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Continental Pneus renova patrocínio com a Copa do Brasil para 2019

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Os expressivos resultados de audiência e de exposição de marca obtidos pela Continental como principal patrocinadora da Copa do Brasil deste ano, levaram a fabricante alemã de pneus a anunciar a renovação de seu patrocínio de naming rights para a edição 2019 do torneio. Integrante de um dos maiores grupos sistemistas do planeta, a Continental é hoje o quarto maior fabricante de pneus do mundo e líder absoluta de mercado na Alemanha.

Ocupando posição de destaque na estratégia de comunicação da marca com o mercado brasileiro, a Copa Continental do Brasil, considerada a mais democrática competição do calendário do futebol nacional, se mostrou extremamente eficaz em ampliar o reconhecimento da Continental no país.

“Tínhamos a bem-sucedida experiência de patrocínio de três edições de um evento global de porte, a Copa do Mundo da FIFATM, que tem curta duração e é realizada em poucas cidades. Mas a nossa estratégia de patrocínio migrou dos grandes eventos globais para eventos regionais de expressão. E a Copa do Brasil, por sua capilaridade, nos pareceu o torneio ideal para apoiar nosso projeto de ampliação de brand awareness e de aproximação com nossos clientes regionalmente, utilizando como pano de fundo o futebol, a grande paixão do brasileiro”, explica Renato Sarzano, vice-presidente da Continental Pneus Mercosul.

A primeira experiência mundial de naming rights com a Copa do Brasil ocorreu em 2016, após a empresa ter aderido como patrocinadora nas oitavas de final no ano anterior. “Foi quando compreendemos a abrangência e a visibilidade proporcionada por um evento com mais de 100 partidas distribuídas ao longo de nove meses”, complementa Sarzano.

Apenas este ano, a cobertura do torneio em emissoras de TV, jornal e websites proporcionou à Continental mais de 111 mil aparições, 124 horas de exposição em TV (entre jogos e reportagens), o que representa 28% do total da exposição entre todos os patrocinadores do evento, segundo o instituto.

A Copa Continental do Brasil registrou em 2018 mais de 680 horas de transmissões em TV. A audiência é outro fator que comprova a eficácia do campeonato: foram mais de 89 milhões de indivíduos acumulados.

“Estamos falando do campeonato mata-mata que mais desperta interesse no brasileiro, de acordo com dados do IBOPE Repucom. Mais do que apenas uma plataforma de relacionamento, a Copa do Brasil é também uma ferramenta importante para o engajamento com os nossos fãs nas mídias digitais. Não olhamos para esse patrocínio como somente uma placa no estádio. Para o ano que vem, estamos programando uma série de iniciativas capazes de aproximar cada vez mais o público do torneio da nossa marca por meio de dois pilares principais: experiência e conteúdo de interesse”, destaca Caio De Marchi, gerente de marketing da Continental Pneus Mercosul, acrescentando que as redes sociais serão uma frente cada vez mais explorada pela marca alemã e pela competição.

Até o último mês de outubro, os perfis oficiais da Copa Continental do Brasil no Twitter, Facebook e Instagram acumularam mais de 1,4 milhão de fãs, gerando cerca de 7 milhões de ações de engajamento e mais de 105 milhões de impressões no ano.

A Copa Continental do Brasil 2018 em números:

91 clubes participantes
120 partidas realizadas
253 gols marcados (média de 2,10 por partida)
680 horas de transmissões em TV
89 milhões de indivíduos acumulados
Transmitida ao vivo para mais de 170 países nos cinco continentes

* Valores em R$ com base em tabelas comerciais dos veículos, sem aplicação de desconto

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Free Free e Dzarm lançam collab inspirada no Outubro Rosa

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Free Free, plataforma e Instituto que trabalham pela liberdade física, emocional e financeira de mulheres, através de iniciativas que aceleram a equidade de gênero, a inclusão e a transformação social, lança uma collab em parceria com a marca Dzarm. Com o lema “A Nossa Liberdade é Pink”, as peças são inspiradas no Outubro Rosa, mês de conscientização e prevenção do câncer de mama, e apresentam estampas divertidas e mensagens cheias de significado, que podem ser usadas em diferentes ocasiões.

O projeto é uma iniciativa do Free Free Fashion, que trabalha a moda como ferramenta de cura e libertação. Com calças, vestidos e blusas, todos na cor rosa, a coleção busca trazer força e inspiração, celebrando o poder das mulheres e ressignificando o pink. “Nós acreditamos que a moda tem um grande poder de suporte, recuperação e resgate na vida das mulheres. O rosa não é uma cor frágil. Ele traz força, alegria e bom humor. Vesti-lo nesse momento que está todo mundo cansado e de luto significa ter coragem. O pink é superpower!”, afirma Yasmine McDougall Sterea, CEO e fundadora do Free Free.

Para combater o medo, a desinformação e a falta de acesso a consultas e exames, a DZARM e o Free Free estão doando 100 consultas médicas para o Horas da Vida, instituição sem fins lucrativos que atua promovendo a inclusão e o acesso gratuito à saúde para pessoas em situação de vulnerabilidade social. O projeto conta também com o apoio do laboratório Femme, que realizará doações de mamografias, reforçando a importância do diagnóstico precoce na luta contra o câncer de mama. Além de parte das vendas serem revertidas para os cursos e projetos de impacto do Free Free.

Entre as participantes do projeto estão Yasmine Sterea, Stella Yeshua, Leticia Nascimento, Rosa Saito, Stella Yeshua, Mônica Alcântara e Ana Arietti. Através da moda, todas elas transformaram suas vidas e formas de se expressar e de lidar com o corpo.

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Plataforma de conexão Portland usa o Intercâmbio Criativo Brasileiro como ferramenta de inovação

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A diversidade cultural representa o conjunto de costumes e tradições, que vão desenhando os comportamentos e valores em diferentes regiões. Uma porta se abriu durante a pandemia e veio para ficar, é um caminho sem volta em que os “hubs” estão na nuvem, o home office permite que diferentes culturas se conectem e, consequentemente, tragam novas perspectivas, visões e criatividade para os projetos.

E, falando de Brasil, por conta do seu extenso tamanho territorial, e sua diversidade abundante, notamos o quão grande é o seu potencial de troca de experiências e conhecimento.

Uma empresa é formada por seus funcionários em que, cada um deles, possui uma identidade cultural, uma história de vida. Logo, cada empresa é reflexo de quem a compõe. E, pensando assim, é importante que nesse “microambiente” sejam levadas em conta essas diferenças, para ser uma troca saudável e receptiva.

Exemplo desse intercâmbio de visões diferentes é a Portland, uma plataforma de conexão de diferentes realidades que atua para a reconstrução de um mercado mais humano e um mundo mais criativo.  Na 5ª temporada em 2021, expandiu sua rede em formato Webinar para além da diversidade étnica e social, considerando outros recortes demográficos que potencializaram a pluralidade das conexões.

A agência abriu seu processo seletivo à distância quebrando as barreiras do espaço físico, possibilitou a conexão com pessoas que, apesar de estarem longe, estão na mesma sintonia que a empresa. O resultado foi a inscrição de mais de 800 candidatos de todo o Brasil, que tiveram a oportunidade de mostrar o seu lado mais criativo para vagas conectadas pela Portland.

Com candidatos Portlanders mais diversos, os resultados elevaram: “Conseguimos ampliar as nossas visões para outros horizontes que possibilitaram a construção de projetos ainda mais humanos e, consequentemente, criativos. Foi possível integrar pessoas de diferentes lugares do Brasil trazendo as pessoas como protagonistas e representantes de diferentes recortes da diversidade, o que tem deixado nossos processos mais ricos e os resultados mais genuínos”, diz Bruno Höera, fundador da agência.

A mudança radical de comportamento no trabalho, de uma maneira geral, possibilitou ainda mais esse intercâmbio. A pandemia trouxe um protagonismo das áreas de RH das empresas e das agências que surgiu por conta da urgência das empresas precisarem entender as realidades de cada um de seus funcionários, identificando as suas necessidades particulares para um home office suficientemente estruturado e uma equipe mais acolhedora e empática.

Para a Portland, a diversidade é uma ferramenta de inovação e esse é um dos fatores que fazem do Brasil um país tão criativo. A pluralidade de pessoas em uma empresa permite um ambiente melhor de trabalho, mesmo que virtual, aumentando a produtividade e a rentabilidade das corporações. É uma conta simples, mas que apenas ficou óbvia quando o discurso ficou batido o suficiente para ser transformado em ações. E, muitas dessas ações validaram na prática o que estava difícil da teoria explicar.

A próxima temporada de recrutamento da Portland tem previsão de acontecer no verão – porque o sol é para todes. A ideia é ir mais além e trazer outra visão de diversidade. Em sua 6ª temporada, a diversidade etária não só será uma das pautas, mas também uma prática. “Na questão geracional, sabemos que atualmente há duas grandes lacunas na inclusão de pessoas: jovens que não têm experiência e não conseguem entrar no mercado; e ainda as que têm muitos anos de praia, mas não conseguem uma recolocação, principalmente por conta do preconceito em relação à atualização e uso de ferramentas e tecnologias – o que obviamente é um grande mito. A maturidade coloca os nossos processos e projetos em um outro patamar de entrega”, reflete Höera.

Se olharmos por outro lado, realmente existe um mercado inteiro a ser explorado. Enquanto muitas marcas focam suas comunicações na juventude, o Brasil vai aumentando a faixa etária da média da sua população. É, a partir daí, que a economia prateada vai ganhando espaço e relevância. Um grupo multicultural – seja de ideias, vivências ou idade – é de extrema importância, pois resulta em um ambiente mais agradável e dinâmico.

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