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Agências

F.biz: um balanço de 20 anos

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A história do site pioneiro da internet que virou uma das mais cobiçadas agências do País

Reconhecida pelo relatório do Agency Scopen como a mais exemplar entre as agências brasileiras e a número 1 em capacidade digital, a F.biz completa 20 anos em 2019. Está hoje entre as agências brasileiras mais admiradas pelos clientes. O segredo é a flexibilidade na condução do negócio para atender cada cliente de forma individualizada e agilidade para entregar soluções completas.

A F.biz nasceu de O Fulano, site de entretenimento pioneiro na história da internet no Brasil, em 1999. Ali era possível encontrar quizz, enquetes pessoais, canais de namoro e apostas em resultados de partidas esportivas. As pessoas participavam de competições, conheciam outras pessoas, se divertiam, ficavam informadas e ainda ganhavam prêmios. Uma parceria com o iBest possibilitou aos usuários do site acesso discado gratuito e a possibilidade de participar do que seria um ensaio de rede social, O Beltrano – ambiente digital onde as pessoas podiam interagir e fazer parte de diversas comunidades.

O Fulano chegou a registrar 56 milhões de visitas ao mês e a ter um banco de mais de 1 milhão de usuários. Ao lado do entretenimento, O Fulano já trabalhava com algo que explodiria logo depois: a publicidade direcionada. Aí surgia a F.biz, com a proposta de atuar como uma produtora digital, focada em promoções, relacionamento e database marketing. Seus primeiros trabalhos foram para MTV, iG e Editora Abril.

No início, a mídia começou na F.biz por meio dos links patrocinados, mas com o passar do tempo, a agência se tornou uma reconhecida expertem publicidade digital. Entre 2007 e 2008, se adaptou novamente, passando a atuar como uma agência digital. A virada veio em 2009, quando a Unilever resolveu dar a gestão de publicidade online nas mãos da F.biz. 

Em 2011, teve 70% do seu capital adquirido pelo WPP Group, mantendo a independência e respondendo diretamente ao board da holding e, em 2014, se apresentou pela primeira vez como uma agência de comunicação integrada, tendo Motorola como cliente fundador desse novo formato. No mesmo ano, assumiu o topo do ranking das agências digitais do Brasil na leitura da Agency Scope, posição esta que mantém até hoje.

Quatro anos mais tarde, a Kantar Ibope Media apontou a F.biz como a agência que mais cresceu em compra de mídia no Brasil, com um acréscimo de 88%. Nesse mesmo ano, a agência foi reconhecida pela Agency Scope como a mais exemplar entre as agências integradas, a número 1 em capacidade digital e em Data Analytics, além de ter um time de atendimento com 100% de aprovação dos clientes. “A F.biz foi pioneira na comunicação digital no Brasil e tem ganhado relevância junto com o crescimento do digital para os negócios e para as empresas. Na primeira fase, o foco foi na construção da mídia digital e na segunda fase, no digital como o centro da comunicação para os clientes. E agora, a tecnologia virou o centro dos negócios dos clientes e por isso, ter um parceiro como a F.biz é fundamental para qualquer empresa que pretende liderar seu mercado no futuro”, diz Roberto Grosman, sócio e co-CEO da F.biz.

A F.biz abriu a sua terceira  década de vida anunciando a chegada de Fernand Alphen para dividir a presidência com o fundador Roberto Grosman, consolidando um plano de ação para os próximos cinco anos. “O futuro da comunicação será totalmente diferente do passado, mas será também, diametralmente distinto daquilo que achamos que ele será. Portanto, precisamos desconfiar das certezas, experimentar e nos adaptar”, diz Alphen.

Para compor o board ao lado de Marcello Hummel (Chief Operating Officer), Juliana Nascimento (Chief Business Officer) e Renata d’Ávila (Chief Strategy Officer), Adriano Alarcon chegou como CCO (Chief Creative Officer). O departamento de Recursos Humanos transformou-se em Diretoria de Cultura e Pessoas sob a direção de Juliana Amorim.

Nestes 20 anos, algumas áreas da F.biz cresceram tanto que se transformaram em novos negócios independentes. Esse foi o caso da MUV – unidade de negócio que desenvolve soluções de mobile marketing para as marcas, além de conectá-las às operadoras de telefonia –, e de Match, especialista em promover experiências relevantes e personalizadas por meio de dados acionáveis, tecnologia conectada e novos processos. Também compõem o grupo o b2biz, área de B2B Marketing da F.biz.

Hoje, a agência atende Jeep, James Delivery, Samsung, Popeyes, Unilever (Rexona, Clear, Comfort, Closeup, Cif, Dove, Seda, TRESemmé), Rico e Ânima Educação.

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Agências

Ampla conquista a conta da Margarina Primor

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A Ampla – agência com sede em Recife (PE) e escritórios em Vitória (ES), Aracaju (SE) e Maceió (AL) – acaba de conquistar a conta da Margarina Primor, líder no segmento de margarinas de consumo nas regiões Norte e Nordeste. A agência cuidará de toda a comunicação e campanhas on e off-line da Margarina Primor. A marca pertence à Seara, da JBS.

“A Ampla será uma parceira estratégica da Primor na região. Vamos apoiar a marca no fortalecimento de sua liderança, além de reforçar para o consumidor a inovação e a qualidade dos produtos Seara”, explica Queiroz Filho, co-presidente da Ampla.

A Seara também possui as marcas Delícia, Doriana, Delicata, Gradina, Salada, Ricca, Cremosy e Cukin, e ocupa, atualmente, a segunda posição no mercado brasileiro de margarinas, com 35,5% de participação.
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Agências

WWF-Brasil e Loop Brands firmam parceria para gestão de contratos de licenciamento

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Num mundo cada vez mais consciente, no qual as pessoas estão mais atentas ao desperdício, reciclagem, reuso e consumo sustentável, o WWF-Brasil licencia seu icônico panda  – uma das marcas mais reconhecidas e queridas no mundo – com o objetivo de comunicar suas mensagens de conservação em prol do meio ambiente para um maior público possível, com produtos sustentáveis e que expressem as causas defendidas pela organização e que são endossadas pelos consumidores.

A agência escolhida para o gerenciamento da marca é a Loop Brands, já reconhecida no segmento de causas relacionadas com saúde, meio ambiente e relações sociais. A empresa será responsável pela prospecção e gerenciamento dos contratos de licenciamento de produtos que visem um mundo mais sustentável, com maior respeito à biodiversidade e menor desperdício e pegada de carbono.

Os produtos que estamparão a marca WWF no Brasil possuirão caráter educativo e de comprometimento ativo. Eles trarão mensagens de conservação como forma de expressão daqueles que se identificam com a causa ambiental. O objetivo é proporcionar às pessoas o sentimento de pertencimento e oportunidade de externar opiniões, trazendo informações novas que as estimulem a reflexão sobre o planeta e suas responsabilidades com o meio ambiente.

Para evitar a geração excessiva de lixo, toda a produção será amigável com o meio ambiente, desde a embalagem que deve gerar o mínimo possível de resíduos, incorporando materiais reciclados ou reutilizáveis até o produto em si, que deve ser inteligente, com design consistente, durável, com função e propósito, feitos de materiais sustentáveis ou alimentados por energias renováveis.

A iniciativa ocorre num momento de expansão da consciência ambiental em que boa parte dos consumidores são totalmente favoráveis ao marketing de causa, conforme sinaliza a pesquisa Ipsos 2019. Na mesma análise, 34% das pessoas disseram ter adquirido no último ano, produtos que destinaram parte do seu valor a causas sociais, culturais ou ambientais. Para Murilo Hinojosa, sócio-fundador da Loop Brands, o anúncio de licenciamento da marca chega em boa hora. “os consumidores valorizam e estão dispostos a adquirir produtos fabricados da maneira ambientalmente correta”.

Gabriela Yamaguchi, diretora de sociedade engajada do WWF-Brasil afirma que “mais que uma parceria, a ação representa um esforço de adequação às tendências de comportamento e engajamento da sociedade. Trata-se de mais uma iniciativa do WWF-Brasil para a mudança da atual trajetória de degradação do nosso planeta. A cada ano, o mundo despeja cerca de 8 milhões de toneladas de plástico nos oceanos, as paisagens naturais têm sido alteradas e muitas espécies de plantas e animais estão em risco de extinção. Precisamos mudar a forma como consumimos e nos engajar mais com a causa ambiental”, ressalta.

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