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TracyLocke cria protetor de tela que minera criptomoedas e arrecada fundos para causa sociais

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[vc_row][vc_column][vc_column_text]Imagine contribuir para causas humanitárias e ajudar pessoas a mudar o mundo a partir de um simples descanso de tela de computador? Parece fácil –e é mesmo! A Change.org, maior plataforma de petições online do mundo, e a TracyLocke Brasil criaram The Mining Screensaver, um protetor de tela que, uma vez instalado, usa seu computador para minerar criptomoedas e transformá-las em arrecadação para a Change.org Foundation, ajudando a promover mudanças em áreas como saúde, educação, direitos humanos, economia e política.

Na prática, basta um download (em https://theminingscreensaver.com/) e aquela saída para uma reunião durante o trabalho e o tempo ocioso do desktop ou do laptop se convertem automaticamente em doações. O processo de mineração funciona da seguinte maneira: o The Mining Screensaver realiza uma operação de pool mining, ou mineração em rede, o que significa que, sempre que os computadores com o protetor de tela instalado concluem cálculos de mineração, eles recebem micro frações de criptomoeda, que automaticamente são acumulados na carteira de posse da Change.org Foundation. O software é totalmente seguro e, quanto mais computadores estiverem minerando juntos, maior o poder de processamento, aumentando a arrecadação.

A fundação então destina a verba arrecadada para cumprir sua missão pelo mundo todo, com foco especial na América Latina e no Brasil. Hoje, mais de 12 milhões de brasileiros e brasileiras usam a Change.org para mudar o que quiserem em todas as partes do país, um número que cresce todos os dias. O site já registrou mais de 530 petições vitoriosas (cujos pedidos foram atendidos) desde 2012.

São histórias como a de uma família mineira que conseguiu fazer a Anvisa mudar seu posicionamento sobre um medicamento. Wiataiana de Freitas e Valdir Francisco coletaram 77 mil assinaturas em 2014 solicitando a liberação do canabidiol (substância encontrada na cannabis sativa) para tratar o filho que sofria de epilepsia aos 9 anos de idade. Via Change.org, a pressão na Anvisa e no então ministro da Saúde deu certo e a substância foi liberada um mês depois.

Petições também são usadas em causas humanitárias urgentes, como as mais de 1.600 criadas na Change.org para arrecadar fundos para a população do México após o terremoto de setembro de 2017, abrigadas sobre a hashtag #FuerzaMéxico e que mobilizaram mais de 3 milhões e 600 mil apoiadores. Em todos os casos, o trabalho das equipes da Change.org em cada país é dar suporte às pessoas que usam o site, juntar assinaturas, organizar entregas de petições e ato em apoio às causas, além de produzir conteúdo e trabalhar para cada petição ser destacada na mídia. Tudo isso financiado diretamente via doações individuais. Veja aqui muitas das vitórias conquistadas via Change.org: https://www.change.org/impact.

Com o The Mining Screensaver, a estimativa é que 10 mil pessoas com o protetor de tela instalado, com o computador ligado diariamente por 12 horas durante o período de 1 mês, possam arrecadar aproximadamente 10 mil dólares.

O projeto também busca parcerias com empresas, que podem apoiar a Change.org Foundation instalando o software nos computadores de seus escritórios, ajudando o projeto a crescer ainda mais.

Um estudo da Universidade da Califórnia Irvine concluiu que computadores desktop ficam em média 61% do tempo “inativos”, o que representa um potencial enorme de arrecadação destinada a causas sociais através de The Mining Screensaver.

“Nosso diferencial é contar histórias e empoderar pessoas no mundo todo via tecnologia – e o projeto vai ao encontro dessa missão. Fora que o screensaver resolve a questão do alto consumo de energia que normalmente se utiliza ao minerar criptomoedas. O que o The Mining Screensaver faz é transformar uma energia que seria desperdiçada em investimento social. Podemos dizer que receberemos doações ambientalmente sustentáveis, e isso é fantástico e inovador”, afirma Lucas Pretti, diretor-geral da Change.org no Brasil.

“Identificamos que havia uma sazonalidade na onda de doações e arrecadações no terceiro setor. Nosso grande desafio era, portanto, criar uma maneira simples e eficiente de em apenas um clique, tornar qualquer um com um computador em um doador recorrente”, afirma Pipo Calazans, CEO da TracyLocke Brasil,

“Vale ressaltar também, que este é um projeto open source, ou seja, qualquer ONG interessada em criar uma plataforma recorrente de arrecadação pode utilizar nosso protetor de tela”, diz Fábio Moran, Diretor Executivo de Criação da TracyLocke Brasil.

Saiba mais sobre o projeto em: https://theminingscreensaver.com/

E confira o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=yXHGQJz9Y3o[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Epson, Class e MCI fazem parceria para novas soluções em eventos digitais

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A Epson, líder mundial em tecnologias de projeção, uniu-se à Class TechExperience e à MCI, agência global de Engajamento e Marketing, para criar soluções de streaming usando técnicas combinadas com vídeo mapping. A parceria forneceu ao MCI Studio, em São Paulo, o que há de mais novo em projetores e lentes para projeção de ambientes. Só nestes equipamentos, os investimentos ultrapassam R$ 300 mil.

“Pouco ainda foi explorado sobre vídeo mapping e os eventos digitais. Nos eventos ao vivo, a técnica é consagrada e agrada plateias do mundo inteiro pela beleza e arte do conteúdo mapeado. Mas e no digital? Questões como luminosidade, streaming de superfícies mapeadas e retroprojeções ainda precisam ser mais exploradas e desafiadas e as descobertas prometem”, afirma o Business Innovation Director da MCI, Ney Neto.

Segundo Rodrigo Machado, Gerente de Negócios da Epson, as projeções permitem criar dinâmicas imersivas e criativas em tempos em que as lives estão se tornando cada vez mais populares e tornam-se aliadas às outras tecnologias utilizadas nesses ambientes como chroma-key. “O vídeo mapping é especialmente interessante para a criação de uma atmosfera diferenciada em estúdios de lives, por exemplo, possibilitando a interação com o conteúdo visual, sempre utilizando o espaço a seu favor de forma integrada. Para o espectador, os efeitos visuais são chamativos e criam engajamento”, explica.

“Os eventos digitais ainda estão sendo descobertos pelas empresas e pelo público e ainda há muito o que explorar. Na vanguarda dessa nova linguagem, estamos investindo na pesquisa e desenvolvimento do que vem pela frente quanto à experiência híbrida dos eventos. Combinamos diversas técnicas para criar experiências digitais imersivas para os clientes MCI e um dos protótipos que temos feito, em parceria com a Epson, é de integrar projeção mapeada ao streaming, conseguindo efeitos impressionantes para quem está assistindo o evento em casa”, complementa o Managing Director da MCI Brasil, Igor Tobias.

Muito além do streaming

O MCI Studio é uma das novidades da MCI no Brasil e nasce com a proposta de inovar as técnicas de transmissão de eventos digitais, proporcionando mais interatividade entre os participantes, além de eventos mais bonitos. A tecnologia empregada no espaço dá às marcas a possibilidade de combinarem cenografia, com técnicas de chroma-key, realidade expandida, realidade mista, animação 3D, inserindo efeitos especiais digitais para trazer uma linguagem mais cinematográfica para as transmissões.

Segundo Tobias, a modelagem 3D e o mix de realidades com técnicas digitais são tendência no Brasil. “Temos buscado referência nos estúdios de cinema, já bastante avançados nessas tecnologias. A Warner Bros realizou o evento DC Fandome, assinado pelo criativo Jim Lee, utilizando a técnica combinada entre realidade e animação 3D, criando uma experiência virtual diferenciada. O modelo foi seguido pela ComicCon, que combinou realidades físicas e digitais misturando o painel de LED ao chroma key. Alguns eventos estão agora experimentando esse mix de realidades adaptado ao formato híbrido. Através do uso da realidade expandida, por exemplo, os limites do espaço físico estão sendo cruzados. Eventos como o Worlds, a final do campeonato mundial de League of Legends, já utilizaram este recurso proporcionando uma incrível experiência para quem está em casa”, lembra.

No Brasil, ainda é necessário ter muito hardware para fazer eventos como o Worlds. “Mas aí é que entra a beleza da inovação. O entretenimento saiu na frente do mercado corporativo, as lives do ALOK e do Criolo têm sido consideradas as principais experiências de transmissão com realidade expandida. Já é possível criar experiências digitais com realidade expandida dispensando hardwares caríssimos”, enfatiza.

O departamento de inovação da MCI desenvolveu, por exemplo, o Cyber Meeting, uma tecnologia em parceria com a Class que permite aplicar palcos virtuais 3D para as transmissões de chroma-key, usando real time rendering, que oferece efeitos de câmera, animação digital 3, realidade expandida, trazendo mais dinamismo ao evento. A nova tecnologia permite ainda galerias simultâneas interativas, teletransporte do speaker (palestrantes em formato holográfico) e integração com qualquer plataforma de transmissão, inclusive com os grandes serviços de web-conference.

“O Cyber Meeting é uma tecnologia própria para o gerenciamento dos eventos digitais, que permite a MCI entregar diversas experiências aos eventos digitais de seus clientes como galerias virtuais, interatividade, conteúdos holográficos, inserções holográficas de palestrantes, e o efeito principal: a realidade estendida que permite cenários infinitos e eventos mais imersivos. Além disso, o Cyber resolve o problema da falta de qualidade na leitura de slides da maioria das transmissões tradicionais. ” diz Ney Neto, que esteve à frente da pesquisa e desenvolvimento do produto, ao lado dos engenheiros da Class TechExperience.

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Com metodologia e softwares próprios, AdClub transforma o marketing digital do Grupo Neoenergia

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Com o alto desenvolvimento das empresas e grandes níveis de atividades realizadas no dia a dia, a automação de processos tem se tornado cada vez mais frequente. Uma das tecnologias utilizadas para essa transformação, tem sido vista em soluções de Business Intelligence, que é capaz de suportar uma imensa quantidade de dados não estruturados e de fontes internas e externas, que possibilita a interpretação de forma ágil e precisa muito superior às formas manuais. Diante disso, a Tetris.co – braço de tecnologia do AdClub, grupo que reúne três empresas focadas em soluções de Marketing Online para grandes marcas – promove uma completa transformação do Marketing Digital do Grupo Neoenergia.

A partir da implementação de metodologias e softwares próprios, o Grupo passou a ter total controle e entendimento sobre seus investimentos em tempo real, possibilitando alocações de recursos mais assertivos e de maior retorno. “A Tetris.co nos ajuda a classificar e analisar nossos dados, tanto orgânicos quanto pagos, aumentando a eficiência de nossos investimentos de mídia online em todas as plataformas”, comenta Mariana Wirtzbiki Aoad, Gerente de Comunicação Externa do Grupo Neoenergia.

Para Pablo Lemos, CTO do AdClub, o maior desafio foi auxiliar na alta demanda do Grupo, que – por ser constituído por várias empresas – cada uma delas possuía áreas com verbas e atividades específicas. “Controlar o conteúdo e a performance de cada empresa era trabalhoso e lento. Reports eram feitos de forma manual, sem o detalhamento necessário e demoravam semanas para serem concluídos, impedindo qualquer possibilidade de respostas ágeis, tão importantes no universo da mídia digital. Além disso, eles precisavam entender de forma bastante granular a performance orgânica versus a mídia paga, algo impossível de ser feito manualmente frente ao volume de publicações que eles executam”, explica.

O primeiro passo do processo, foi a implementação de um processo forte de taxonomia. Toda a presença online do Grupo Neoenergia passou a rodar com especificações de nomenclatura, permitindo entender no detalhe a performance sobre o investimento de cada empresa e área. A Tetris.co foi responsável por desenvolver ferramentas para facilitar o processo e evangelizar, tanto o time de marketing digital quanto as agências, sobre a importância de permanecer fiel à nomenclatura. Na outra ponta, instalaram uma versão 100% customizada do software próprio de governança e visualização de dados, o Tetris oDash, com automações para entender a taxonomia e gerar relatórios em tempo real, facilmente acessíveis via computador, tablets ou celulares.

Em seguida, desenvolveram um algoritmo de inteligência artificial proprietário que automatizou o cruzamento da performance orgânica versus a paga, unificando a classificação dos dados ao nível mais granular possível. “Com o sistema 100% implementado e rodando, com dados digeridos, organizados e classificados em mãos, passamos a prover uma consultoria constante de inteligência de dados. Diante disso, o projeto que foi iniciado no início de 2020, hoje é parte central da área de marketing digital do Grupo Neoenergia”, se orgulha Pablo.

Dentre os resultados obtidos, internamente, o time de marketing digital conquistou uma poderosa autoridade para justificar seus investimentos e planejamentos, já que cada passo agora pode ser monitorado e seu desempenho comprovado de maneira direta e eficiente. Dos analistas de marketing digital aos diretores, o Grupo como um todo passou a conversar nos mesmos patamares, pois compartilham a mesma fonte da verdade sobre o desempenho das estratégias de todas as áreas. “Com apenas alguns cliques, qualquer pergunta sobre o desempenho do marketing digital, seja a nível macro (Quanto cada empresa gastou em 2020?) ou a nível micro (Quantas publicações sobre Coronavírus a área de Segurança fez no mês de Julho? E quanto foi o custo por engajamento?), pode ser respondida”, ressalta Pablo Lemos.

É importante dizer que, após a realização, é fundamental que haja um apoio constante. Principalmente porque o meio digital muda constantemente e sem um monitoramento a tendência é que o projeto se torne obsoleto. “De um lado, um imenso orgulho de participar de maneira fundamental na transformação digital de um cliente tão importante quanto o Grupo Neoenergia. Vencemos uma série de desafios, inovamos tanto em software quanto em estratégias e chegamos a um resultado fenomenal. Do outro lado, estamos animados com o volume de demandas que há pela frente. Acredito que 2020 foi só o começo. Já estamos trabalhando juntos em 2021, em um volume maior que no ano passado e espero que a parceria só cresça”, finaliza o CTO.
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