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Visa expande programa Visa Causas e inclui Instituto Ayrton Senna

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Em seu primeiro ano, programa realizou mais de 32 milhões de doações e registrou um aumento de 12% no número de transações dos cartões cadastrados

O programa Visa Causas – que possibilita aos consumidores brasileiros apoiarem causas sociais e instituições a cada pagamento realizado com cartões Visa – tem duas boas novidades: devido ao seu êxito, será estendido por mais um ano e receberá  mais uma organização, o Instituto Ayrton Senna. A organização vem se juntar a Gerando Falcões, Instituto Muda Brasil e Vaga Lume na causa Educação.

Com mais de 32 milhões de doações já realizadas desde dezembro de 2017, o programa continua apoiando cinco causas: Crianças, Idosos, Animais, Educação e Saúde. É a Visa quem faz as doações, não existe nenhum custo adicional aos portadores de cartões. Para participar é simples, basta acessar o site do programawww.visa.com.br/causas, informar o número do cartão Visa em seu cadastro e escolher a causa ou a instituição para a qual deseja que a Visa faça a doação. A partir daí, para todo pagamento realizado com esse cartão, a Visa fará uma doação para a instituição ou para a causa que o portador escolher.

A Visa acredita que juntos podemos construir um país melhor. Na área da educação, o Visa Causas reúne instituições que promovem a leitura, o reforço escolar, as atividades educacionais complementares e a capacitação profissional, grandes desafios na formação adequada para futuros cidadãos.

“Criamos o programa há um ano com a missão de tornar todo portador de cartões Visa um apoiador de causas sociais. Ao convocar toda nossa rede e os portadores de cartões Visa, incentivamos o uso dos meios eletrônicos de pagamento e conseguimos impactar essas instituições de forma positiva e transformadora”, explica Sergio Giorgetti, VP de marketing da Visa do Brasil. “O Instituto Ayrton Senna vem para reforçar esse grande time de organizações atendidas. Eles estão totalmente alinhados ao que buscamos – que crianças e jovens tenham oportunidade de desenvolver seus potenciais por meio da educação de qualidade”, completa.

Criado pela família Senna em 1994, tendo como presidente Viviane Senna, empresária e irmã do tricampeão de Fórmula 1, o Instituto, sem fins lucrativos, concretiza o sonho de Ayrton Senna de ajudar o Brasil a diminuir as desigualdades sociais, criando oportunidades de desenvolvimento humano a crianças e jovens por meio da educação. Anualmente a organização beneficia 1,5 milhão de crianças e jovens, forma 45 mil educadores e impacta aproximadamente 600 munícipios em 16 estados brasileiros.

“Estamos muito felizes e honrados por participar desse programa tão inovador. A Visa construiu uma plataforma criativa e engajadora que possibilita que qualquer um possa fazer o bem, apoiando a causa que acredita, simplesmente com o uso do seu cartão. É um exemplo perfeito de como empresas podem usar seu “core business” para causar impacto positivo na sociedade”, diz Thiago Fernandes, diretor de Negócios do Instituto Ayrton Senna.

Visa Causas

Todos os participantes podem acompanhar no site do programa os valores que cada uma das instituições e causas já receberam. Os números são atualizados constantemente. Além disso, o Visa Causas conta também com uma auditoria independente que avalia semestralmente o repasse dos recursos e como eles estão sendo aplicados pelas instituições beneficiadas.

Os critérios de seleção das causas são baseados nos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio da ONU e em dados de diferentes pesquisas sobre os temas que mais sensibilizam e engajam os brasileiros. Já as instituições escolhidas atendem ao Padrão de Gestão e Transparência do Terceiro Setor, elaborado pelo Instituto Doar a partir de uma extensa pesquisa dos conceitos e critérios adotados por diferentes organismos nacionais e internacionais, como o Selo Doar.

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Free Free e Dzarm lançam collab inspirada no Outubro Rosa

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Free Free, plataforma e Instituto que trabalham pela liberdade física, emocional e financeira de mulheres, através de iniciativas que aceleram a equidade de gênero, a inclusão e a transformação social, lança uma collab em parceria com a marca Dzarm. Com o lema “A Nossa Liberdade é Pink”, as peças são inspiradas no Outubro Rosa, mês de conscientização e prevenção do câncer de mama, e apresentam estampas divertidas e mensagens cheias de significado, que podem ser usadas em diferentes ocasiões.

O projeto é uma iniciativa do Free Free Fashion, que trabalha a moda como ferramenta de cura e libertação. Com calças, vestidos e blusas, todos na cor rosa, a coleção busca trazer força e inspiração, celebrando o poder das mulheres e ressignificando o pink. “Nós acreditamos que a moda tem um grande poder de suporte, recuperação e resgate na vida das mulheres. O rosa não é uma cor frágil. Ele traz força, alegria e bom humor. Vesti-lo nesse momento que está todo mundo cansado e de luto significa ter coragem. O pink é superpower!”, afirma Yasmine McDougall Sterea, CEO e fundadora do Free Free.

Para combater o medo, a desinformação e a falta de acesso a consultas e exames, a DZARM e o Free Free estão doando 100 consultas médicas para o Horas da Vida, instituição sem fins lucrativos que atua promovendo a inclusão e o acesso gratuito à saúde para pessoas em situação de vulnerabilidade social. O projeto conta também com o apoio do laboratório Femme, que realizará doações de mamografias, reforçando a importância do diagnóstico precoce na luta contra o câncer de mama. Além de parte das vendas serem revertidas para os cursos e projetos de impacto do Free Free.

Entre as participantes do projeto estão Yasmine Sterea, Stella Yeshua, Leticia Nascimento, Rosa Saito, Stella Yeshua, Mônica Alcântara e Ana Arietti. Através da moda, todas elas transformaram suas vidas e formas de se expressar e de lidar com o corpo.

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Plataforma de conexão Portland usa o Intercâmbio Criativo Brasileiro como ferramenta de inovação

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A diversidade cultural representa o conjunto de costumes e tradições, que vão desenhando os comportamentos e valores em diferentes regiões. Uma porta se abriu durante a pandemia e veio para ficar, é um caminho sem volta em que os “hubs” estão na nuvem, o home office permite que diferentes culturas se conectem e, consequentemente, tragam novas perspectivas, visões e criatividade para os projetos.

E, falando de Brasil, por conta do seu extenso tamanho territorial, e sua diversidade abundante, notamos o quão grande é o seu potencial de troca de experiências e conhecimento.

Uma empresa é formada por seus funcionários em que, cada um deles, possui uma identidade cultural, uma história de vida. Logo, cada empresa é reflexo de quem a compõe. E, pensando assim, é importante que nesse “microambiente” sejam levadas em conta essas diferenças, para ser uma troca saudável e receptiva.

Exemplo desse intercâmbio de visões diferentes é a Portland, uma plataforma de conexão de diferentes realidades que atua para a reconstrução de um mercado mais humano e um mundo mais criativo.  Na 5ª temporada em 2021, expandiu sua rede em formato Webinar para além da diversidade étnica e social, considerando outros recortes demográficos que potencializaram a pluralidade das conexões.

A agência abriu seu processo seletivo à distância quebrando as barreiras do espaço físico, possibilitou a conexão com pessoas que, apesar de estarem longe, estão na mesma sintonia que a empresa. O resultado foi a inscrição de mais de 800 candidatos de todo o Brasil, que tiveram a oportunidade de mostrar o seu lado mais criativo para vagas conectadas pela Portland.

Com candidatos Portlanders mais diversos, os resultados elevaram: “Conseguimos ampliar as nossas visões para outros horizontes que possibilitaram a construção de projetos ainda mais humanos e, consequentemente, criativos. Foi possível integrar pessoas de diferentes lugares do Brasil trazendo as pessoas como protagonistas e representantes de diferentes recortes da diversidade, o que tem deixado nossos processos mais ricos e os resultados mais genuínos”, diz Bruno Höera, fundador da agência.

A mudança radical de comportamento no trabalho, de uma maneira geral, possibilitou ainda mais esse intercâmbio. A pandemia trouxe um protagonismo das áreas de RH das empresas e das agências que surgiu por conta da urgência das empresas precisarem entender as realidades de cada um de seus funcionários, identificando as suas necessidades particulares para um home office suficientemente estruturado e uma equipe mais acolhedora e empática.

Para a Portland, a diversidade é uma ferramenta de inovação e esse é um dos fatores que fazem do Brasil um país tão criativo. A pluralidade de pessoas em uma empresa permite um ambiente melhor de trabalho, mesmo que virtual, aumentando a produtividade e a rentabilidade das corporações. É uma conta simples, mas que apenas ficou óbvia quando o discurso ficou batido o suficiente para ser transformado em ações. E, muitas dessas ações validaram na prática o que estava difícil da teoria explicar.

A próxima temporada de recrutamento da Portland tem previsão de acontecer no verão – porque o sol é para todes. A ideia é ir mais além e trazer outra visão de diversidade. Em sua 6ª temporada, a diversidade etária não só será uma das pautas, mas também uma prática. “Na questão geracional, sabemos que atualmente há duas grandes lacunas na inclusão de pessoas: jovens que não têm experiência e não conseguem entrar no mercado; e ainda as que têm muitos anos de praia, mas não conseguem uma recolocação, principalmente por conta do preconceito em relação à atualização e uso de ferramentas e tecnologias – o que obviamente é um grande mito. A maturidade coloca os nossos processos e projetos em um outro patamar de entrega”, reflete Höera.

Se olharmos por outro lado, realmente existe um mercado inteiro a ser explorado. Enquanto muitas marcas focam suas comunicações na juventude, o Brasil vai aumentando a faixa etária da média da sua população. É, a partir daí, que a economia prateada vai ganhando espaço e relevância. Um grupo multicultural – seja de ideias, vivências ou idade – é de extrema importância, pois resulta em um ambiente mais agradável e dinâmico.

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