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Diego Barbosa – 2019: como a tecnologia pode ajudar no gerenciamento da sua carreira?

Publicado

em

Por Diego Barbosa

O fim do ano marca uma época propícia para reflexões. É um sentimento generalizado onde fazemos um balanço em todas as áreas da nossa vida. A carreira costuma ser um item indispensável dentro desse levantamento e, a maioria dos profissionais, mesmo aqueles que são muito planejados em relação a suas metas e ambições, algumas vezes ficam perdidos sobre o que conseguiram realizar e o que não foi cumprido.

É difícil balizar o que foi concretizado daquilo que acabou se tornando apenas um devaneio de resolução de ano novo quando não colocamos metas e KPIs (indicadores de performance). Independentemente de você estar satisfeito na sua vida profissional ou não, saber onde você deseja estar nos próximos anos é fundamental para construir uma carreira feliz e de sucesso.

Aproveitar esse momento de reflexão para olhar para a carreira, tirar uma fotografia do estado atual e sonhar com o futuro é válido em qualquer que seja o seu objetivo. Antes de sair traçando novas metas e passos ousados, dê tempo para si mesmo. Avalie qual foi o seu desempenho nesse período. Relembre os feedbacks que recebeu, os projetos de sucesso e aqueles que não saíram como o esperado, além de novos skills e habilidades que adquiriu ao longo do ano. Se precisar, peça ajuda para sua liderança direta, para seus colegas de trabalho e para seus subordinados também. Encare esse momento como uma mentoria.

Com essa análise em mãos, você terá bases mais sólidas para fazer uma escolha de movimentação. A maior dica que eu posso te dar nesse momento é: use a tecnologia como uma aliada para documentar sua decisão e desenhar seu planejamento de carreira. Infelizmente, não temos um aplicativo ou plataforma exclusivo para gestão de carreira, mas podemos utilizar outras ferramentas para nos auxiliar nesse momento.

Para os mais minimalistas, o bloco de notas do celular é suficiente para resolver a questão, registrando o momento atual, as ambições e metas, as ações de curto prazo e alguns KPIs de mensuração. Para os que gostam de detalhar melhor suas anotações, o Evernote surge como uma solução muito interessante, já que funciona como um caderno online que pode ser divido em abas e/ou assuntos. O Mindmap pode ser uma boa opção para quem é visual e leva o termo “desenhar” a carreira a sério, tornando possível hierarquizar ideias e planos em mapas mentais bem visuais, com cores e ramificações que façam sentido pra você. Trello, Meistertask e outras ferramentas de gestão de projetos costumam agradam os profissionais de TI porque já fazem parte do seu dia a dia e permitem uma ótima visualização de status de projetos.

O importante é encontrar um ambiente onde seja possível analisar o cenário, traçar planos e mensurar. Uma dica válida para todos é quebrar o objetivo principal em várias pequenas metas, que podem ser cumpridas e reavaliadas há cada três ou quatro meses. Por exemplo, se o que você deseja é mudar de emprego, muitas variáveis envolvem essa decisão. Você deve se fazer algumas perguntas: É uma movimentação hierárquica, lateral (a mesma posição em outra empresa) ou uma mudança de área? Para fazer uma transição, quais competências preciso desenvolver? Quanto tempo e dinheiro preciso investir? É possível fazer isso dentro da empresa onde estou ou terei que buscar uma recolocação no mercado?

Criar metas e ações que serão medidas de tempos em tempos ajuda a manter o profissional na trilha certa, além de sustentar a motivação em alta. Não controlamos fatores externos e, se nosso objetivo é mudar de carreira, corremos o risco de, mesmo tendo feito tudo o que podíamos, chegar ao final do ano sem ter concretizado nossa resolução de ano novo.

Agora, se a meta foi “fatiada” em etapas, conseguiremos manter nossa ansiedade controlada, ver o quanto caminhamos e não desistir a poucos passos da realização. A tecnologia pode ser uma grande aliada nesse momento. Então, não desperdice toda ajuda que puder e vá em busca daquilo que deseja! Boas festas e bom planejamento de carreira para 2019!

Diego Barbosa é headhunter da Yoctoo e formado em Administração de Empresas. Possui seis anos de experiência no recrutamento para áreas de tecnologia. Além disso, tem vasto conhecimento na contratação de talentos em toda a América Latina.

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Viagens corporativas devem crescer em 2022

Publicado

em

*Por Leonardo Bastos 

O Brasil foi um dos países que mais sofreram com a pandemia. Para se ter uma ideia, o índice do IPCA, medido em outubro pelo IBGE, ficou em 1,20% – o pior resultado desde 1995. Com este cenário, os economistas estão prevendo que 2022 será um ano de recessão, ou seja, retração do mercado, e consequentemente isso fará com que as empresas fiquem mais “travadas”, focadas em retenção de custos.

Mesmo com essa previsão para o ano que vem, quase metade dos viajantes corporativos esperam voltar a viajar muito em breve. Desde o início da pandemia de Covid-19, o segmento de viagens corporativas apresentou retração à medida que os eventos foram cancelados e as empresas iniciaram um plano de trabalho home office, e utilização de soluções digitais para realização de reuniões de negócios. Passada a fase mais crítica, o setor apresenta recuperação. Uma pesquisa do Kayak mostra que as viagens corporativas retornarão até o fim deste ano para 23,9% dos entrevistados, enquanto 22,1% acreditam que isso acontecerá no início de 2022. Ao todo, mil brasileiros foram ouvidos durante o estudo.

E pensando nesse momento da economia brasileira, junto com a necessidade das empresas pensarem em viagens corporativas, nada mais correto do que pensar em uma política de viagens. Por permitir criar regras e diretrizes bem estabelecidas em relação a compras de serviços de viagens, é uma ótima estratégia de economia e melhoria de processo. Através dela a empresa conseguirá definir o teto de gasto com diárias de hotéis, ou por exemplo, a antecedência de compra de uma passagem aérea. Grande parte dos custos de viagens estão associados à antecedência de compra e a políticas não controladas, além de ter uma política bem desenhada, é importante ter sistemas que dê aderência a mesma.

Alguns tópicos que devem conter em uma política de viagens são: objetivo da política, quem se destina a política, papéis e responsabilidades, tipos de viagens, canais de compras autorizados, regras de aéreo, regras de hospedagem, regras para locação de veículos, regras para reembolso de despesas de viagens, adiantamentos, prestação de contas e fluxo de aprovação.

Como implementar a política de viagens?

Há algumas estratégias que são utilizadas para facilitar a implementação e aderência a política. Entre elas estão:

  • Alinhar com o RH e implementar um processo para highlight dos principais tópicos da política no onboarding dos funcionários;
  • Implementar um processo regular de comunicação de boas práticas – uma agência pode ajudar os clientes enviando SMS e E-mail para os colaboradores, com os principais pontos da política;
  • Flyer no café ou TV Corporativa;
  • Lista de distribuição no whatsapp;
  • Além disso, ter um sistema de viagens que permita a gestão da política criando alertas ou até mesmo bloqueando caso seja uma política mais restritiva, é 70% do caminho.

A principal vantagem da política é sem dúvidas a economia e a melhoria de processo. Já tivemos um case de economia de 18% só com a implantação de uma política de viagens. Além disso, o fato de você deixar claro para o colaborador desde o princípio o que pode, e o que não pode dentro da política, isso diminui o atrito em um caso, por exemplo, de prestação de contas, onde o colaborador gastou R$ 50,00 para o café, e o permitido era R$ 30,00.  Dificilmente o colaborador irá lembrar de todos os itens da política, por esse motivo para que tenha o benefício da relação empresa e colaborador, é necessário um sistema que faça esse gerenciamento.

Portanto, já é possível entender como a política de viagens corporativas bem aplicada nas empresas, pode ajudar na redução de custo de uma corporação. Além disso, é preciso contar com a ajuda de uma agência que revise constantemente: os acordos comerciais com as companhias aéreas e locadoras de veículos, reestruturação de hotéis e negociação de tarifas, revisão da política de viagens, análise histórica de compra, entender quanto que a empresa deixou de economizar e porquê. Fazendo esses passos, a empresa terá um desdobramento de vários planos de ações que serão realizados em conjunto, tenho certeza, trará economia imediata.

*Leonardo Bastos, é CEO na Kennedy Viagens Corporativas

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Marketing de Experiência é relevante e memorável

Publicado

em

*Por Jorge Nahas

Marketing de Experiência não é uma tendência, mas sim um imperativo para o  século XXI. Na era da tecnologia, da modernidade líquida, precisamos criar momentos concretos, reais,  que se passem longe de uma tela e façam os corações baterem mais rápido. Dentre os preceitos, estão: promover marcas por meio de sensações e de relacionamento; fazer com que elas participem da vida do consumidor de forma integrada, interessante e emocionante; criar novos hábitos de consumo; investir onde seu público-alvo gasta seu tempo de lazer; proporcionar experiências emocionantes e divertidas ligadas ao DNA da empresa, produto ou serviço e permitir que as pessoas expressem seus valores através do consumo. Essa prática vem marcando presença com força no mercado corporativo, mostrando-se um elemento altamente eficaz para demonstrar reconhecimento pelos colaboradores ou fortalecer relacionamentos com clientes. Muito melhor do que presenteá-los com artigos comuns, que podem ser encontrados em qualquer loja, é oferecer-lhes uma experiência única, customizada conforme seus interesses.

A missão é quebrar a rotina e proporcionar momentos diferenciados como: sentir novas sensações, tocar os céus em um maravilhoso voo de balão, mergulhar em uma praia paradisíaca, explorar a natureza, desafiar a velocidade, ou simplesmente passar um  dia em um dos spas mais luxuosos do país.

A CLT hoje abre um cenário bastante favorável ao Marketing de Experiências, pois permite que empresas premiem livremente seus colaboradores sem incidência de reflexos trabalhistas, da contribuição previdenciária e do FGTS, o que traz impactos bastante positivos. O maior deles é a transformação cultural das empresas, que podem investir mais em incentivos, premiações e bonificações, como as experiências.

Isso favorece o estabelecimento de um sistema meritocrático mais justo e favorável, pois a premiação será paga caso o funcionário entregue resultados e cumpra as metas estabelecidas. Assim, há uma relação ganha-ganha, em que ambos os lados, empresas e colaboradores, se esforçam mais para surpreender e sair da zona de conforto.

Lembramos que uma boa experiência se torna um momento inesquecível e pode transformar a vida. Um produto, não. Quando um colaborador é presenteado com uma viagem de curta duração, por exemplo, tem a chance de sair da rotina, conhecer um lugar novo, experimentar novos sabores.

 Associando sua marca a momentos de prazer, alegria e renovação, a empresa consegue transmitir seus valores e engajar ainda mais seus colaboradores, que contam com uma razão adicional para realizar um bom trabalho, ou até mesmo encantar sua base de clientes, alimentando um relacionamento próximo e duradouro. Isso gera um valor imensurável, infinitamente maior do que o investido para proporcionar a vivência em questão. Por isso, afirmo sem pestanejar: O Marketing de Experiências é a tendência do momento!

*Jorge Nahas é CEO da empresa O Melhor da Vida.

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