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Jout Jout, Nah Cardoso e outros nomes participam de série sobre criadores de conteúdo digital no Brasil

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Com oito episódios, “Na Rede.BR” estreia na terça-feira, 8, e terá a participação de diversas personalidades que são referência nas mídias digitais nacionais

O canal de TV por assinatura Prime Box Brazil exibe, a partir das 21 horas de terça-feira, 8, a série “Na Rede.BR”. A nova produção brasileira retrata a rápida expansão dos criadores de conteúdo digital no país, com a participação de vários nomes que são referência nas mídias digitais nacionais: Nah Cardoso, Jout Jout, Ian SBF (diretor do Porta dos Fundos), Iberê Thenório e Mari Fúlvaro (do canal Manual do Mundo), Maíra Medeiros (Nunca te Pedi Nada), Nátaly Nery (do Afros e Afins, o maior canal de empoderamento negro do mundo), entre outros. O Prime Box Brazil é distribuído pelas principais operadoras de televisão paga do país, como Net, Sky, Claro, Vivo, Oi e Algar, entre outras.

A série “Na Rede.BR” é dividida em oito episódios, sendo que cada um deles carrega uma temática diferente. Inclusive sobre business, já que, há alguns anos, ser “youtuber” não era sequer especulado e, atualmente, é uma “carreira” almejada por muitos, além de possibilitar pessoas de todas as idades e classes sociais a ganharem posição de destaque nas mídias digitais. Nah Cardoso, Danielle Noce, Gil Giardelli e Fabi Fróes são os nomes que discutem esse assunto.

Para a produção da série, que foi realizada pelo canal DRelacionamentos, foram feitos levantamentos e análises com dados desde o ano de 2010 sobre diversas vertentes que tornam as mídias digitais ferramentas tão poderosas, cujos resultados podem apresentar benefícios e malefícios. O feminismo é um dos temas abordados, pois, após a ascensão das mídias digitais, os desabafos e denúncias são cada vez mais frequentes. Também há um questionamento a respeito do acesso de crianças que já não sabem mais viver sem internet, uma vez que, sem o devido controle dos pais, elas podem eventualmente se tornar vulneráveis a situações indesejáveis ou inapropriadas às suas idades.

Diversas outras discussões também são abordadas na série, como se é possível aplicar legislação para conteúdo produzido na internet da mesma forma que para a televisão, se os grandes veículos de comunicação podem “ruir” por conta das produções para a internet e se os produtores de conteúdo para o ambiente on-line não estão “amarrados” em grades de programação, se seguem manuais próprios na gestão do conteúdo que produzem ou se aderem às regras são aplicadas nos veículos convencionais.

Felipe Ventura e Jackeline Salomão, produtores executivos da série e administradores do canal DRelacionamentos, comentam sobre a importância da existência dos Criadores de Conteúdo digital, assim como uma série que estuda o impacto dessa categoria no Brasil. “Os hábitos das pessoas mudaram muito rápido e a tecnologia nos acelerou demais. Agora, ou aceleramos nossa compreensão e amadurecermos, ou seremos atropelados por uma nova forma de entretenimento e comunicação enquanto aguardamos o break comercial, afirma Felipe. “É importante que o Brasil olhe para a internet com seriedade e senso crítico, pois é dali que sairão nossas próximas grandes mudanças sociais, sejam elas positivas ou nem tanto”, completa Jackeline.

A sére “Na Rede.BR” terá episódios inéditos exibidos sempre nas noites de terça-feira, até o dia 26 de fevereiro, com reprises às quartas-feiras às 9 horas, aos sábados às 14 horas e aos domingos às 2 horas.

Sinopse por episódio

Episódio 1: Feminismo

Desde o formato dos vlogs, vídeos de denúncias e desabafos são disseminados em escala viral. O acesso das mulheres a narrativas comuns do dia-a-dia permite o fortalecimento do grupo e a insurgência da terceira onda feminista da história. Graças ao empoderamento feminino, o debate sobre igualdade entre gêneros alcança centros de poder político e econômico e expõe o problema do machismo e da normalização da cultura do estupro na sociedade. Jout Jout, Maíra Medeiros, Nataly Neri e Maria Guimarães conduzem a conversa.

Episódio 2: Kids

É possível dizer que a geração nascida no século 21 já não sabe como é viver em um mundo sem internet. O comportamento e a forma de se relacionar das crianças de hoje são completamente influenciadas pelo universo digital. Mas quem é responsável pelo que elas produzem e consomem na grande rede? Como regular a publicidade abusiva e a superexposição da faixa social mais vulnerável em um ambiente tão plural? Acompanhamos Eloá – do canal Eloá e Diversão -, sua mãe Eliana, a escola de youtubers mirins Happy Code, a advogada Ekaterine Karageorgiadis e a pesquisadora Luciana Corrêa para explorar esse assunto.

Episódio 3: Vloggers

De todas as previsões sobre empregos do futuro especuladas há alguns anos, nenhuma foi capaz de antecipar o surgimento do youtuber. Desde 2010, produtores de conteúdo brasileiros da maior plataforma de vídeo sob demanda do mundo exploram formatos e desenvolvem modelos de negócios desta carreira tão promissora do novo mercado. Danielle Noce, Nah Cardoso, Gil Giardelli e Fabi Fróes discutem o business e a história da produção de vídeo para a internet.

Episódio 4: Humor

De todos os formatos inovadores que aparecem nos vídeos digitais da internet, foi no gênero de humor a subversão mais evidente. O surgimento do canal Porta dos Fundos deixou claro que o formato da comédia e a televisão como um todo estavam envelhecendo. Mas as liberdades de linguagem da grande rede trouxeram de volta uma antiga discussão: quais são os limites do humor? Ian SBF, Bubarim e o advogado Marco Antônio dos Anjos discutem as fronteiras legais e éticas da comédia na internet.

Episódio 5: Educação

Canais educativos são uma das opções do variado cardápio disponível nas plataformas de vídeo. A internet possibilita que professores extrapolem os limites da sala de aula para alcançar os mais remotos rincões do Brasil. Mas como a educação pública poderia tirar proveito da extensa oferta de conteúdo educativo à disposição na rede? Rafael Procópio, Iberê Thenório, Mari Fúlfaro e especialistas discutem curadoria e alcance do conhecimento pelo YouTube e as possibilidades legais da prática da educação domiciliar.

Episódio 6: Periferia

A era digital e da banda larga democratizaram a produção audiovisual no Brasil e no mundo. Um dos seus efeitos mais revolucionários é permitir a qualquer pessoa ser protagonista das próprias histórias. A periferia, tão estigmatizada pela mídia tradicional, pode enfim retratar suas nuances e sua complexidade. Dona Rúbia, P.drão, Mamuti e Danilo Cymrot refletem sobre a vida simples, a produção musical e a criminalização da cultura de quem vive longe do centro.

Episódio 7: Diversidade

Dar voz a grupos excluídos das narrativas de mídia, como negros, gays e pessoas trans, permite uma reação organizada de um público que nunca havia sido devidamente representado na TV. Movimentos como o #OrgulhodeSer, promovido pelo YouTube, são capazes transformar autoestima, estruturas sociais e padrões publicitários. Com os holofotes sobre as questões negra e LGBT, o mercado se remodela e passa a atender o consumidor em suas diversas particularidades. Pedro HMC, Thiessa Woinbackk e Gabi Oliveira dão suas diferentes perspectivas sobre o assunto.

Episódio 8: Live

Os eventos esportivos e as coberturas jornalísticas ao vivo são os pilares econômicos das mídias tradicionais que a internet ainda não conseguiu derrubar. No entanto, ao que parece, essa ruína é uma questão de tempo. Thiago Romariz, Bruno Torturra, Bia Granja e Anderson Gurgel comentam a função das lives da internet na integração do usuário, a importância da não-intervenção do conteúdo pela edição de vídeo e refletem sobre o futuro dos direitos de transmissão das TVs.

SERVIÇO

Seriado ‘Na Rede.BR’

Novos episódios: todas as terças-feiras, às 21h

Reprises: quartas-feiras, às 9h; sábados, às 14h; e domingos, às 2h

Episódios: 08

Duração: 24 minutos por episódio

Classificação indicativa: Livre

Principais operadoras de TV por assinatura: NET, Sky, Claro TV, Oi TV e Vivo TV

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Digital

Raccoon.Monks vai atuar no desenvolvimento de e-commerces via VTEX

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A transformação digital acelerada provocou um crescimento exponencial das compras online, bem como o surgimento de diversos novos e-commerces. Segundo um estudo do PayPal, no último ano, 789 novas lojas virtuais foram criadas por dia no Brasil. Outro dado, da ConQuist Consultoria, mostrou que 71% dos brasileiros preferem comprar online do que fisicamente. Tais números mostram a força do e-commerce para o varejo nacional.

Sempre atenta nas movimentações de mercado, a agência digital full service Raccoon.Monks, uma das maiores da América Latina, oferece um novo serviço:  o desenvolvimento completo de e-commerces por meio da plataforma VTEX, uma das mais completas soluções disponíveis na área.

A agência escolheu a VTEX após estudos e feedbacks coletados com os parceiros e times de performance. “Atuamos com Desenvolvimento Web desde 2017, criando sites, blogs e Landing Pages para clientes como Nubank, iFood e MRV. Além disso, nos baseamos em performance e a VTEX se mostrou uma plataforma robusta, que garante toda infraestrutura para o bom funcionamento do e-commerce, incluindo segurança, escalabilidade e estabilidade, mesmo em picos de acessos ao site”, explica Luiz Fernando Bacellar, gerente de Tecnologia da Raccoon.Monks.

Outro benefício da plataforma é a tecnologia VTEX IO, que permite o desenvolvimento focado na experiência do usuário, já que a interface da loja independe do back-end (a estrutura e os códigos do servidor, que não são vistos pelo internauta). Isso facilita atualizações, além de trazer funcionalidades que podem ser aproveitadas na estratégia, como, por exemplo, a feature Live Shopping – ferramenta de transmissão e venda ao vivo.

O modelo de trabalho que a Raccoon.Monks oferece para criar e-commerces é completo. O início é na etapa Discovery, na qual é feito um mapeamento da jornada do usuário no site e das integrações que serão realizadas. Em seguida, vem a criação de wireframes e mockups, o desenvolvimento, a manutenção e o lançamento da loja virtual. Há, ainda, as estratégias de Data Analytics, SEO (otimização para mecanismos de busca), CRO (otimização da taxa de conversão) e mídias após o lançamento, para alavancar resultados de vendas.

O novo serviço busca tanto empresas que já possuem e-commerce e estão insatisfeitas com a performance, quanto empreendedores que estão iniciando, mas que já consideram a loja virtual como pilar da estratégia digital e omnichannel.

“Quando o site é desenvolvido desde o princípio para ser otimizado e com o tracking implementado corretamente, as estratégias de mídias, SEO e CRO se tornam muito mais eficientes em menos tempo. Buscamos oferecer uma solução de ponta a ponta para maximizar os resultados, a partir do desenvolvimento completo do e-commerce, para assim garantir uma base sólida para as estratégias de performance de nossos parceiros”, conta Bacellar.

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Riachuelo inova com inclusão digital e empoderamento dos clientes com autoatendimento

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Inovação, dinamismo e agilidade garantem à Riachuelo o posto de uma das maiores empresas de moda do Brasil. Mas foi na digitalização do atendimento ao cliente que a rede com mais de 360 lojas físicas, e-commerce, marketplace com mais de 170 sellers e 30 milhões de clientes no cartão Riachuelo, ganhou destaque em 2021.

Em abril do último ano, a Riachuelo decidiu oferecer o serviço de autoatendimento para seus clientes e escolheu a plataforma colaborativa DialMyApp, que digitaliza as ligações para centrais de atendimento e convida o cliente a olhar para a tela do seu smartphone. Lá o cliente encontra menus com variadas opções de autosserviço que solucionam problemas como segunda via da fatura do cartão, limite e desbloqueio do cartão, alterações cadastrais e outros serviços, sempre de forma digital e eliminando filas de espera no atendimento telefônico.

A plataforma DialMyApp é um hub digital que une todas as opções para atender seus clientes, que podem decidir seguir para: o atendimento humano, ir para o WhatsApp, seguir para o chat ou ficar no menu digital e ter uma excelente experiência de atendimento.

Segundo Keegan Nylander, Gerente de Grupo de Produtos de Crédito, Cobrança, CRM, WhatsApp e Atendimento da Midway, empresa financeira do Grupo Guararapes, controlador das lojas Riachuelo, o grande diferencial da plataforma DialMyApp é a forma didática como ela orienta o cliente a aderir ao atendimento digital. “Você pode ter todos os seus canais de atendimento digitalizados, mas ainda existe uma grande parcela da população que não sabe utilizá-los, quando o assunto é comercial. Enxergamos a plataforma como uma excelente oportunidade de educar digitalmente nossos clientes e ajudá-los a vivenciar uma excelente experiência”.

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