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O uso de influenciadores digitais pelas marcas é tema de encontro na FAAP

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Participam o Social Media do Bradesco e o Ceo da Squid, plataforma de marketing de influencia. Evento é uma realização do curso de Comunicação em Mídia Sociais
A Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP) realiza no próximo dia 23 de agosto (quinta-feira), às 19h, a aula aberta “O Ciclo das Mídias Sociais, do Relacionamento à Cocriação”. Com moderação do professor Thiago Costa, coordenador do curso de Comunicação em Mídias Sociais, o evento contará com as presenças do gerente de Social Media do Bradesco, Marcelo Salgado, e do Ceo da Squid, Carlos Tristan.
Marcelo Salgado vai apresentar como o Bradesco identifica e seleciona creators e influenciadores digitais, enquanto Carlos Tristan explicará como a Squid participou, junto com o banco, do processo para identificar, recrutar e ativar microinfluenciadores.   
O uso de influenciadores pelas empresas como estratégica de marketing para aproximar a marca de seu consumidor ganhou força nos últimos cinco anos. O estudo Mídias Sociais 360º, publicado em abril de 2018 pelo Núcleo de Inovação em Mídia Digital da FAAP (NiMD), apontou que o volume de seguidores de um influenciador digital é, em média, nove vezes maior do que o de uma marca, quando analisados os perfis com mais interações na plataforma.
Mas, apesar dos números altos, é preciso ter cautela ao escolher um influenciador pelo volume de seguidores. Outro estudo desenvolvido pelo NiMD constatou que ter seguidores falsos é algo inevitável para os influenciadores digitais. Das 25 influencers que fizeram parte dessa pesquisa – das áreas de moda, beleza e qualidade de vida – cerca de 15% e até 25% possuem seus seguidores formados por perfis falsos ou que utilizam ferramentas para gerar interações automatizadas.
Esses estudos estão disponíveis na página do NiMD no site da FAAP (www.faap.br/nimd).
Para participar da aula aberta, é necessário fazer a inscrição pelo link: http://bit.ly/OCiclodasMídiasSociais.
“O Ciclo das Mídias Sociais, do Relacionamento à Cocriação”
Data: 23/8 (quinta-feira)
Horário: 19h
Local: FAAP – auditório 2
Informações: (11) 3662-7449
Entrada gratuita
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Rocky.Monks é o mais novo parceiro da JustForYou

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A agência digital full service Rocky.Monks, em mais uma movimentação de mercado, fecha uma nova parceria com a JustForYou, maior marca de personalização de produtos de hair care da América Latina. Com início neste ano, a parceria visa aumentar os resultados em mídias pagas, expandindo a marca  e ajudando na divulgação das novidades da empresa.

“Nosso time de Mídias Pagas já está a todo vapor. Para nós, é de suma importância parcerias com grandes empresas como é o caso da JustForYou, e tenho certeza de que, com um bom trabalho do nosso time, vamos atingir ótimos resultados para que essa parceria dure por muitos anos”, explica Daniela Gebara, sócia fundadora e diretora comercial da Rocky.Monks.

A JustForYou é mais um grande cliente como Telhanorte e Loungerie, que também compõem a carteira de mais de 80 clientes da Rocky.Monks. Além disso, em 2021, a agência foi reconhecida como uma das melhores agências de comunicação para se trabalhar pelo GPTW.

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Monetização de dados é componente importante da Transformação Digital que movimentará US$ 2,3 trilhões até 2032

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O conceito Data Driven e a consequente monetização desses dados cresce exponencialmente e cada vez mais deve fazer parte dos negócios em todos os níveis. O mercado de transformação digital vai movimentar US$ 2,3 trilhões até 2032, com crescimento médio de 14,2% ao ano, de acordo com o relatório Market Research Report da Fact.MR. Apenas este ano, a expectativa é de que o segmento atinja US$ 621 bilhões. A consultoria Forrester avalia que as empresas que são Data Driven estão crescendo 30% ao ano.

O consultor Caio Cunha, presidente da WSI Master Brasil e membro do Global WSI Internet Consultancy Advisory Board, afirma que o novo modelo significa sobrevivência no mercado. “Ser Data Driven hoje é um diferencial competitivo. Muitos dos concorrentes já adotam e os que não adotarem vão sair do mercado. Cada vez mais os clientes querem ações mais inteligentes”, sentencia o consultor.

Cunha explica que a empresa que é Data Driven usa uma base de dados estruturada, com informações concretas para a tomada de decisões, apoiada em ferramentas de Business Inteligence, inteligência de negócios na tradução. O sistema usa grande quantidade de dados de maneira rápida, segura e eficiente.

“Monetizar esses dados passou a ser interessante. Essas tecnologias podem ser usadas para reduzir custos com automação de tarefas, aumentar receitas identificando e servindo melhor os clientes, atrair mais clientes com engajamento reduzindo esforços, ser mais pessoal e melhorar qualidade dos serviços sem aumentar a equipe”, afirma o consultor.

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