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Spotify e especialistas selecionam 12 novas artistas para entrarem na Casa de Música Escuta as Minas

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Artistas terão a oportunidade de gravarem seus próprios singles em ambiente feito por mulheres e para mulheres, e com equipamento de ponta

O Spotify, serviço de streaming de áudio mais popular do mundo, e um time de especialistas 100% formado por mulheres selecionaram as 12 novas artistas que vão entrar na Casa de Música Escuta as Minas. Uma casa feita por mulheres e para mulheres, o ambiente já está recebendo essas novas caras da música brasileira, que terão a oportunidade de gravar seus próprios singles em um estúdio e estrutura de primeira, com uma equipe técnica experiente e formada por alguns dos maiores nomes do mercado musical brasileiro. Essas mulheres também participarão de workshops, rodas de debate, conversas e outros eventos que acontecem na casa, localizada na zona oeste de São Paulo.

Antes dessas 12 novas artistas entrarem na casa, outros 12 talentos da música nacional já passaram por lá e deixaram suas músicas, suas histórias e muito aprendizado. Agora chegou a hora de outras 12 mulheres participarem do nosso projeto.

A seleção foi feita por um time de respeito e que já faz a diferença há muito tempo no mundo da música. Foram mais de 800 inscrições, mas Monique Dardenne, Camila Garófalo, Bia Rizzini, Letícia Tomás e Flávia Biggs estiveram ao lado do Spotify para selecionar essas mulheres incríveis, que representam os mais variados estilos musicais.

12 novas selecionadas da Casa de Música Escuta as Minas são:

Indy Naise – MPB
Deborah Crespo – Pop
Ana Olic – Pop
Amanda Magalhães – Pop
Funmilayo Afrobeat Orquestra – MPB
Rebeca – MPB
Karol de Souza – Hip Hop
JuP do Bairro – Hip Hop
Brunna Carvalho – Sertanejo
Andressa Hayalla – Samba
Marvvila – Funk
Mc Lynne – Funk

A Casa…

Nascida e criada para facilitar a troca de experiências entre artistas em ascensão, produtoras e profissionais desse mercado, além de impulsionar ainda mais essas vozes femininas na indústria da música, a Casa de Música Escuta as Minas possibilita também às artistas a participação de workshops, eventos, reuniões, conversas e, claro, gravarem suas próprias músicas.

A Casa de Música Escuta as Minas está “viva” em São Paulo desde junho e vai continuar até novembro. Localizada na zona oeste da capital paulista, ela está rodeada de grandes nomes do mercado como Lahn Lahn, Mahmundi, Florência Akamine (mixagem e masterização), Bia Paiva (técnica de som); Lilla Stip (engenheira de som); Allyne Cassini (engenheira de som), entre outras experientes profissionais do mundo da música. Todas elas participam da produção e edição dos singles.

Tanto as 12 primeiras artistas que participaram na primeira fase, como as novas recém-selecionadas representam os mais variados gêneros musicais como funk, sertanejo, gospel, pop, rock, hip hop, e também terão a oportunidade de se conectar com algumas artistas já renomadas que participaram do projeto como “madrinhas”. Negra Li, Priscilla Alcântara, MC Pocahontas, Maiara & Maraísa e Liniker estão envolvidas no projeto e estarão disponíveis para conversas com as mulheres selecionadas.

As 12 mulheres que já passaram pela Casa:

1LUM3
Ni Munhoz
Barbara Amorim
LUDI
Bibi Caetano
Souto MC
Marujos
Urias
Nina Oliveira
Samantha Machado
The Monic
Luana Marques

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Free Free e Dzarm lançam collab inspirada no Outubro Rosa

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Free Free, plataforma e Instituto que trabalham pela liberdade física, emocional e financeira de mulheres, através de iniciativas que aceleram a equidade de gênero, a inclusão e a transformação social, lança uma collab em parceria com a marca Dzarm. Com o lema “A Nossa Liberdade é Pink”, as peças são inspiradas no Outubro Rosa, mês de conscientização e prevenção do câncer de mama, e apresentam estampas divertidas e mensagens cheias de significado, que podem ser usadas em diferentes ocasiões.

O projeto é uma iniciativa do Free Free Fashion, que trabalha a moda como ferramenta de cura e libertação. Com calças, vestidos e blusas, todos na cor rosa, a coleção busca trazer força e inspiração, celebrando o poder das mulheres e ressignificando o pink. “Nós acreditamos que a moda tem um grande poder de suporte, recuperação e resgate na vida das mulheres. O rosa não é uma cor frágil. Ele traz força, alegria e bom humor. Vesti-lo nesse momento que está todo mundo cansado e de luto significa ter coragem. O pink é superpower!”, afirma Yasmine McDougall Sterea, CEO e fundadora do Free Free.

Para combater o medo, a desinformação e a falta de acesso a consultas e exames, a DZARM e o Free Free estão doando 100 consultas médicas para o Horas da Vida, instituição sem fins lucrativos que atua promovendo a inclusão e o acesso gratuito à saúde para pessoas em situação de vulnerabilidade social. O projeto conta também com o apoio do laboratório Femme, que realizará doações de mamografias, reforçando a importância do diagnóstico precoce na luta contra o câncer de mama. Além de parte das vendas serem revertidas para os cursos e projetos de impacto do Free Free.

Entre as participantes do projeto estão Yasmine Sterea, Stella Yeshua, Leticia Nascimento, Rosa Saito, Stella Yeshua, Mônica Alcântara e Ana Arietti. Através da moda, todas elas transformaram suas vidas e formas de se expressar e de lidar com o corpo.

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Plataforma de conexão Portland usa o Intercâmbio Criativo Brasileiro como ferramenta de inovação

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A diversidade cultural representa o conjunto de costumes e tradições, que vão desenhando os comportamentos e valores em diferentes regiões. Uma porta se abriu durante a pandemia e veio para ficar, é um caminho sem volta em que os “hubs” estão na nuvem, o home office permite que diferentes culturas se conectem e, consequentemente, tragam novas perspectivas, visões e criatividade para os projetos.

E, falando de Brasil, por conta do seu extenso tamanho territorial, e sua diversidade abundante, notamos o quão grande é o seu potencial de troca de experiências e conhecimento.

Uma empresa é formada por seus funcionários em que, cada um deles, possui uma identidade cultural, uma história de vida. Logo, cada empresa é reflexo de quem a compõe. E, pensando assim, é importante que nesse “microambiente” sejam levadas em conta essas diferenças, para ser uma troca saudável e receptiva.

Exemplo desse intercâmbio de visões diferentes é a Portland, uma plataforma de conexão de diferentes realidades que atua para a reconstrução de um mercado mais humano e um mundo mais criativo.  Na 5ª temporada em 2021, expandiu sua rede em formato Webinar para além da diversidade étnica e social, considerando outros recortes demográficos que potencializaram a pluralidade das conexões.

A agência abriu seu processo seletivo à distância quebrando as barreiras do espaço físico, possibilitou a conexão com pessoas que, apesar de estarem longe, estão na mesma sintonia que a empresa. O resultado foi a inscrição de mais de 800 candidatos de todo o Brasil, que tiveram a oportunidade de mostrar o seu lado mais criativo para vagas conectadas pela Portland.

Com candidatos Portlanders mais diversos, os resultados elevaram: “Conseguimos ampliar as nossas visões para outros horizontes que possibilitaram a construção de projetos ainda mais humanos e, consequentemente, criativos. Foi possível integrar pessoas de diferentes lugares do Brasil trazendo as pessoas como protagonistas e representantes de diferentes recortes da diversidade, o que tem deixado nossos processos mais ricos e os resultados mais genuínos”, diz Bruno Höera, fundador da agência.

A mudança radical de comportamento no trabalho, de uma maneira geral, possibilitou ainda mais esse intercâmbio. A pandemia trouxe um protagonismo das áreas de RH das empresas e das agências que surgiu por conta da urgência das empresas precisarem entender as realidades de cada um de seus funcionários, identificando as suas necessidades particulares para um home office suficientemente estruturado e uma equipe mais acolhedora e empática.

Para a Portland, a diversidade é uma ferramenta de inovação e esse é um dos fatores que fazem do Brasil um país tão criativo. A pluralidade de pessoas em uma empresa permite um ambiente melhor de trabalho, mesmo que virtual, aumentando a produtividade e a rentabilidade das corporações. É uma conta simples, mas que apenas ficou óbvia quando o discurso ficou batido o suficiente para ser transformado em ações. E, muitas dessas ações validaram na prática o que estava difícil da teoria explicar.

A próxima temporada de recrutamento da Portland tem previsão de acontecer no verão – porque o sol é para todes. A ideia é ir mais além e trazer outra visão de diversidade. Em sua 6ª temporada, a diversidade etária não só será uma das pautas, mas também uma prática. “Na questão geracional, sabemos que atualmente há duas grandes lacunas na inclusão de pessoas: jovens que não têm experiência e não conseguem entrar no mercado; e ainda as que têm muitos anos de praia, mas não conseguem uma recolocação, principalmente por conta do preconceito em relação à atualização e uso de ferramentas e tecnologias – o que obviamente é um grande mito. A maturidade coloca os nossos processos e projetos em um outro patamar de entrega”, reflete Höera.

Se olharmos por outro lado, realmente existe um mercado inteiro a ser explorado. Enquanto muitas marcas focam suas comunicações na juventude, o Brasil vai aumentando a faixa etária da média da sua população. É, a partir daí, que a economia prateada vai ganhando espaço e relevância. Um grupo multicultural – seja de ideias, vivências ou idade – é de extrema importância, pois resulta em um ambiente mais agradável e dinâmico.

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