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Leroy Merlin é parceira da CASA COR 2017 com estratégia criada pela SalveTribal Worldwide

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A visão sustentável da Rede permeará os ambientes da mostra neste ano

A Leroy Merlin sabe que muitas pessoas se inspiram na Casa Cor e acreditam que é possível fazer o mundo melhor. Diante disso, neste ano a Rede é parceira sustentável da mostra com estratégia criada pela SalveTribal Worldwide. Assim fazendo, acredita que exista a garantia de que as inspirações possam se transformar em lares melhores e que, sobretudo, ajudem o nosso planeta.

A 31ª edição da Casa Cor tem início no dia 23 de maio. Durante os dois meses do evento, no ambiente tombado do Jockey Club de São Paulo, a grande novidade é a participação da Leroy Merlin como a Parceira da Sustentabilidade. Assim, o universo da Arquitetura, Decoração, Design e Paisagismo proposto pela mostra, que neste ano tem o tema “Foco no Essencial”, será permeado pela consciência ambiental difundida pela rede de varejo com a maior variedade de produtos destinados às soluções propostas pelos profissionais que participam da mostra.

Leroy Merlin e a Casa Cor 2017
“Foco no Essencial”. Este é o tema da Casa Cor neste ano. Sob esse olhar a Leroy Merlin entende que pode apresentar soluções e produtos que casem com a proposta temática das casas, lofts, lounges, salas, banheiros, estúdios e apartamentos em exposição. Sempre com a orientação para o que é Sustentável. Afinal, é possível sentir-se bem, vivendo em espaços bem planejados com a consciência de minimizar os impactos ambientais.
“Na campanha #casadeverdade, lançada em fevereiro, nós aproximamos a marca aos clientes colocando luz sobre as histórias e transformações vividas dentro de suas casas. Acreditamos que a parceria entre Leroy Merlin e Casa Cor traz uma gama enorme de novas inspirações para que esses mesmos clientes construam novas transformações em suas casas e em suas vidas” explica Cassio Moron, Diretor de Criação da SalveTribal Worldwide.

Consciência
O tema sustentabilidade faz parte do dia a dia da Leroy Merlin. Trata-se da consolidação de uma co-construção com todos os Colaboradores que já acontece ao longo dos últimos oito anos. Programas internos nortearam ações e diretrizes de administração e condução da empresa, tornando a primeira rede de Varejo no país a contar com construções sustentáveis certificadas AQUA, de Alta Qualidade Ambiental, promovendo um menor impacto no meio ambiente.

Da construção de lojas modernas e certificadas ao incentivo à Indústria para maior produção de produtos responsáveis (seja pela fabricação ou utilização), a Leroy Merlin se coloca na vanguarda do conceito ao habitat sustentável.

Ações
Diversas ações estão sendo planejadas pela Leroy Merlin em conjunto com a SalveTribal Worldwide para acontecer durante a Casa Cor 2017 e visam incentivar o uso de opções acessíveis, sustentáveis e marcantes para que o Cliente renove o seu lar.

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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