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Prático, acessível e intuitivo, o chatbot tem transformado a experiência de consumo

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Longe de fazer parte de um filme de ficção científica, a ferramenta, que funciona como um chat, deve movimentar US$ 1,23 bilhão até 2025

Talvez o nome não seja tão familiar, mas a experiência com os chatbots são cada vez mais comuns. Eles dão dicas de hotéis e viagens, atualizam a previsão do tempo, sugerem produtos nas compras de e-commerce, selecionam as notícias do dia e facilitam e agilizam o atendimento no SAC de diferentes empresas. Para quem não o conhece tecnicamente, o chatbot é um programa de computador que simula uma conversa humana por meio de um chat e o crescimento de seu uso nos últimos anos tem pelo menos dois bons motivos: para o consumidor, agilidade e melhor experiência na interação com as marcas e, para as empresas, redução de custos com o treinamento das equipes dos canais de atendimento.

Segundo um relatório da Grand View Research, o avanço do mercado de chatbots deve registrar um crescimento anual de 24% até 2025 e, até este mesmo ano, estima-se que movimentará US$ 1,23 bilhão. E não é por menos que a projeção é otimista. Uma pesquisa da consultoria PointSource revelou que, em 2017, 54% dos consumidores utilizaram aplicações envolvendo inteligência artificial em algum momento da jornada de compra e 49% afirmaram que o auxílio de um chatbot os fariam comprar com mais frequência. Embora a inteligência artificial possa ser usada em todos os segmentos do mercado, quem mais tem se beneficiado são os e-commerces, assistência médica, seguros e varejo.

“O uso dos chatbots tem auxiliado as empresas por diversas maneiras. Além de ser uma ferramenta que fica disponível 24 horas por dia, sete dias por semana e que transita em diferentes aplicativos sem prejuízo da informação, do facebook ao portal da loja, é programada para interagir com o consumidor na linguagem que ele está familiarizado. Isso significa incorporar gírias e abordá-lo de forma mais eficaz, seja por meio de voz ou mensagens. É um mundo de possibilidades que se abre entre empresas e consumidores”, destaca Alessandro Ribas, CEO e Co-Founder da Louyt, uma desenvolvedora de tecnologia e rede de franquias que oferece soluções em marketing digital com foco em mobile.

Ao aderir à ferramenta, é preciso ter em mente qual será a finalidade do bot, como vendas, dúvidas, captação de informações ou identificação do estágio do funil de vendas, por exemplo; para, na sequência, definir o canal em que ficará disponível. São com essas informações em mãos que será traçada a estratégia: como abordar o consumidor e através de quais canais (Facebook, Landing Page, SMS ou o próprio site). Mas vale frisar que, embora os chatbots representem uma significativa economia para as empresas, não é recomendável substituir o atendimento humano, uma vez que demandas mais complexas exigem inteligência emocional para resolvê-las.

“Como os chatbots são desenvolvidos por meio de inteligência artificial, eles podem ser treinados para conseguir entender a comunicação humana, mesmo que diante de pequenos erros de português, e abordar consumidores de maneira proativa, a partir de condições pré-definidas”, destaca Ribas. Significa que, dependendo de sua configuração, os bots podem indicar produtos e serviços mais precisos conciliando informações simples, como o tipo de resposta do interlocutor ou condições externas do ambiente, como calor, frio, chuva. A ideia é: que tal comprar um agasalho se está chegando uma frente fria ou um protetor solar no dia ensolarado?

O Chatbot pode ser utilizado para a captação de dados para ações de Marketing Digital. Através de “gatilhos” que são configuráveis, os bots podem pedir dados de contato, como nome, email e telefone, antes de dar ao cliente um link para o mesmo descarregar um e-book, por exemplo. Pode, também, após a coleta de dados, encaminhar os clientes a páginas específicas de vendas, de acordo com o rumo da conversa que teve com o cliente. “É a tecnologia ajudando as campanhas a serem mais assertivas e efetivas”, completa Alessandro Ribas.

Já para os consumidores, os chatbots vêm chamando atenção e auxiliando nas decisões de compras. Em alguns estabelecimentos, por exemplos, por meio de uma palavra-chave é possível receber dicas relacionados ao assunto ou, até mesmo, já encontrar a resposta para determinada dúvida. De maneira mais intuitiva, os clientes já não precisam mais aguardar durante muito tempo, ouvindo as estressantes músicas, antes de serem atendidos pela equipe de telemarketing. “É uma série de inconvenientes que os chatbots vem resolvendo, já que as respostas são instantâneas e atendidas dentro das ferramentas que os consumidores já estão acostumados a usar, uma vez que não há necessidade de instalação de um aplicativo adicional no smartphone, pois os bots rodam a partir de apps existentes”, ressalta o CEO da Louyt.

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Novo sistema de Inteligência Artificial reconhece imagens no PDV e gera economia

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Novas tecnologias vêm ganhando espaço nos pontos de venda, gerando agilidade, economia e conforto para os varejistas. E o uso de Inteligência Artificial é um forte aliado para avaliar o posicionamento e sortimento dos produtos nos PDVs usando redes neurais para reconhecimento de imagens.

A Digi, uma das mais relevantes empresas de marketing de incentivo e relacionamento do país, desenvolveu um sistema que utiliza a tecnologia de redes neurais para efetuar a leitura de milhares de imagens do PDV e gerar indicadores de acordo com os objetivos definidos pelas empresas de alimentos e bebidas, ou de outros setores, que podem estar relacionados a estoque, share, planograma, sortimento e preço. O resultado é devolvido em tempo real para as equipes de venda.

São leituras digitais que analisam variáveis como a exposição dos produtos, ruptura, invasão nas gôndolas, monitoramento da concorrência, sortimento e mix, entre outras, que além da agilidade e eficiência, praticamente zeram as fraudes. A nova tecnologia já está sendo testada por grandes empresas do setor de alimentos e bebidas no Brasil.

Esse produto Digi está sendo apresentado na APAS Show 2022, a maior feira de alimentos e bebidas da América Latina, que nesta 36ª edição, entre os dias 16 e 19 de maio, conta com o novo conceito “Além de Alimentos”.  Com isso, a feira passa a oferecer tudo de mais relevante para o setor, desde alimentos e bebidas, até tecnologia e inovação, passando por logística, finanças, infraestrutura, equipamentos e muito mais.

“Leituras de milhares de fotografias enviadas pelas equipes de merchandising até hoje são interpretadas por recursos humanos, ou seja, pessoas, que passam o dia analisando e classificando o material recebido. Um trabalho gigantesco e demorado, principalmente, para uma grande companhia que possui muitos produtos com distribuição nacional e diversos canais. Fica caro, passível de erro e gera pouco engajamento nas campanhas de incentivo para os times de venda, pois o retorno da avaliação demora”, analisa Marina Morato, diretora de Business Strategy da Digi.

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Hagens anuncia chegada do CPQD e Uniodonto

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A Hagens, casa de gente criativa e focada no desenvolvimento de projetos de transformação digital, inovação e marketing baseados em tecnologia e ciência de dados, anunciou a chegada de dois novos clientes ao portfólio. A agência está em plena expansão e agora passa a contar com as contas do CPQD (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações), uma das maiores instituições do setor da América Latina, e da Uniodonto, maior rede de atendimento em planos odontológicos do mundo.

Para o CPQD, a Hagens irá atender todas as frentes de comunicação, tanto no B2B e B2C, atuando no site e redes sociais, com foco na performance, trabalhando a imagem da empresa com produção de conteúdo técnico.

Já para a Uniodonto, a Hagens irá fazer uma comunicação integrada, on e off-line, tanto no B2B (para empresas e planos empresariais), como no B2C, para reforçar a tradição da marca. Além disso, também trabalhará com a Dental, loja física de produtos da cooperativa para dentistas, focando no digital.

“Assumir contas de duas marcas de tanta credibilidade é uma responsabilidade que traz consigo um grande desafio. Nossa missão será manter a postura de entregar um trabalho de excelência, pois nossos pilares em tecnologia e em comunicação se completam, oferecendo uma imersão única no mercado. Assim, podemos trabalhar todas as nossas expertises em um nível mais desafiador e relevante, pois CPQD e Uniodonto elevam ainda mais nosso posicionamento neste mercado”, celebra Clauber Scarparo, sócio e cofundador da Hagens.

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