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SAP Brasil e Amazon Web Services se juntam à agência Africa para aperfeiçoar o “Algoritmo da Vida”

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Ferramenta criada pela agência é capaz de identificar perfis de pessoas com problemas emocionais a partir dos textos produzidos, cuja linguagem sinaliza existência de um quadro de depressão
Participação da SAP Brasil e Amazon Web Services irá contribuir para desenvolver ainda mais o algoritmo e permitir que o projeto ganhe escala

Foi anunciada durante o evento SAP NOW, uma nova parceria entre a Africa, SAP Brasil e Amazon Web Services (AWS). Visando aprimorar e ampliar a escala do “Algoritmo da Vida”, projeto criado pela agência para prevenir suicídio por meio de análises de postagens públicas no Twitter, as empresas líderes no setor de tecnologia se unem ao projeto para aprimorar a ferramenta, aumentar a sua eficácia e potencializar seu alcance.

A parceria com a SAP permitirá que a solução e o banco de dados sejam replicados em um ambiente SAP HANA Cloud para refinamento do algoritmo por especialistas da SAP, como melhorias da base de dados e aplicação de inteligência preditiva (SAP Analytics Cloud), capaz de identificar mudanças de comportamento nos perfis monitorados e sinalizar quando uma ação imediata é necessária. Juntas, a SAP e a AWS disponibilizam um time de analistas de dados e engenheiros de solução que trabalharão na melhoria contínua do “Algoritmo da Vida”.

Luciana Coen, diretora de CSR e Comunicação na SAP Brasil, acredita que iniciativas como essa possuem forte impacto para identificar vulnerabilidades emocionais e ajudar para que as pessoas tenham acesso a serviços de apoio. “A tecnologia tem a capacidade de escalar a solução de problemas, podendo atingir mais pessoas. O Algoritmo da Vida é um projeto que abraçamos e que acreditamos que fará a diferença na vida de muitas pessoas”, diz. 

Toda a plataforma do Algoritmo da Vida rodará no ambiente de nuvem da Amazon Web Services, que também escalará profissionais do seu time de arquitetos de soluções para trabalhar no desenvolvimento da aplicação. A solução original desenvolvida pela Africa e Bizsys passará pela análise do programa Well-Architected, em busca de excelência operacional, segurança, confiabilidade, melhor desempenho e otimização de custos. 

“Somos uma companhia que tem obsessão pelos clientes e colocar toda nossa história de inovação em nuvem a serviço do bem-estar das pessoas, estejam elas onde estiverem, é uma forma de dar um sentido maior ao nosso primeiro princípio de liderança”, comenta Cleber Morais, diretor geral da AWS no Brasil. 

Para a Africa, além do conhecimento técnico disponibilizado pela SAP e AWS, a parceria agrega uma visão analítica, baseada em dados, que vai permitir ter o controle total da ferramenta, bem como um diagnóstico em tempo real do quadro de perfis monitorados e que, inclusive, podem ser disponibilizados para dar suporte às ações que engajem a sociedade em projetos de esclarecimento e combate à depressão, bem como dar subsídios para ações de saúde pública.

“O Algoritmo da Vida nasceu a partir de uma ideia da agência que agora alcança uma nova escala. Esse sempre foi um dos nossos objetivos, desde o início do projeto. Então é gratificante tirar do papel essa nova parceria e ver as áreas de comunicação e tecnologia unindo forças para gerar cada vez mais impacto positivo”, comenta Sergio Gordilho, copresidente e CCO da Africa. 

Como o Algoritmo da Vida funciona?

No mundo, mais de 1 milhão de pessoas tiram a própria vida a cada ano. Ou seja, uma morte a cada 40 segundos. O cenário nacional não é diferente. Todos os dias, 32 brasileiros se suicidam. Em 2018, foram 11 mil vidas. Segundo o Ministério da Saúde, os números também revelam que o suicídio aumentou 20% nos últimos cinco anos entre jovens de 15 a 19 anos. Essa já é a quarta causa mais frequente de morte entre jovens no país. 

Estudos de especialistas em saúde mental* indicam que pessoas com depressão usam recorrentemente um determinado grupo de palavras, como uma espécie de ‘gramática da depressão’ para indicar, mesmo em estágios iniciais, a ocorrência da doença. Naturalmente, esses sinais também se fazem presentes no comportamento nas redes sociais. 

Baseado nesses dados, foi criado o Algoritmo da Vida, um algoritmo capaz de identificar uma enorme variedade de palavras, expressões e frases que podem indicar sintomas de depressão nas postagens públicas dos usuários no Twitter. Após essa primeira fase de identificação da sequência de palavras e expressões, é realizada uma checagem cuidadosa por uma equipe treinada, para considerar contexto, ironias e recorrência de termos e periodicidade. 

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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