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Eletromidia reforça sua presença na avenida mais famosa do Brasil

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Empresa investe em tecnologia e na renovação de seu inventário de mídia no Shopping Cidade São Paulo e sua vertical de consumo cresce em ritmo acelerado

A vertical de consumo da Eletromidia fortalece ainda mais a sua operação com a extensão de sua parceria com o Shopping Cidade São Paulo, localizado na Avenida Paulista, considerado o coração da cidade, o principal ponto de encontro dos paulistanos e a avenida mais famosa do Brasil. Com um fluxo mensal de 1,8 milhão de pessoas, dos quais 52% são mulheres e 48% homens, esse shopping é considerado local chave para anunciantes impactarem seu público, em sua maioria das classes A e B.

Todo o inventário de mídia OOH da Eletromidia no shopping foi renovado e agora é digital. No primeiro piso foi instalado um megabanner de alta resolução e face dupla de 15 metros quadrados (cada face), que utiliza módulos especiais que permitem uma montagem perfeita, design ultraslim e acabamento desenvolvido especialmente para esconder cabos de aço e elétricos. Além disso, a modernização de inventário inclui seis totens digitais dupla face, uma testeira LED dupla face e uma TV de LED de face simples. São objetos supermodernos e que estão estrategicamente posicionados onde há maior fluxo de pessoas.

O Shopping Cidade São Paulo tem fácil acesso por ônibus, metrô ou carro. Além disso, nas proximidades do shopping estão diversos polos de cultura, como o Museu de Arte de SP (MASP), o Itaú Cultural, o Instituto Moreira Salles, o Sesc Paulista, a Japan House, a Casa das Rosas e o Centro Cultural Coreano do Brasil, entre outros. Nas suas imediações também estão estabelecimentos como FIESP (que também dispõe de um centro cultural), Maksoud Plaza Hotel, Colégio Dante Alighieri, escolas de graduação e pós-graduação da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Faculdade Cruzeiro do Sul e Fiap. Com mais de 17 mil metros quadrados de área bruta, o shopping tem 175 lojas, das quais três são megalojas, seis restaurantes, uma vasta área de alimentação, um grande complexo de salas de cinema e um estacionamento com mais de 1.000 vagas.

Há alguns dias a Eletromidia anunciou a sua entrada no complexo WTC, que inclui o D&D Shopping, na WTC Tower, na WTC Events e no Sheraton São Paulo WTC Hotel. Agora, com este mais novo projeto de atualização e modernização do Cidade São Paulo, a empresa fortalece ainda mais seu portfólio de mídia na vertical consumo. Os investimentos são amplos, sejam em equipamentos de última geração e que geram grande impacto no público, bem como na profissionalização do segmento, com sistemas online de aprovação e de gerenciamento do que é exibido, ou na equipe exclusiva altamente capacitada para atendimento de todas as demandas de agências e anunciantes. Essa dedicação tem gerado um novo patamar de qualidade de entrega, além da modernização e fortalecimento da receita desses centros de compras com suas linhas de mídia. A Eletromidia atua em cerca de 40 shoppings em todo o Brasil.

“Trouxemos para o Shopping Cidade São Paulo o que há de mais moderno em projeto de mídia digital, temos cobertura e impacto nos principais momentos da jornada do consumidor neste ambiente. Seguimos avançando nessa divisão de negócios e nosso objetivo é levar esses projetos em toda a nossa rede de shoppings, queremos proporcionar aos anunciantes o que existe de melhor em mídia digital OOH, o que antes era uma mídia estática, cara e com custo de produção, hoje é versátil, moderna e sem custo de produção”, afirma Alexandre Guerrero, sócio e vice-presidente comercial da Eletromidia.

O setor de shopping centers tem registrado forte crescimento no Brasil nos últimos anos, segundo dados do Censo Abrasce, realizado pela Associação Brasileira de Shopping Centers. O segmento tem registrado um sucessivo fortalecimento de sua importância nos hábitos de consumo dos brasileiros. Segundo a Abrasce, no ano passado o segmento faturou R$ 178,8 bilhões, um aumento de 6,5% em relação ao ano anterior. Até o final do ano passado havia 563 shoppings em operação em 222 cidades do país, com fluxo mensal de 490 milhões de visitantes, dos quais 21% são da classe A, 42% da classe B e 37% das classes C e D. A previsão da entidade é encerrar 2019 com mais 15 shoppings inaugurados, ou seja, 578 operando no total, no país.

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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