Conecte-se com a LIVE MARKETING

Universo Live

Empresa de cenografia cria túnel de experiências na 17ª edição da Brazil Promotion

Publicado

em

Com o objetivo de provocar os sentidos dos convidados, BUENO brinca com espelhos e reflexos na entrada da feira

Chega ao fim uma das maiores feiras de live marketing da América Latina que teve como principal objetivo apresentar tendências do setor de eventos, assim como promover o compartilhamento de conteúdos e networking entre o público presente. Ao lado de mais de 200 expositores e cerca de 40 horas de palestras, o evento aconteceu entre os dias 06 e 08 de agosto. Convidada mais uma vez pela Forma Editora e especialista em cenografia para eventos corporativos, a empresa BUENO Arquitetura Cenográfica, assina o túnel de entrada e o espaço de showroom.

Quais decisões devemos tomar para nos levar aos melhores caminhos? Esquerda, direita. Para frente ou para trás? De onde tirar determinação e foco para não nos deixar levar pelas dificuldades? O projeto deste ano apesar de sempre lúdico, mais uma vez nos convidava para reflexões e tomadas de decisão. Para o arquiteto, autor do desenho e diretor de criação da BUENO, Ricardo Bueno, estamos o tempo todo tomando decisões ou escolhendo caminhos. “Quando pensamos em um conceito para este ano, entendemos que mais do que nunca, as pessoas são cobradas por serem assertivas em suas escolhas. Então, numa brincadeira com espelhos e reflexos, as pessoas precisavam de determinação para conseguir acertar o caminho e assim conseguir chegar ao final do túnel”, explica Ricardo.

Caminhos. Dúvidas. Decisões. Escolhas. Reflexos. Pessoas. Nós mesmos. Para Leila Bueno, arquiteta especializada em design de interiores e iluminação, o jogo de espelhos e reflexos eram na verdade convites para grandes provocações. “Assim como em nossas vidas temos que escolher os melhores caminhos, ali no túnel, as pessoas viviam a experiência de precisar escolher para onde ir. Entre um corredor e outro, os reflexos traduziam possibilidades, mas, principalmente, refletia a nós mesmos. Como se quisessem demonstrar que no fundo, no fundo, toda escolha só depende da gente”, conta Leila.

Assim como tudo na vida tem os dois lados da moeda, o túnel de experiências dividiu opiniões. Se por um lado muitas pessoas se divertiram, pararam para tirar selfies e gravar vídeos, teve também quem ficasse agoniado e tivesse vontade de sair dali correndo. Foi o caso da Katia Regina Silva, diretora de produção da Azimute Eventos. “Achei interessante, mas meio aflitivo. Me deu agonia, as pessoas com os rostos cobertos. Sei que trabalharam com afinco, mas realmente fiquei aliviada quando consegui sair de lá”, comenta.

Para o profissional de marketing, Fabio Moreira, que foi na feira pela primeira vez, realmente a experiência do túnel foi surpreendente. “Eu fiquei impactado logo na entrada com a cortina preta, pois passava a sensação de que eu viveria algo exclusivo, então eu queria entrar logo. Animado ele continua. “Sinceramente me senti num filme, mas também na realidade. A realidade de me ver, de ver outros seres humanos ali me fez lembrar de que tudo que fazemos é para as pessoas. Human to human. Entrei na feira com outra mentalidade”, finaliza.

Continue lendo
Clique para comentar

You must be logged in to post a comment Login

Deixe uma resposta

Universo Live

Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

Publicado

em

Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

Continue lendo

Universo Live

Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

Publicado

em

A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

Continue lendo