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Agências de Live Marketing podem excluir ISS da base do PIS e da COFINS

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Associadas AMPRO também podem reaver cobrança do imposto nos últimos 5 anos em São Paulo

As agências de Live Marketing de São Paulo acabam de ganhar o direito de excluir o ISS – Imposto Sobre Serviço da base de cálculo do PIS – Programa de Integração Social e da COFINS – Contribuição para Financiamento da Seguridade Social. O benefício foi anunciado pela AMPRO – Associação de Marketing Promocional, que vem pleiteando aprimoramentos tributários para as agências associadas dentro de um dos seus pilares de atuação, que é a busca pela regulamentação do setor.

De acordo com decisão liminar, os associados localizados na cidade de São Paulo poderão considerar, como base de cálculo do PIS e COFINS, o valor da receita bruta, diminuído o valor do ISS pago na atividade. Em outras palavras, caso a agência pague 5% de ISS, deverá, a cada R$ 100,00 de faturamento, considerar apenas R$ 95,00 para a base de cálculo das contribuições.

“Esse desconto gera uma grande economia do faturamento anual da agência tributada pelo lucro real”, afirma o consultor jurídico da AMPRO e sócio do FAS Advogados, Dr. Paulo Focaccia.

A ação também gera benefício tributário relevante para as empresas localizadas em São Paulo que estão sujeitas ao lucro presumido. “A decisão não impacta as empresas que estão no Simples Nacional. Pelo fato de o processo ter sido ajuizado pela AMPRO, caso seja de interesse do associado, a decisão já pode ser utilizada para aqueles localizados em São Paulo em relação aos recolhimentos futuros. Para tanto, orientamos que a apuração do PIS e da COFINS já seja realizada com o benefício tributário e as guias de recolhimento já sejam emitidas com o valor revisado aproveitando a liminar”, explica Focaccia.

A decisão liminar abrange, inicialmente, as agências do município paulista. “A AMPRO está avaliando a melhor estratégia para que alcance outras cidades do Brasil”, antecipa o presidente da entidade, Wilson Ferreira Jr.

Além da exclusão da cobrança do imposto, as beneficiadas poderão ainda recuperar os valores pagos a mais nos últimos 5 anos. “As agências que desejarem aproveitar o benefício para recuperar o crédito dos últimos 5 anos, deverão realizar procedimentos administrativos individualmente, para demonstrar os valores pagos a maior e requerer o valor exato de seu crédito”, orienta o advogado.

A Associação de Marketing Promocional é a única que desenvolve nacionalmente a teoria e a prática do setor de Live Marketing de forma ampla. Com sede em São Paulo, completa 26 anos em 2019 e possui cerca de 300 empresas associadas, com representação abrangente em todo o território nacional. www.ampro.com.br

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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