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Mudar para crescer: MChecon Group apresenta novo posicionamento e mira expansão nacional

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Referência em cenografia no Brasil, companhia valorizará conexão mais dinâmica entre departamentos e anuncia chegada de três novas empresas ao grupo

Há 13 anos a M Checon chegou ao mercado e se destacou no setor de cenografia. Mais do que isso, a inovação sempre esteve presente em todas as iniciativas da empresa, o que contribuiu neste período para oferecer serviços e soluções que acompanhassem esses momentos, melhorando a experiência do cliente. O mercado mudou e a empresa evoluiu. Para oferecer mais valor agregado aos clientes, a companhia anuncia mudança de posicionamento que simboliza uma ressignificação da marca, associado à excelência na entrega.

“Os mais de dez anos atuando nesse segmento me deram visão e percepção do que viria a seguir. Essa experiência foi vital para que eu pensasse à frente e mudasse de forma estratégica nossa atuação. O novo momento nos faz entender que devemos trabalhar de forma mais concentrada e seletiva, diminuindo o volume de demandas que prolongam a rotina de trabalho e que não apresentam a rentabilidade significativa”, destaca Marcelo Checon, CEO e fundador do Grupo. Ou seja, as áreas de atuação se mantem, mas agora de forma mais premium.

Para fortalecer o posicionamento, a grande aposta é uma conexão mais dinâmica entre departamentos, profissionais e fornecedores. “Toda nossa equipe está em sintonia, se dedicando ao máximo a cada detalhe, material e acabamento. Esse é o caminho para elevarmos ainda mais o padrão das nossas entregas e aumentarmos o índice de satisfação dos clientes, retenção e consequentemente abrirmos novas portas e oportunidades de negócios”, destaca Checon.

Visando a expansão nacional com serviços personalizados, e reforçando a entrega qualificada para os quatro cantos do país, novas empresas entram para o Grupo M Checon, são elas: Arteval, de Joinville; Newlight, de Fortaleza; além da Triart, de São Paulo. “O eixo Rio-SãoPaulo é recheado de eventos e representa mais de 90% de nossas demandas, mas com a chegada dos novos associados com ampla atuação em todo Nordeste e Sul, temos perspectivas de ampliar nossa abrangência Nacional”, ressalta Marcelo. As três companhias passaram por um processo de seleção rigoroso, garantindo que tivessem os mesmos padrões M Checon, atuando de forma atenta a cada detalhe.

“Fizemos esta associação em negócios para aumentarmos nossa captação de clientes. Juntos somos mais fortes e abrangentes, o que amplia os resultados para todos”, destaca Roberto Picarelli, sócio proprietário da Triart.

O objetivo dos acordos é ampliar os locais de atuação, uma vez que cada estado tem um calendário próprio, com diversas festas regionais e muitas oportunidades fora do eixo. “Nordeste e Sul possuem particularidades e não aceitávamos alguns trabalhos por inviabilidade de custo devido à distância ou à falta de estrutura no local para respostas rápidas. Portando, o novo momento nos favorece na negociação e aproximação com os decisores”, completa Checon.

Com a chegada da Arteval, Triart e Newlight, estima-se um aumento de 15% no faturamento e também na demanda de trabalhos regionais. Além disso, as associações nos permitirão otimizar custos e aumentar nossa participação de mercado.

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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