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Clube do Malte leva seus clientes mais antigos para produzir suas próprias cervejas

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A ação “A Cerveja do Seu Jeito”, em parceria com a cervejaria Way Beer, tem o intuito de aproximar o Clube de seus consumidores

Seguindo a estratégia de agir sempre em parceria com os seus clientes, “A Cerveja do Seu Jeito” é uma ação onde os quatro clientes mais antigos do Beer Pack, clube de assinaturas de cerveja do Clube do Malte (www.clubedomalte.com.br), um dos maiores players do mercado craft beer do Brasil, desembarcaram em Curitiba para produzir as suas receitas preferidas.

As cervejas levam não só os estilos preferidos dos clientes, como também seus nomes, apelidos ou paixões. E para deixar a ação ainda mais especial, o Clube promoveu junto com a cervejaria Way Beer, um evento com direito a brassagem coletiva, tour pela fábrica, degustação de cerveja e a revelação da surpresa sobre a cerveja no estilo de cada um para chamar de sua.

Para a surpresa, a equipe contou com a ajuda dos familiares: “Queríamos explorar o inusitado, por isso mantivemos segredo até o final da brassagem. A ajuda dos familiares foi fundamental. Foi um dia muito especial para todo mundo”, dia Alexandre Norito, Head de Mkt da empresa.

“Nós somos cervejeiros por paixão. Sabemos como nosso público pensa e é por isso que todos os projetos que pensamos visam encantar e criar vínculo com o nosso cliente. Queremos trazer cada vez mais o nosso público para dentro do nosso negócio”, diz Douglas Salvador, CEO do Clube do Malte.

Para a alegria maior dos consumidores escolhidos, A Cerveja do Seu Jeito foi enviada no Beer Pack de abril para todos os demais assinantes do Clube.

Confira o vídeo de como foi a ação: http://youtu.be/0RZtdpScggg

 

Conheça as cervejas:

Gui Gou – a APA do Gui
A APA do Guilherme é uma bela representante do estilo. Possui forte presença aromática dos lúpulos Galaxy e Mosaic, usados também no dry hopping. No aroma e sabor apresenta notas picantes, cítricas e florais. É uma cerveja de coloração amarelada, corpo baixo, com 4,3% de teor alcoólico e excelente drinkability. Refrescante e lupulada, é bem equilibrada com o malte que lhe dá suporte.

Rubro Negra – American IPA do Luiz
O Luiz Lima Jr. ganhou uma American IPA para chamar de sua. O estilo American IPA é uma versão americana do clássico India Pale Ale, porém produzida com ingredientes locais e a atitude dos americanos. Essa cerveja se destaca por ser seca no paladar e por carregar equilibradas doses dos lúpulos Columbus, Citra e Mosaic. Eles garantem no aroma, notas condimentadas, cítricas e florais. Possui 6,6% de teor alcoólico e uma facilidade incrível para mais um gole.

Bera do Zé – Sweet Stout do Zanuzzo
A Stout do Daniel Zanuzzo é uma Sweet Stout, uma cerveja Ale escura, com dulçor mais evidente, de corpo alto e levemente torrada. Essa receita foi produzida com 15% de malte torrado, centeio, aveia e cevada não maltada. Possui baixo amargor de lúpulo, o que a deixa equilibrada com a torra e o dulçor provenientes do malte. Apresenta notas de café tanto no aroma quanto no paladar. Sua degustação lembrará um cappuccino gelado.

Belo – Juicy IPA do Edu
Já o Eduardo Assis é fã das cervejas do estilo Juicy IPA, uma tendência que surgiu nos Estados Unidos e já conquistou o coração e paladar de muitos cervejeiros (as) aqui no Brasil. Essa receita de Juicy IPA foi elaborada com 55% de malte de cevada e os outros 45% com maltes de trigo e aveia, e com os lúpulos Amarillo, Galaxy e Mosaic. É uma cerveja de aparência turva, com 8,1% de teor alcoólico e amargor mediano.

Sobre Clube do Malte: www.clubedomalte.com.br

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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