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Coca-Cola prepara atrações para o Planeta Atlântida

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Com a campanha “Vai no gás”, a marca leva animação e interatividade para o evento

A 23ª edição do Planeta Atlântida está chegando e a Coca-Cola é mais uma vez patrocinadora do maior festival de música do sul do Brasil. A marca prepara ações exclusivas para tornar a experiência dos planetários ainda mais inesquecível e cheia de energia. O evento será nos dias 01 e 02 de fevereiro, na sede da Saba, na praia de Atlântida (RS).

Neste ano, as ações estarão sob o guarda-chuva da nova campanha da marca, lançada no início de janeiro e que vai embalar o verão 2019. O mote é Vai no Gás, reforçando a ideia “do gás” que os adolescentes precisam para viver esta fase da vida de forma intensa. “Os espaços propostos para o Planeta seguem a mesma linha da nova campanha de verão, que tem total afinidade com a música. Estamos convocando as pessoas a curtirem de forma intensa. Por isso, nossas experiências de marca estão focadas em entregar o gás que todo o planetário precisa para os dois dias de evento”, explica Luciano Sá, gerente de Marketing da Coca-Cola FEMSA Brasil.

O primeiro espaço que os planetários vão conhecer é a Arena Vai no Gás, com 150 metros quadrados de muita borbulha e interatividade na pista do evento. Num formato diferente e com ângulo que permite apreciar os shows do palco principal, a galera vai curtir o lineup de DJs nos intervalos, brindes e muita dança. O grupo de Youtubers FitDance está entre os destaques do ambiente exclusivo.

Ainda na pista, um espaço de 16 metros quadrados será dedicado aos apaixonados pela marca Sprite e ao retorno da versão original da bebida ao mercado. “A pedido dos consumidores, mudamos a fórmula do refrigerante e esse espaço celebra justamente isso: a refrescância que só Sprite oferece e sua forma original”, diz Sá. E para representar os conceitos da marca, está sendo preparado um espaço com muito gelo, latinhas de Sprite para o público e interatividade. Tudo para atrair os planetários que querem se refrescar durante os shows.

Outra marca que vai estar presente no Planeta é a Coca-Cola Café Espresso Plus, que tem em sua formula 40% mais cafeína e 50% menos calorias. Para os convidados do camarote, a degustação inicia já no receptivo e segue durante as duas noites. Já os planetários poderão dar um gás a mais, com gosto de café, nas ações da Arena Vai no Gás.

Na área de camarotes, a marca prepara uma ativação bem diferente, que vai agradar quem gosta de redes sociais. “Pensamos em um espaço especial para quem curte fazer selfies. Imagens divertidas e com muitas borbulhas estão garantidas”, entrega o gerente. Além de oferecer uma posição privilegiada para curtir os shows,DJs irão manter o espaço em alta durante os intervalos dos shows.

As atrações da marca são patrocinadas por Coca-Cola Brasil e Coca-Cola FEMSA, maior engarrafadora de produtos Coca-Cola no mundo em volume de vendas, que tem unidade fabril em Porto Alegre. Todas as ações exclusivas foram desenvolvidas em parceria com a MoreBass, uma das maiores agências especializadas em entretenimento do País. Para mais informações e lineup completo do festival, acesse www.planetaatlantida.com.br.

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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