenvolver ferramentas para facilitar o processo e evangelizar, tanto o time de marketing digital quanto as agências, sobre a importância de permanecer fiel à nomenclatura. Na outra ponta, instalaram uma versão 100% customizada do software próprio de governança e visualização de dados, o Tetris oDash, com automações para entender a taxonomia e gerar relatórios em tempo real, facilmente acessíveis via computador, tablets ou celulares.

Em seguida, desenvolveram um algoritmo de inteligência artificial proprietário que automatizou o cruzamento da performance orgânica versus a paga, unificando a classificação dos dados ao nível mais granular possível. “Com o sistema 100% implementado e rodando, com dados digeridos, organizados e classificados em mãos, passamos a prover uma consultoria constante de inteligência de dados. Diante disso, o projeto que foi iniciado no início de 2020, hoje é parte central da área de marketing digital do Grupo Neoenergia”, se orgulha Pablo.

Dentre os resultados obtidos, internamente, o time de marketing digital conquistou uma poderosa autoridade para justificar seus investimentos e planejamentos, já que cada passo agora pode ser monitorado e seu desempenho comprovado de maneira direta e eficiente. Dos analistas de marketing digital aos diretores, o Grupo como um todo passou a conversar nos mesmos patamares, pois compartilham a mesma fonte da verdade sobre o desempenho das estratégias de todas as áreas. “Com apenas alguns cliques, qualquer pergunta sobre o desempenho do marketing digital, seja a nível macro (Quanto cada empresa gastou em 2020?) ou a nível micro (Quantas publicações sobre Coronavírus a área de Segurança fez no mês de Julho? E quanto foi o custo por engajamento?), pode ser respondida”, ressalta Pablo Lemos.

É importante dizer que, após a realização, é fundamental que haja um apoio constante. Principalmente porque o meio digital muda constantemente e sem um monitoramento a tendência é que o projeto se torne obsoleto. “De um lado, um imenso orgulho de participar de maneira fundamental na transformação digital de um cliente tão importante quanto o Grupo Neoenergia. Vencemos uma série de desafios, inovamos tanto em software quanto em estratégias e chegamos a um resultado fenomenal. Do outro lado, estamos animados com o volume de demandas que há pela frente. Acredito que 2020 foi só o começo. Já estamos trabalhando juntos em 2021, em um volume maior que no ano passado e espero que a parceria só cresça”, finaliza o CTO.
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