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Blockchain: impacto e benefícios no mercado do marketing

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No ano passado, o Brasil ficou em 11o em um ranking entre os países que usam o blockchain – segundo levantamento do Criptomoeda.org. No país, a tecnologia já foi adotada em bancos como Itaú, Santander, BNDES e Banco Central do Brasil. Para a América Latina, o IDC Latin America prevê que, até 2022, 20% dos servidores utilizarão criptografia de dados e, graças ao blockchain, as identidades digitais serão usadas por mais de cinco milhões de pessoas.

O Blockchain é um banco de dados que registra diferentes tipos de transações e mantém registros espalhados por servidores, permitindo que duas partes façam transações seguras em uma rede descentralizada. Dentro dessa tecnologia, as informações não podem ser alteradas e são distribuídas com recursos de criptografia imutáveis. No setor de marketing, seu papel é fundamental – já que evita fraudes; oferece maior transparência econômica e de dados; aumenta a eficiência; e previne discrepâncias por toda a extensão do supply chain.

Quando bem planejado e executado, o blockchain adiciona valor às ferramentas de marketing já existentes e permite um novo boom em inovação. Esse cenário melhora a forma e o conteúdo das conversas entre os profissionais de marketing e seus clientes.

A MediaMath, pioneira em marketing programático, lista alguns benefícios de trabalhar com o blockchain:

Solução de problemas

Apesar dos avanços do mercado e das tecnologias à disposição dos profissionais, o marketing digital ainda enfrenta alguns desafios quando falamos de transparência, padrões de qualidade, discrepâncias entre as partes interessadas, etc.

É nesse momento que o blockchain entra como um aliado dos profissionais desse setor. E há espaço para fazer muito mais: expandir os reais resultados de negócios; aumentar a eficiência, simplicidade e eficácia da execução de campanhas de marketing; e facilitar a contabilidade e o pagamento dessas ativações.

Reconciliação

Um cenário como este não é incomum: um anunciante deseja uma campanha de display com 200 mil impressões. Na revisão dos relatórios, a plataforma de compra apresenta 208 mil impressões; o adserver, 194 mil; e o publisher diz que foram 212 mil. Isso acontece porque a plataforma de Ad Serving, a de compra e o publisher contam as impressões separadamente. Com o blockchain, esse problema é resolvido, uma vez que o registro público de cada transação das três partes é reconhecido para verificar o número exato de impressões entregues.

Eficiência

Nas compras, há empresas intermediárias entre anunciantes e publishers. No mundo digital, as ad networks oferecem grupos de sites que têm inventários e, ao mesmo tempo, agrupam (e gerenciam) os anunciantes que os compram.

Com o blockchain, é possível fazer uma comunicação direta entre ambas as partes para verificar a entrega de anúncios e automaticamente habilitar o pagamento por meio de contratos inteligentes. Assim, os anunciantes têm a certeza de pagar pelos anúncios exibidos e não pagam intermediários.

Marketing focado no consumidor

Os consumidores estão cada vez mais conscientes das implicações da privacidade e do valor de seus dados digitais, e querem participar da comercialização desses dados. A tecnologia de blockchain e os micropagamentos que ela possibilita oferecem a oportunidade de recompensar os consumidores por se engajarem em anúncios, visualizarem criativos ou fornecerem dados ou outras informações relevantes – o que é uma proposta atraente na era do adblocker.

Embora ainda não implementada para esse fim específico, a tecnologia blockchain permitiria aos usuários vender seus dados pessoais. Se um número suficiente de anunciantes pagasse por essas informações diretamente para os usuários, e usuários suficientes optassem por isso, teoricamente não haveria intermediários e melhoraria a qualidade e o custo das informações utilizadas.

Aproveitando o blockchain ao máximo

Porém, para que a tecnologia seja usada em sua excelência, é fundamental que todo o ecossistema esteja alinhado no uso dessa ferramenta. O blockchain e as tecnologias criptográficas relacionadas resolverão os desafios estruturais de longa data inerentes à arquitetura da adtech – diferentemente das soluções temporárias vistas hoje no mercado. Assim, os profissionais de marketing alcançarão os consumidores de formas mais interessantes e eficazes, uma vez que uma nova camada de arquitetura tecnológica existe para apoiar essas conversas.

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Águia Branca lança campanha especial de São João assinada pela Hagens

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Esperando há dois anos para retomar as celebrações e a alegria dos tradicionais festejos, a população da região está ansiosa para promover essa catarse cultural, cheia de reencontros e oportunidades que movimentarão ainda mais o turismo e a economia dos estados que celebram a data. A campanha tem foco nos mercados do sul da Bahia e Petrolina, trabalhando por meio das peças o uso dos canais digitais da empresa como a melhor opção de compra para os clientes.

Assinada pela agência Hagens, a identidade visual da campanha traz como referência a xilogravura e a literatura de cordel, com o ônibus estilizado e ilustrações que remetem a figuras tradicionais do São João, como o sanfoneiro, um balão e a dança tradicional da quadrilha. Com tom descontraído, as peças apostam na brasilidade e têm o objetivo de celebrar com os passageiros nesse momento de retorno às festividades. Para destacar e trazer o tom alegre e festivo, o verde limão e o laranja são utilizados como pontos de destaque. A campanha contará também com um jingle especial que veiculará em rádios do Nordeste e comercial de 30” para TV, além de diversas peças e estratégias online em todos os mercados de atuação da empresa.

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Marketing digital é uma das grandes apostas do Grupo Stefanini, que anuncia aquisição da Ecglobal

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Com um faturamento de R$ 5 bilhões em 2021 e expectativa acima de R$ 6 bilhões este ano, utilizando uma estratégia baseada em crescimento orgânico e aquisições, o Grupo Stefanini dá mais um passo para ampliar seu ecossistema de inovação composto por mais de 30 empresas. Dessa vez, o foco é complementar o portfólio de soluções do ecossistema de marketing digital, batizado de Haus, com a aquisição da Ecglobal, uma empresa brasileira, com operações no exterior – países da América Latina e Estados Unidos -, que desenvolveu uma plataforma colaborativa, com tecnologia proprietária, para criar comunidades e redes sociais. O objetivo é que marcas e consumidores se engajem, colaborem e cocriem melhores produtos e experiências, sendo os dados de propriedade das empresas.

Responsável por divulgar anualmente o Net Love Score – NLS, estudo que revela as marcas que conquistaram o Brasil, a Ecglobal busca entender a evolução das tendências comportamentais dos consumidores, a partir da combinação de social listening em comunidades, com metodologias de pesquisas quantitativas e qualitativas. Sua plataforma promove uma participação ativa na rotina das pessoas por meio da automação e inteligência de dados e consegue interagir rapidamente em torno de uma causa ou propósito, impulsionando novos negócios.

Pela rede Ecglobal, as equipes de marketing, inovação e CX/UX podem desenvolver e validar conceitos, próximas inovações, experiências, posicionamento e comunicação. Da mesma maneira, a área de pesquisa pode gerar insights estratégicos para os departamentos de marketing e branding. É um espaço onde os participantes podem ouvir e ser ouvidos, receber informações e influenciar decisões de marcas e organizações que admiram.

Para o Managing Partner da Haus, Guilherme Stefanini, a chegada da Ecglobal ao grupo reforça a estratégia de aportar cada vez tecnologia e inteligência ao marketing para trazer resultados. Ao unir expertises, as empresas ampliam a capacidade de analisar dados, geram mais inteligência, se aproximam dos clientes e criam comunidades, que podem ser segmentadas por interesses comuns, discutem alternativas para tomar decisões mais assertivas e agregar valor ao negócio.

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