Muzak transforma sua marca em música

12 de maio de 2017
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Em comemoração aos 25 anos de mercado, produtora de áudio se reposiciona como estúdio de criação e produção de conteúdo para diversos segmentos

O Som de Tudo é o novo conceito que a Muzak apresenta a clientes e parceiros, através do qual se posiciona no mercado de forma diferente, como estúdio de criação e produção de conteúdo para diversas plataformas. A diversificação de serviços para além da produção de jingles e spots já acontece há muito tempo. Mas a empresa agora se estrutura internamente para desenvolver produtos digitais e audiovisuais em parceria com produtoras e profissionais do mercado nacional.

Com sede no Recife e escritório em Brasília, a Muzak também celebra 25 anos de mercado. “A Muzak sempre produziu de forma bem diversificada, com atitudes proativas, seja na concepção de projetos publicitários, comerciais, culturais ou autorais, que precisavam fazer parte também do discurso e da oferta de serviços”, ressalta o publicitário Kleber de Brito, consultor no trabalho de reposicionamento.

“Alinhado ao conceito de storytelling, nós contamos histórias através de sons e músicas. Por isso, sentimos a necessidade de mudar também o posicionamento da empresa, bem como a marca, que foi assinada pela designer Lisa Siqueira”, complementa Marcelo Soares, diretor executivo.

 

A música da marca
Com O Som de Tudo, a Muzak que mostrar que tudo pode virar música, a começar pela própria marca da empresa – que foi recriada com linhas que remetem a fluidez das ondas sonoras. E o maestro Mateus Alves foi convidado para um desafio inédito: criar uma música a partir do movimento sugerido pelas linhas do novo logotipo.

“Basicamente coloquei a marca no pentagrama (pauta com cinco linhas) e depois fiz escolhas musicais baseadas no desenho do logotipo”, conta o maestro. A música que dá vida sonora à nova marca traz camadas eletrônicas e percussivas, regionais e universais, refletindo a pluralidade da Muzak. O processo criativo e o resultado final podem ser conferidos no minidoc produzido em parceria com o Ateliê Produções.

 

O som também é rei
Se o conteúdo é rei, como se costuma afirmar nos dias de hoje, ele pode ser apresentado através de imagens, textos, vídeo e som. Isso traz para o estúdio o desafio de participar da concepção de soluções criativas não só como produtora. Foi pensando assim que alguns projetos de relevância nacional surgiram. Recentemente, a Muzak foi convidada pela Cine Group a compor as trilhas da série de televisão e longa-metragem, como a DNA África, a série infantil de culinária Cozinhadinho, com a nutricionista Andrea Santa Rosa, e a série Brics – a nova classe média, exibidas em TV fechada.
Um case recente foi a repercussão da série de rádio Chico Taxista, criado para a Prefeitura do Recife, que teve formato de web e depois ganhou versão também para TV. Ações digitais para marcas como a Trident e Club Social também tiveram o áudio como elemento principal. O objetivo agora da Muzak é avançar em outras frentes como a concepção e produção de projetos audiovisuais que tenham a música como protagonista. Um dos primeiros trabalhos nesse sentido é a co-produção do documentário Sete corações, um filme que mostra, com muita delicadeza, o processo criativo dos grandes maestros de frevo de Pernambuco. “Registrar, documentar e difundir a arte musical das mais diversas maneiras é um dos nossos maiores objetivos, além de usar o som para provocar os sentidos como fazemos na publicidade”, conta Marcelo Soares.
Essa missão de registrar a produção musical brasileira está no DNA da Muzak há muito tempo, quando o estúdio fez uma parceria com o produtor e baterista da banda Nação Zumbi, Pupillo Oliveira. Projetos como Frevo do mundo e Baião de Viramundo foram resultados dessa união e contou com a participação de artistas renomados como Edu Lobo, Céu, Nação Zumbi, João Donato e Mundo Livre S.A. Outro exemplo é o álbum duplo Música Magneta com o registro de músicas dos Mestres da Guitarrada do Pará e versões eletrônicas assinadas por produtores musicais como Dj Dolores. “No final, tudo é som”, concluiu Soares.