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Brasil recebe maior especialista em Gamification do mundo

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Em parceria com a SG – Aprendizagem Corporativa, Karl Kapp ministrará imersão de três dias sobre como utilizar os princípios do gamification para desenvolver e engajar talentos

De acordo com informações divulgadas pelo Gartner Group, 70% das maiores companhias ao redor do mundo utiliza o Gamification em suas ações de desenvolvimento de competências. Ao todo, o investimento atual na metodologia que estimula mudanças de comportamento individuais e organizacionais por meio dos jogos (de tabuleiro, aplicativos e com realidade aumentada) é de quase R$ 6 bilhões.

“Os processos gamificados estimulam a criatividade do colaborador por serem lúdicos e dinâmicos. Portanto, contribuem naturalmente para o aumento de engajamento e produtividade, sem abrir mão de uma aprendizagem corporativa efetiva”, afirma Flora Alves, CLO da SG – Aprendizagem Corporativa e autora do principal livro sobre gamification no País, “Gamification: Como Criar Experiências de Aprendizagem Engajadoras”.

 Sendo a principal referência em gamification no Brasil, Flora estabeleceu intensa parceria com Karl Kapp, um dos idealizadores globais do conceito. O norte-americano é doutor em educação pela Universidade de Pittsburgh e tornou-se o maior nome mundial no segmento, sendo autor do best-seller “The Gamification of Learning”. Recentemente, também lançou o livro “Play to Learn”.

 

Game Thinking Academy

A união entre os dois especialistas resultou no Game Thinking Academy, workshop que acontece de 3 a 5 de dezembro, das 9h às 18h, em São Paulo. Estruturado com quatro módulos que utilizam atividades práticas para alinhar o conceito de Design de Aprendizagem com o pensamento de jogos no ambiente de trabalho, trata-se de uma oportunidade única para quem quer aprender tudo sobre gamification e seu potencial dentro das organizações.

“Um dos diferenciais dessa iniciativa é disponibilizar aos participantes uma mentoria individual a distância no último módulo, com um ou ambos os especialistas, a fim de oferecer apoio à performance. Estaremos à disposição para ajudá-los a implantar as soluções gamificadas criadas por eles nas empresas onde trabalham com a intenção de garantir que as orientações do curso sejam transferidas com assertividade para o cotidiano”, explica Flora.

Ao término do evento, os participantes receberão certificados emitidos pela SG, Wisdon Learning Group LCC (Karl Kapp) e Associação Brasileira de Treinamento & Desenvolvimento (ABTD).

Para mais informações, acesse: Game Thinking Academy.

Serviço

Evento: Game Thinking Academy

Dias: De 03 a 05 de dezembro de 2018

Horário: Das 9h às 18h

Local: Sede da SG – Aprendizagem Corporativa

Endereço: Rua Ouvidor Peleja, 242 – Vila Mariana, São Paulo

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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