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Bullet cria formato pioneiro para entrar no ecossistema dos novos centros urbanos e lança a Responsa em parceria com a empreendedora social Monique Evelle

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Primeira agência formada exclusivamente por profissionais de comunidades vai atuar como um negócio social, cultural e autossustentável com o objetivo de colocar marcas na conversa com mais da metade da população brasileira que hoje não se vê representada na comunicação

Uma agência com gente da quebrada para projetos feitos para a quebrada. Para destacar o olhar cultural e criativo dos novos centros urbanos (periferia), a Bullet lança em parceria com a empreendedora social e jornalista Monique Evelle a primeira unidade daResponsa. O objetivo da nova agência é ser um negócio social e autossustentável e mostrar de forma real, através do olhar de quem vive nos novos centros urbanos, o potencial de negócio desse mercado, que gira em torno de R$ 675 bilhões por ano no Brasil, de acordo com levantamento do Instituto Locomotiva, consultoria especializada em estudar os hábitos da classe C.

Laboratórios de trade e consumo, criação de novos produtos ligados às necessidades desse público e campanhas mais representativas são algumas das entregas iniciais da Responsa.

“A Responsa quer mostrar o potencial dos novos centros urbanos, dar visibilidade às pessoas das comunidades, que não têm acesso às agências tradicionais, e criar projetos com profissionais que conhecem a realidade local”, destaca Monique Evelle, sócia da Responsa.

“Faz tempo que vínhamos pensando em como aliar o negócio ao social de forma sustentável. A Responsa reflete esse sonho. Vamos desenvolver negócios para marcas a partir de conhecimento e conversa com essa grande parcela da sociedade. Além de produtos e campanhas, a Responsa quer ser uma agência de inteligência, levando esta realidade local com as ações criadas por integrantes das comunidades da periferia para o mundo” diz Eduardo Andrade, sócio e CBO da Bullet.

Diversidade e seleção

A diversidade é um ponto importante da Responsa, que quer compor um time com representantes de diversos públicos, como negros, mulheres, LGBTs e Trans. A seleção online escolheu 30 candidatos de várias regiões de São Paulo para participar da construção de um case. A partir daí, já foram selecionados os primeiros profissionais contratados para atuar na agência, que terá sede no Largo do Arouche, região central de São Paulo e de mais fácil acesso para todos. Os selecionados vão fazer um treinamento de método na Bullet e permanecerão conectados com as lideranças para o desenvolvimento dos trabalhos.

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Ampla conquista a conta da Margarina Primor

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A Ampla – agência com sede em Recife (PE) e escritórios em Vitória (ES), Aracaju (SE) e Maceió (AL) – acaba de conquistar a conta da Margarina Primor, líder no segmento de margarinas de consumo nas regiões Norte e Nordeste. A agência cuidará de toda a comunicação e campanhas on e off-line da Margarina Primor. A marca pertence à Seara, da JBS.

“A Ampla será uma parceira estratégica da Primor na região. Vamos apoiar a marca no fortalecimento de sua liderança, além de reforçar para o consumidor a inovação e a qualidade dos produtos Seara”, explica Queiroz Filho, co-presidente da Ampla.

A Seara também possui as marcas Delícia, Doriana, Delicata, Gradina, Salada, Ricca, Cremosy e Cukin, e ocupa, atualmente, a segunda posição no mercado brasileiro de margarinas, com 35,5% de participação.
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WWF-Brasil e Loop Brands firmam parceria para gestão de contratos de licenciamento

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Num mundo cada vez mais consciente, no qual as pessoas estão mais atentas ao desperdício, reciclagem, reuso e consumo sustentável, o WWF-Brasil licencia seu icônico panda  – uma das marcas mais reconhecidas e queridas no mundo – com o objetivo de comunicar suas mensagens de conservação em prol do meio ambiente para um maior público possível, com produtos sustentáveis e que expressem as causas defendidas pela organização e que são endossadas pelos consumidores.

A agência escolhida para o gerenciamento da marca é a Loop Brands, já reconhecida no segmento de causas relacionadas com saúde, meio ambiente e relações sociais. A empresa será responsável pela prospecção e gerenciamento dos contratos de licenciamento de produtos que visem um mundo mais sustentável, com maior respeito à biodiversidade e menor desperdício e pegada de carbono.

Os produtos que estamparão a marca WWF no Brasil possuirão caráter educativo e de comprometimento ativo. Eles trarão mensagens de conservação como forma de expressão daqueles que se identificam com a causa ambiental. O objetivo é proporcionar às pessoas o sentimento de pertencimento e oportunidade de externar opiniões, trazendo informações novas que as estimulem a reflexão sobre o planeta e suas responsabilidades com o meio ambiente.

Para evitar a geração excessiva de lixo, toda a produção será amigável com o meio ambiente, desde a embalagem que deve gerar o mínimo possível de resíduos, incorporando materiais reciclados ou reutilizáveis até o produto em si, que deve ser inteligente, com design consistente, durável, com função e propósito, feitos de materiais sustentáveis ou alimentados por energias renováveis.

A iniciativa ocorre num momento de expansão da consciência ambiental em que boa parte dos consumidores são totalmente favoráveis ao marketing de causa, conforme sinaliza a pesquisa Ipsos 2019. Na mesma análise, 34% das pessoas disseram ter adquirido no último ano, produtos que destinaram parte do seu valor a causas sociais, culturais ou ambientais. Para Murilo Hinojosa, sócio-fundador da Loop Brands, o anúncio de licenciamento da marca chega em boa hora. “os consumidores valorizam e estão dispostos a adquirir produtos fabricados da maneira ambientalmente correta”.

Gabriela Yamaguchi, diretora de sociedade engajada do WWF-Brasil afirma que “mais que uma parceria, a ação representa um esforço de adequação às tendências de comportamento e engajamento da sociedade. Trata-se de mais uma iniciativa do WWF-Brasil para a mudança da atual trajetória de degradação do nosso planeta. A cada ano, o mundo despeja cerca de 8 milhões de toneladas de plástico nos oceanos, as paisagens naturais têm sido alteradas e muitas espécies de plantas e animais estão em risco de extinção. Precisamos mudar a forma como consumimos e nos engajar mais com a causa ambiental”, ressalta.

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