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Agências digitais ajudam novos empreendedores a criarem negócios online do zero

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Desde a criação da marca até o desenvolvimento dos canais de vendas e expansão do faturamento, agências de branding e marketing digital fazem o trabalho pesado e entregam lojas virtuais prontas para empresários de primeira viagem

 

Não foi por acaso que o mercado de e-commerce caiu nas graças de quase 50 milhões de brasileiros em 2016 – salto de mais de 22% em relação ao ano anterior. Além da alta do empreendedorismo de oportunidade, motivado massivamente pela crise econômica, os caminhos para lucrar no universo digital estão menos tortuosos. Agências de marketing digital, acostumadas a encontrar os atalhos nesse ambiente, agora desenvolvem do zero marcas, negócios virtuais e ainda mostram o caminho do faturamento para empresários de primeira viagem.

Danilo Colombo, Chief Business Officer da Trespix Marketing Digital, pioneira em projetos de criação e desenvolvimento 360º para e-commerces no Brasil, define a importância dessa união de forças: “Por mais simpático e habilidoso que o vendedor convencional seja, replicar essas técnicas no ambiente digital é muito complicado. Por isso, a grande maioria dos e-commerces de sucesso teve um acompanhamento bem próximo da equipe de marketing digital”. E não precisa de muito para tirar o projeto do papel. O cliente necessita apenas saber que tipo de produto quer vender e, a partir daí, as equipes criativas desenvolvem o branding (nome, logotipo e identidade visual), o layout otimizado da loja virtual, buscam o público em redes sociais e em canais de vendas e ainda prestam consultoria para sugerir plataformas, serviços e ações para maximizar o faturamento.

O custo de um projeto completo parte de 3.000 reais, valor muito abaixo do que é necessário para se ter uma boa loja tradicional, como aluguel e reformas do espaço, e com a vantagem de ter os mecanismos de venda já em prática no momento da inauguração. É o caso do empreendedor Ezequiel Carvalho, proprietário da Que Bonita Cosméticos, loja virtual que vende produtos de beleza para profissionais de salões de cabeleireiro e para o varejo geral. Depois de quase oito anos vendendo seus produtos no sistema porta a porta, Carvalho fez sua estreia no mundo digital em setembro de 2016.

Para tirar a ideia do papel, Carvalho entregou para a Trespix apenas o nome que queria dar para a sua empresa. “A partir daí, o principal desafio da equipe foi construir uma marca que passasse credibilidade, apesar de ser nova, e fazer com que o layout da loja transmitisse essa ideia”, explica Fabiano Alves, Chief Marketing Officer da Trespix.

O resultado foi certeiro. Em seis meses de funcionamento, o faturamento do negócio aumentou mais de 300% e as vendas agora são feitas 99% online. “Extrapolei a barreira de trabalhar apenas com consumidores da minha região e hoje mando produtos para o Brasil todo e para França e Itália”, comemora Carvalho. Ele explica que também eliminou um custo massacrante do seu empreendimento com a migração para o digital. “Não preciso mais deixar produtos em consignação nos salões, que acabam sumindo e me deixando só com o prejuízo”, conta.

A parceria entre empreendedores e agências de marketing digital tornou mais amigável a experiência de comprar online, potencializando a capacidade de vendas desse mercado. Em 2016, as lojas virtuais movimentaram 44,4 bilhões de reais no Brasil, alta de 12% ante ao ano anterior. Em média, cada cliente gastou 417 reais por compra no ano passado, mas a expectativa é de que esse valor chegue a 452 reais em 2017, reforçando o panorama de crescimento constante desse mercado, que hoje representa tímidos 3,8% do mercado de varejo brasileiro. “Ainda tem muito a ser explorado e se o empresário investir em um bom guia, como as agências de marketing digital, pode nadar de braçada nesse crescimento acelerado”, afirma Douglas Iga, Chief Technology Officer da Trespix.

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Agência3 assina projeto digital sobre sustentabilidade para DOW

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Diálogos Mais Sustentáveis é uma plataforma de conteúdo criada pela Agência3 para DOW, empresa líder em ciência dos materiais, com o objetivo de discutir os desafios mais críticos que envolvem a sustentabilidade na América Latina e propor ações de impacto positivo. A ideia é que seja um espaço de compartilhamento de informações e de parceria com a sociedade para a construção de um mundo mais sustentável. A Dow oferece produtos e soluções de base científica para mercados importantes como embalagens, infraestrutura e cuidados do consumidor.

A agência fornecerá conteúdo digital para reforçar a comunicação com vários públicos e dar visibilidade ao projeto, reforçando o compromisso da marca com a sustentabilidade. Entre as metas da empresa estão a redução das emissões anuais de carbono até alcançar a neutralidade em 2050, investir em tecnologia para reciclagem de plásticos e até 2035 oferecer 100% de produtos reutilizáveis ou recicláveis nas aplicações de embalagens.

“A intenção é, por meio do nosso hub de conteúdo, abrir um espaço de conversa que amplie o conhecimento para reforçar as mudanças em nome da sustentabilidade”, diz Willian Rocha, Diretor de Conexões da Agência3.

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Estácio é o novo cliente da Raccoon

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A agência de marketing digital Raccoon assume a conta da Estácio, um dos maiores players de educação superior no Brasil, com uma enorme presença nacional. Entre outras ações, o escopo de trabalho da agência envolve gestão, performance (mídias pagas, web analytics e design) e criação de conteúdo digital (conteúdo, CRM, CRO, SEO e Front End). A parceria entre as empresas teve início em dezembro de 2020.

De acordo com André Palis, sócio-fundador da Raccoon, a conta da Estácio era um desejo antigo da empresa e um enorme desafio para a equipe. “Trata-se de um projeto bastante profundo. O segmento educacional é muito concorrido, os players do setor têm uma presença forte e intensa no ambiente online, de modo que o nível de trabalho tem que ser bem elevado”, afirma.

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Com estratégia Reamp e soluções para aplicativo do Google e Facebook, Movida transforma app em um dos principais geradores de negócios

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O uso de aplicativos para serviços automotivos apresenta grande crescimento no Brasil: segundo o eMarketer, até 2019, a popularidade desse serviço entre os donos de smartphones cresceu a uma taxa de 15% por ano, desde 2017. Foi percebendo essa oportunidade que a Reamp, adquirida pelo digital partner global Jellyfish em 2020, e a Movida Aluguel de Carros, locadora de veículos que oferece soluções inovadoras em mobilidade urbana para todo tipo de necessidade, criaram um projeto de otimização de aplicativo com tecnologia Google que transformou a performance nesse canal. O projeto contou, ainda, com o estudo direcionado sobre Aumento de Conversão do Facebook, com otimização da campanha também pela rede social.

O projeto, que ganhou ainda mais visibilidade com mudanças necessárias provocadas pela pandemia de COVID-19, começou com uma análise simples: a observação de que o site concentrava todas as conversões online, enquanto o app, que oferece praticidade e rápido acesso, gerava somente visitas, não conversões. “Era uma questão de centralizar a ciência de dados em mensuração e direcionamento de campanha. Com o aplicativo otimizado para compra, restava entender como engajar o usuário e apresentar para ele a oferta oportunamente”, contou Charles Sperandio, CMO da Movida.

A solução da Reamp foi simples: centralizar a mensuração no Analytics Firebase, do Google, e enviar, por lá, notificações via push de acordo com variantes como clima, audiência mais responsiva e geografia. “A ferramenta do Firebase, nesse contexto, acaba sendo essencial para a estratégia de crescimento, centralizando as informações sobre o app em um só lugar e permitindo uma mensuração mais precisa de desempenho, possibilitando ajustar estratégias em tempo real”, comenta Gustavo Galli, Gerente de Parcerias do Google.

A aferição do valor da otimização de social, feita em parceria com o Facebook, calculou o incremento das vendas – um método conhecido como Conversion Lift. Foi possível observar que, dentro das campanhas de social, a pesquisa foi fundamental e revelou tanto a importância da campanha na rede social (responsável pelo aumento do ROAS – Retorno Sobre o Investimento Publicitário – em mais de cinco vezes), quanto da sedimentação da mensagem pelo multicanal – contribuindo, também para as compras feitas dentro do aplicativo. Em resumo, a nova estratégia da Movida no Facebook, com uma estrutura de conta mais simples e ferramentas disponíveis no próprio aplicativo, aumentou o número de pessoas interessadas em seus serviços.

Para a empresa digital, o sucesso veio de uma convergência de fatores. “Foi importante a nossa percepção do aplicativo, mas também a estratégia de centralização, organização e ativação dos dados de usuário. No fim, o que conseguimos foi contextualizar o aplicativo dentro da jornada de compra e torná-lo relevante para o usuário no contexto dele, coordenando as táticas de App+Site. Quanto à estratégia de push, só no primeiro mês de disparos, o número de reservas aumentou 17% e o número de aberturas do app cresceu 48%. É uma média de aumento de 69% em aberturas do aplicativo e 20% em reservas a cada disparo. Pensando na estratégia geral, em apenas quatro meses, a participação de investimento nas campanhas de app aumentou de 5% para 44%, enquanto as reservas passaram de 9% para 59%.”, conclui Adones Duarte, da Reamp.

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