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Um terço das ofertas em 2018 eram falsas, aponta levantamento da Promobit

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No Dia da Mentira, plataforma de descontos na internet mostra aumento no número de descontos ilusórios

Se tem algo que o consumidor brasileiro está cansado, é de ser enganado. Apesar do amadurecimento do comércio eletrônico brasileiro, tanto pela parte das lojas quanto dos clientes, as promoções mentirosas ainda são bastante presentes em todos os dias do ano, não só no 1º de abril. 

Para termos uma noção da quantidade de promoções falsas (quando o valor não está realmente baixo ou quando os e-commerces sobem o preço para reduzir depois) e até mesmo golpes que aparecem diariamente, a Promobit, maior comunidade de descontos e promoções da internet, fez uma pesquisa com todas as ofertas que apareceram na plataforma em 2018 e quantas delas eram reais.

Segundo o levantamento, que levou em consideração as 121.045 promoções que foram enviadas, 33%, ou seja, 39.944 delas eram falsas. Isso representa que 1/3 das ofertas na internet não são confiáveis. Leandro Menezes, CTO do Promobit, ressalta que mais preocupante do que esse número, é o aumento considerável do ano passado, quando esse percentual era de 25%.

“Com o volume de envio de ofertas cada vez maior, tivemos que rever os critérios de avaliação das ofertas enviadas. Ao aumentar esse grau de exigência, identificamos que a quantidade de promoções que não são reais e lojas que não atendem aos critérios de segurança têm aumentado. No ano de 2017 tivemos cerca de 25% de todo o conteúdo enviado para nós bloqueados pelos mesmos critérios de avaliação, e em 2018 essa representatividade aumentou para 33%”, explica Menezes.

Preço alto é o maior problema

O estudo realizado pela plataforma de descontos também analisou o motivo pelo qual essas ofertas foram bloqueadas. Na grande maioria dos casos, 76%, o preço foi o principal motivador pelo bloqueio das ofertas, mas lojas não confiáveis, com 10,4% e marketplaces não confiáveis, com 9,8%, também foram bem representativos. Os 4% restantes eram formados por diversos outros motivos, incluindo phishing, links maliciosos e outros tipos de golpes.

Um dos motivos de ter tantas ofertas bloqueadas pelo preço alto é o rígido método de análise do Promobit, como explica Leandro Menezes. “Hoje, utilizamos ferramentas internas de histórico de preços e comparação de produtos, além de mecanismos para comparação com outras lojas. E assim identificamos quais são reais e quais estão pela ‘metade do dobro’, comenta o CTO.

“Também contamos com um score interno onde avaliamos se a loja é confiável e levamos em consideração desde selos de segurança até o tempo que o CNPJ existe. Temos sistemas automáticos que detectam se o site é um possível Phishing”, complementa.

Cuidado ainda maior em datas tradicionais de promoções

No levantamento, o Promobit encontrou um movimento de intensificação das ofertas falsas em todas as datas que são famosas pelas grandes promoções. Na Black Friday do ano passado, por exemplo, esse percentual subiu para 41%. Por isso, assim como os descontos, os cuidados devem ser mais altos.

“No último Black Friday, não apenas tivemos menos ofertas relevantes no total, como também notamos um aumento de promoções falsas. Recebemos mais envios com produtos que não estavam tão baratos ou lojas não confiáveis. Isso apenas nos reforça em acreditar que prestamos um serviço de curadoria de qualidade para nossos usuários. Hoje podemos dizer que nosso conteúdo é confiável, e nossa comunidade pode se preocupar apenas se está na hora certa de comprar determinado produto”, pontua Leandro Menezes.

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Free Free e Dzarm lançam collab inspirada no Outubro Rosa

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Free Free, plataforma e Instituto que trabalham pela liberdade física, emocional e financeira de mulheres, através de iniciativas que aceleram a equidade de gênero, a inclusão e a transformação social, lança uma collab em parceria com a marca Dzarm. Com o lema “A Nossa Liberdade é Pink”, as peças são inspiradas no Outubro Rosa, mês de conscientização e prevenção do câncer de mama, e apresentam estampas divertidas e mensagens cheias de significado, que podem ser usadas em diferentes ocasiões.

O projeto é uma iniciativa do Free Free Fashion, que trabalha a moda como ferramenta de cura e libertação. Com calças, vestidos e blusas, todos na cor rosa, a coleção busca trazer força e inspiração, celebrando o poder das mulheres e ressignificando o pink. “Nós acreditamos que a moda tem um grande poder de suporte, recuperação e resgate na vida das mulheres. O rosa não é uma cor frágil. Ele traz força, alegria e bom humor. Vesti-lo nesse momento que está todo mundo cansado e de luto significa ter coragem. O pink é superpower!”, afirma Yasmine McDougall Sterea, CEO e fundadora do Free Free.

Para combater o medo, a desinformação e a falta de acesso a consultas e exames, a DZARM e o Free Free estão doando 100 consultas médicas para o Horas da Vida, instituição sem fins lucrativos que atua promovendo a inclusão e o acesso gratuito à saúde para pessoas em situação de vulnerabilidade social. O projeto conta também com o apoio do laboratório Femme, que realizará doações de mamografias, reforçando a importância do diagnóstico precoce na luta contra o câncer de mama. Além de parte das vendas serem revertidas para os cursos e projetos de impacto do Free Free.

Entre as participantes do projeto estão Yasmine Sterea, Stella Yeshua, Leticia Nascimento, Rosa Saito, Stella Yeshua, Mônica Alcântara e Ana Arietti. Através da moda, todas elas transformaram suas vidas e formas de se expressar e de lidar com o corpo.

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Plataforma de conexão Portland usa o Intercâmbio Criativo Brasileiro como ferramenta de inovação

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A diversidade cultural representa o conjunto de costumes e tradições, que vão desenhando os comportamentos e valores em diferentes regiões. Uma porta se abriu durante a pandemia e veio para ficar, é um caminho sem volta em que os “hubs” estão na nuvem, o home office permite que diferentes culturas se conectem e, consequentemente, tragam novas perspectivas, visões e criatividade para os projetos.

E, falando de Brasil, por conta do seu extenso tamanho territorial, e sua diversidade abundante, notamos o quão grande é o seu potencial de troca de experiências e conhecimento.

Uma empresa é formada por seus funcionários em que, cada um deles, possui uma identidade cultural, uma história de vida. Logo, cada empresa é reflexo de quem a compõe. E, pensando assim, é importante que nesse “microambiente” sejam levadas em conta essas diferenças, para ser uma troca saudável e receptiva.

Exemplo desse intercâmbio de visões diferentes é a Portland, uma plataforma de conexão de diferentes realidades que atua para a reconstrução de um mercado mais humano e um mundo mais criativo.  Na 5ª temporada em 2021, expandiu sua rede em formato Webinar para além da diversidade étnica e social, considerando outros recortes demográficos que potencializaram a pluralidade das conexões.

A agência abriu seu processo seletivo à distância quebrando as barreiras do espaço físico, possibilitou a conexão com pessoas que, apesar de estarem longe, estão na mesma sintonia que a empresa. O resultado foi a inscrição de mais de 800 candidatos de todo o Brasil, que tiveram a oportunidade de mostrar o seu lado mais criativo para vagas conectadas pela Portland.

Com candidatos Portlanders mais diversos, os resultados elevaram: “Conseguimos ampliar as nossas visões para outros horizontes que possibilitaram a construção de projetos ainda mais humanos e, consequentemente, criativos. Foi possível integrar pessoas de diferentes lugares do Brasil trazendo as pessoas como protagonistas e representantes de diferentes recortes da diversidade, o que tem deixado nossos processos mais ricos e os resultados mais genuínos”, diz Bruno Höera, fundador da agência.

A mudança radical de comportamento no trabalho, de uma maneira geral, possibilitou ainda mais esse intercâmbio. A pandemia trouxe um protagonismo das áreas de RH das empresas e das agências que surgiu por conta da urgência das empresas precisarem entender as realidades de cada um de seus funcionários, identificando as suas necessidades particulares para um home office suficientemente estruturado e uma equipe mais acolhedora e empática.

Para a Portland, a diversidade é uma ferramenta de inovação e esse é um dos fatores que fazem do Brasil um país tão criativo. A pluralidade de pessoas em uma empresa permite um ambiente melhor de trabalho, mesmo que virtual, aumentando a produtividade e a rentabilidade das corporações. É uma conta simples, mas que apenas ficou óbvia quando o discurso ficou batido o suficiente para ser transformado em ações. E, muitas dessas ações validaram na prática o que estava difícil da teoria explicar.

A próxima temporada de recrutamento da Portland tem previsão de acontecer no verão – porque o sol é para todes. A ideia é ir mais além e trazer outra visão de diversidade. Em sua 6ª temporada, a diversidade etária não só será uma das pautas, mas também uma prática. “Na questão geracional, sabemos que atualmente há duas grandes lacunas na inclusão de pessoas: jovens que não têm experiência e não conseguem entrar no mercado; e ainda as que têm muitos anos de praia, mas não conseguem uma recolocação, principalmente por conta do preconceito em relação à atualização e uso de ferramentas e tecnologias – o que obviamente é um grande mito. A maturidade coloca os nossos processos e projetos em um outro patamar de entrega”, reflete Höera.

Se olharmos por outro lado, realmente existe um mercado inteiro a ser explorado. Enquanto muitas marcas focam suas comunicações na juventude, o Brasil vai aumentando a faixa etária da média da sua população. É, a partir daí, que a economia prateada vai ganhando espaço e relevância. Um grupo multicultural – seja de ideias, vivências ou idade – é de extrema importância, pois resulta em um ambiente mais agradável e dinâmico.

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