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Fórum Eventos reúne cerca de 500 participantes em São Paulo

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Reputação e nova jornada do consumidor estiveram entre os assuntos do segundo dia do encontro

Conteúdo e muito network marcaram a 6ª edição do Fórum Eventos, que reuniu especialistas nacionais e internacionais e um público de quase 500 pessoas, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo. Foram dois dias de atividades, em 19 painéis, que trouxeram as novidades e tendências da indústria, que está entre as que mais movimenta a economia nacional.

O segundo dia do Fórum iniciou com o painel O que você está fazendo por sua Reputação, com palestras de Philip Sykes, da The British School of Etiquette, e Marilia Duque, da Duke and Dots, moderado por Patrícia Junqueira, da Escola Brasileira de Etiqueta.

“A reputação é tudo, um pequeno erro pode custar o nosso emprego ou algo até mais grave. Podemos trabalhar duramente durante toda a vida, investir energias, levar 20 anos para construir nossa marca, mas levar apenas 5 minutos pra arruinar nossa reputação”, comentou Philip Sykes.

Sykes lembrou que leva apenas de três a seis segundos para fazermos julgamento de alguém que acabamos de conhecer. “Nós somos nossa marca pessoal, temos que investir em nós mesmos, honrar com nossas palavras, destacar-nos pelo que é correto. Etiqueta e bons modos vão muito além dos talheres à mesa, dizem respeito, inclusive, a como você faz com que as pessoas se sintam e o que pode fazer por elas”, enfatizou.

“Reputação é o somatório das nossas ações virtuosas e viciosas”, complementou Marília Duque. Em tempos de redes sociais, a preocupação com a reputação deve ser ainda maior, na opinião de Marília. “As redes têm persistência e buscabilidade, o nosso erro estará conservado e disponível para busca”.

Executivos da Mastercard, da Cabify, da The Group, da Avantgarde e da Omelete Inteligência estiveram juntos no painel Cliente & Agência, mostrando que a nova jornada do consumidor exige um olhar diferenciado.

“Precisamos olhar pessoas como pessoas. O que mais funciona é a empatia, porque nós também somos consumidores”, comentou a sócia-diretora da Omelete, Ana Del Mar. “Temos a premissa de entregar os produtos ou serviços da maneira correta. Falar em jornada, sem isto, não resolve. Mais do que a jornada, o modelo de interação entre as pessoas mudou e a empatia faz muito sentido”, complementou Gouglas Gomes, da The Group. “Tenho que me adequar ao tempo do consumidor, consumir o consumidor pra entregar o que ele está pedindo”, comentou Diego Cabral, da Avantgarde.

Como alavancar seus negócios através das redes foi o assunto do painel apresentado por Marcelo Politi, que compartilhou as estratégias de crescimento sua agência, a Nove Eventos, que faz gestão de centros de convenções. Mergulhar de cabeça no digital, entender as mudanças em marketing e vendas, desenhar o processo comercial e ajustar as ferramentas foram os recursos que garantiram o sucesso de trabalhos, como o feito pela Nove para o Rooftop5, em São Paulo.

“Apenas 10% das pessoas estão interessadas no assunto que levamos e somente 3% estão no momento da compra. Então, vale a pena investir mais tempo e recursos nestes 3%”, indicou. Para a captação desses leads, Politi enfatizou a importância do marketing de conteúdo e de dividir este conteúdo em mensagens “de topo, meio e fundo de funil” (citando as estratégias do funil de vendas, ensinadas no marketing digital). “A sequência é usar uma ferramenta que faça a intersecção do interesse da pessoa com o perfil dela, pra entregar para o seu departamento comercial. Criar um sistema de métricas e metas”, disse.

A experiência do SXSW – South by Southwest, um festival de economia criativa que acontece em Austin, EUA, foi trazida por Danilo Dallacqua, do Banco de Eventos, Sandro Vieira, da Mark Up, e Bruno Maduro, da Avantgarde, que enfatizaram a disponibilidade dos participantes em discutirem inovação, inteligência, tecnologia. “É um lugar onde se busca referência, informação, boas ideais para os nossos negócios. O SXSW é Cannes de bermuda”, comentou Sandro Vieira. “Velocidade e livre acesso à informação foi o que chamou a atenção, a democratização da informação em prol do anseio de todos em mudar as relações para melhor, a curto prazo. O senso de urgência e a colaboração coletiva foram o que mais saltaram aos olhos”, complementou Danilo Dallacqua.

O Fórum Eventos também teve a Formatura CEM, com a nova turma de oito especialistas em Gestão de Feiras e Eventos, certificados pelo IAEE – International Association of Exhibitions and Events, cujo vice-presidente, o norte-americano Scott Craighead expôs sobre a interferência e o impacto das tecnologias emergentes e da tecnologia sem fio 5G nas feiras, na palestra Os Eventos e as Novas Tecnologias.

Na sequência, especialistas de oito agências (Zum Brazil, F/Malta, Bethe B, D.Mattos, MCI Group, Bueno Arquitetura Cenográfica, Avantgarde e SRCom), além da Rede Globo, apresentaram os principais cases vencedores do Prêmio Caio 2017, a maior premiação da indústria de Eventos no Brasil.

Clientes e agências estiveram juntos novamente no painel Cliente & Agência – High Tech, High Touch, com a participação de Allyson Faria, da Siemens; Cadu Aun, do Twitter; Guilherme Ishikawa, da Aktuellmix; Ricardo Bruno, da Avantgarde; e Siomar Parreira, da Fuego. O assunto foi o uso da tecnologia nos eventos. “Na Siemens, vemos que a interface com o receptor da mensagem de um evento é extremamente importante. Temos utilizado apps de celulares, por exemplo, pra interagir com o público, fazendo quizzes, medimos a audiência e receptividade, disponibilizamos a agenda e conteúdos auxiliares”, afirmou Allyson Faria.

Para eventos corporativos, Cadu Aun lembrou que usar o Twitter para interagir com os interessados e participantes, antes, durante e depois do evento. “Você pode fazer perguntas usando uma hashtag, promover conversas pra saber o que o público quer saber e que tipo de conteúdo oferecer, durante o evento é possível promover enquetes e depois se apropriar da base construída pra ir conversando e estendendo a relação com o consumidor como base para o próximo evento”.

Flavia Gamonar, Top Voice LindedIn; Caroline Freitas, da Editora Reflexão; e Rafael Martins, participaram do “Disruptalks”, sobre atitudes, pessoas e Empreendedorismo Inovador.

“Como ser relevante. Essa é a discussão que tenho todos os dias com o meu vendedor. Procuro ser relevante nas redes, montar campanhas, colocar o dinheiro de forma pensada para que a livraria venha me procurar. As pessoas estão cansadas de mais do mesmo”, afirmou Caroline.

Rafael Martins comentou sobre a importância da “cara de pau”. “Precisamos conseguir virar referência no que fazemos sem praticamente ter recursos. Quando quebramos a barreira da vergonha, o quanto isso pode mudar a nossa vida como um todo? Já convidei palestrantes que achamos que nunca iriam ao evento, peguei o e-mail e fiz o convite. Fazemos muito e dá resultado”.

O último painel do dia reuniu novamente agências e clientes para falar sobre Inspiring Meeting, Inpiring Business, com a participação de Cláudio Rawicz, da Renault; Marina Santos, da Campari; Igor Tobias, da MCI Group; Marcelo Flores, da Playcorp e Mauricio Magalhães, da Agência Tudo, com a moderação de Toni Sando, do Visite São Paulo. A importância do destino para a realização dos eventos foi um dos pontos discutidos, além da participação da agência, a questão da juniorização nas equipes e o quanto este fator pode afetar no processo criativo.

“Muitos eventos que foram um sucesso não teríamos conseguido sem a intervenção e a parceria da agência. Ela precisa estar envolvida emocionalmente com o projeto e, assim, a gente consegue superar todas as burocracias”, enfatizou Marina Santos. A opinião foi compartilhada por Rawicz. “Pensamos no evento como um sonho e temos que sonhar junto com a agência. Quando ela entende o briefing, apresenta a ideia e compramos a ideia, temos uma cumplicidade e conseguimos voar mais alto”.

A 6ª edição do Fórum Eventos reuniu cerca de 500 participantes e finalizou com sorteios de 4 finais de semana em hotéis, para que os participantes conheçam o destino Foz do Iguaçu.

O encontro teve apoio institucional da CNC, Sesc, Senac e destino México e patrocínio do Centro de Convenções Rebouças, Grupo Eldorado, Bueno Arquitetura Cenográfica, Projetech Eventos, RSTcom, Expo Center Norte, Rio CVB, Royal Palm Hall Eventos, GJP Hotels & Resorts e Teleeventos. GL Events, Universidade Corporativa Comendadeira Helena Lundgren e Yazo Connecting Experiences; Hathor Comunicação, Moblee, Tech House, Grupo Atual Victória, Vice Versa, Stoc, Levitatur, HZ Eventos, Pombo Lindberg, Trembão e Cabify. Entidades apoiadoras: AMPRO – Associação de Marketing Promocional, Unedestinos, ABEOC Brasil – Associação Brasileira de Empresas de Eventos, ForEventos – Fórum do Setor de Eventos, UneDestinos, MPI Brazil – Meeting Professionals International, IAEE – International Association of Exhibitions and Events e CEM – Certified in Exhibition Management.

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MOOC se une ao TikToK para campanha que exalta a comunidade negra na plataforma

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O Movimento Observador Criativo (MOOC) foi convidado pelo Tik Tok para ajudar no desafio de conectar a plataforma à comunidade negra de forma autêntica, relevante e constante, com ações e pautas que impactem a comunidade o ano todo e não só no mês de novembro. Em um trabalho conjunto, o coletivo e a rede social chegaram ao conceito criativo da campanha com a hashtag #NaMinhaPelePreta, que compreende a importância da comunidade negra para a cultura brasileira.

Ao longo de quatro dias de sprints, com sessões focadas em imergir na realidade da marca, as empresas estudaram e mapearam como a plataforma se relaciona com a comunidade negra. Em conjunto, o coletivo e a rede social chegaram ao conceito “A pluralidade negra cabe aqui”, compreendendo toda a variedade de conteúdos dos creators negros e a identidade democrática do TikTok.

E, com o objetivo de contar, paralelamente, sobre o individual e o plural em ser negro, além de reafirmar o potencial dos criadores pretos da plataforma, as marcas criaram a hashtag #NaMinhaPelePreta para incentivar postagens com dicas de leitura, música, educação, comédia, gaming, esportes, beleza, entre outros assuntos, que incentivam a comunidade negra na cultura brasileira.

A MOOC é a agência responsável pelo planejamento estratégico e desenvolvimento do conceito criativo da campanha que exalta a comunidade negra no TikTok, reafirmando o potencial dos criadores pretos da plataforma.
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ABA e mercado reforçam importância das boas práticas

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A ABA (Associação Brasileira de Anunciantes) lançou o Guia de Melhores Práticas ao Mercado Publicitário: Por uma Publicidade Livre, Pujante, Transparente, Ética e Responsável, um compilado de princípios e modernas técnicas que descrevem condutas e padrões de excelência na contratação e governança da publicidade, enaltecendo a liberdade de negociação, a transparência nos relacionamentos e a busca por eficiência e qualidade na prestação dos serviços, apoiando, assim, o crescimento sustentável do ecossistema publicitário.
As boas práticas exploradas no documento são resumidas em oito princípios: Livre negociação e boa-fé no relacionamento entre as partes; transparência e clareza entre as partes quanto aos processos, custos de operação e fontes de receita; justa remuneração e equilíbrio contratual, sem imposições, limitações e/ou discriminações injustificadas por qualquer das partes envolvidas; valorização da qualidade e responsividade dos parceiros, com compromisso de todos com uma mídia visível, confiável (dados) e amigável ao consumidor; investimento perene em sistemas para auditoria e medição independente do mercado, em especial da audiência; busca do brand safety e brand suitability; ética e responsabilidade no desenvolvimento e veiculação da publicidade, e compromisso maior com a sustentabilidade do ecossistema.

O lançamento do Guia de Melhores Práticas ao Mercado Publicitário: Por uma Publicidade Livre, Pujante, Transparente, Ética e Responsável aconteceu, com destaque, durante o ABA’s Day, dia promovido pela Entidade para encerrar um ano de entregas relevantes aos seus associados e ao mercado. Além do guia, a ocasião contou com a inauguração da nova sede própria da ABA; a Reunião Anual do Conselho Superior da Associação; o lançamento do livro “Reflexões – Diversidade & Inclusão”, elaborado com a parceria de Andrea Roma, da Editora Leader; e do livro “O Pulo do Gato – Governança e Compliance da ABA”.

O Guia de Melhores Práticas ao Mercado Publicitário: Por uma Publicidade Livre, Pujante, Transparente, Ética e Responsável é uma contribuição sincera da ABA ao futuro do setor, sendo resultado de centenas de convites, mais de 40 horas de trabalho voluntário e debates das mais de 80 lideranças do mercado, membros do Movimento pelas Boas Práticas do Mercado Publicitário Brasileiro. Construído em torno do diálogo e da busca pela identificação das melhores práticas no mercado de comunicação, o movimento, que resultou do convite da ABA ao mercado para o diálogo, foi sendo construído a partir de centenas de mãos voluntárias de 30 anunciantes, públicos e privados; 15 agências e grupos de comunicação, 15 veículos e plataformas e 10 entidades do mercado, que aprofundaram as discussões sobre a desafiadora empreitada de evolução setorial, contribuindo para colocar a publicidade Brasileira em níveis de eficiência e qualidade ainda mais elevados.

“A ABA se organizou, local e globalmente, em torno da identificação e descrição organizada daquilo que o mercado vem vocalizando como boas práticas para um ecossistema cada vez mais transparente, ético e justo, pois sabemos ser também nossa missão institucional sugerir caminhos para garantir a qualidade e eficiência do setor. Estamos certos de que nossa contribuição para com um mercado atualizado e cada vez mais dinâmico representa um movimento que acompanha o mundo em que vivemos, cuja velocidade de mudança e modernização seguem em ritmos acelerados”, afirma Nelcina Tropardi, presidente da ABA e vice-presidente e cofundadora da Arca+.

Ela acrescenta ainda que “a ABA, praticando sua vocação para o protagonismo colaborativo, mobilizou mais de 80 lideranças do mercado para construírem juntos e de modo voluntário, com alto nível de compliance e engajamento, um movimento que vai ao encontro do propósito de mobilizar o marketing para transformar negócios e sociedade”.

Frank Pflaumer, 1º vice-presidente da ABA e vice-presidente de Marketing & Comunicação da Nestlé, complementa que “o Brasil sempre foi referência no mercado publicitário mundial. Louros merecidos, que, porém, não são garantia de sucesso em um ambiente tão diverso e desafiador. E no que se tange às formas de relacionamento entre os mais diferentes atores e elos do ecossistema publicitário há um consenso geral de que evoluir é possível e preciso.”
O Movimento de Boas Práticas do Mercado Publicitário Brasileiro foi composto por quatro grandes Grupos de Trabalho (GTs) perenes que trataram, para a elaboração do Guia de Melhores Práticas ao Mercado Publicitário: Por uma Publicidade Livre, Pujante, Transparente, Ética e Responsável, dos seguintes temas: livre negociação e estruturas de negócios, boas práticas de compra e entrega de mídia, boas práticas de métricas de mídia, e relacionamento entre agências e anunciantes.
Livre negociação e estruturas de negócios
Esse grupo de trabalho, liderado por Denis Onishi, ex-presidente do Comitê de Mídia da ABA, e com suplência da Sheila Vieira, do Grupo Boticário e Presidente do Comitê de Sourcing da ABA, teve como objetivo promover discussões sobre modelos de negócios éticos, transparentes e responsáveis, em apoio à livre negociação do mercado.

“A ideia dos membros deste GT foi estudar as estruturas existentes no ecossistema publicitário, incluindo representantes dos mais diversos participantes do setor, para valorizar aquelas que propiciam modelos de transparência mais adequados a toda a cadeia de agentes do mercado.” afirma Denis Onishi.
Compra e entrega de mídia

Com a expansão do digital ao longo da última década e a expansão e surgimento de novas tecnologias, o grupo de trabalho “Boas práticas de compra e entrega de mídia” busca, a partir do diálogo entre marcas, plataformas, institutos de pesquisa e empresas de mídia, desenvolver propostas que podem beneficiar todo o mercado, oferecendo transparência nos modelos de negociação.
O grupo é liderado por Marco Frade, da Diageo e Presidente do Comitê de Mídia da ABA, e tem Flavia Molina, da Domino’s Pizza e Diretora da ABA, como suplente.
“Para a ABA, há alguns princípios importantes e que estão no dia a dia do trabalho, que tendem a avançar muito com o diagnóstico que foi desenvolvido e apresentado no paper final, como o combate às fraudes (brand safety); garantia de mídia visível (viewability), confiável e amigável ao consumidor; e a valorização de auditoria e medição do mercado.” reforça Marco Frade.
Métricas de mídia
Nesse processo de transformações constantes do mercado de mídia, identificar as melhores práticas para análise e mensuração de resultados é um dos grandes desafios da indústria de comunicação. O GT de “Boas práticas de métricas de Mídia” tem a missão de contribuir para com esse debate, provocando discussões sobre a valorização dos padrões básicos de ética e responsabilidade do mercado de maneira contínua e aplicável nas mais diversas métricas.
Liderou o GT Ivan Rysovas, do GPA, que contou com Ana Carolina, do Banco do Brasil, como suplente.
Ivan pontua que “neste GT estudou-se as possibilidades de ampliação do escopo das métricas atualmente disponíveis para todos os meios analisados, de forma que no futuro possam ser auditadas, que possuam parâmetros de aferição aceitos por todos e, além disso, que haja recorrência nas atualizações dos dados e integração de dados no Cross Media. Tudo isso traz muita transparência e eficiência para as relações” .
Relacionamento entre agências e anunciantes

Em um tempo em que as relações genuínas ganham cada vez mais valor, esse grupo de trabalho foi criado para aprofundar as interações institucionais entre as diversas áreas do ecossistema da comunicação. Tem a missão de estimular iniciativas para atualizar as boas práticas apontando os pilares de parcerias produtivas e eficientes entre clientes e agências. A partir de um olhar que analisa o sistema como um todo, os profissionais que fazem parte do GT trabalharam em ideias e projetos que possibilitem ganhos coletivos, em benefício de um mercado cada vez mais dinâmico e eficiente.

O GT é liderado por Frank Pflaumer, que tem como suplente Raquel Ogando, da BRF.

“Identificamos oportunidades que podem contribuir para otimizar investimentos, promover um ambiente de negócios livre e responsável e desenvolver estratégias que contemplem um relacionamento muito eficiente e sustentável entre os parceiros. Por isso, nosso grupo debateu com muito cuidado, principalmente, sobre cinco temas que, conforme é notório no setor, normalmente influenciam diretamente nesses aspectos citados, a saber: transparência e sustentabilidade como pilares do trabalho do GT; reflexões gerais sobre os modelos de remuneração mais eficientes; reflexões gerais sobre valor e impacto como critérios que precisam ser baseados em resultados objetivamente mensuráveis; a importância da revalorização dos agentes do mercado, especialmente agências e líderes de marketing dos anunciantes; e reflexões sobre a importância da Educação do mercado em transformação.” afirma Frank.

A ABA acentua a todo momento que o Guia de Melhores Práticas ao Mercado Publicitário: Por uma Publicidade Livre, Pujante, Transparente, Ética e Responsável não pretende personificar qualquer código autorregulamentar ou proposta de novas Normas-Padrão, mas sim abordar boas práticas voluntárias que devem ser conhecidas por todos e constantemente revisitadas, ajustadas e incrementadas, haja vista a quase diária evolução e grande dinamismo do setor, de seus agentes econômicos e das demandas de seus consumidores.
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