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5 benefícios ao fazer publicidade via Wi-Fi

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Hoje em dia, os smartphones estão nas mãos de quase todo mundo. Quando as pessoas entram em lojas ou chegam em restaurantes, logo procuram por Wi-Fi. Normalmente perguntam aos funcionários se existe e qual a senha.

Dificilmente alguém entrará em um estabelecimento que tenha Wi-Fi e não o usará, nem que seja apenas para olhar suas notificações das redes sociais. Entre o tempo de o usuário conectar-se no Wi-Fi e o tempo de confirmação da conexão, há um período crucial e uma ótima oportunidade para fazer publicidade, explica Alex M. Baptista, Country Manager Brasil na Harrenmedia.com (empresa de soluções de mídia digital).

O especialista ainda dá dicas e explica as cinco vantagens de fazer publicidade Wi-Fi que oferece benefícios as empresas, anunciantes e clientes.

1- Facilidade de alcançar clientes
Para exemplificar o primeiro benefício na publicidade por Wi-Fi, Imagine a seguinte situação:

Mariana tem uma empresa que fornece vinhos para restaurantes. É razoável supor que ela realiza publicidade nos mais variados restaurantes em busca de novos clientes para divulgar a qualidade e diferenciais de suas bebidas, estimulando que os clientes solicitem as bebidas nos locais aos quais fornece, ampliando assim seu raio de ação, principalmente em horário de pico.

Pensando que cerca de 90% dos clientes do restaurante possuem um smartphone e desses 70% pedem conexão, 100% desses 70% viram a publicidade antes de se conectar ao Wi-Fi. Falamos aqui apenas do período de até três horas, no almoço,  dentro de um estabelecimento de médio porte, a publicidade já alcançou a grande maioria que acessou a internet local. Imagine esses números em Rodoviárias, Linhas de Ônibus, Rede de Hotéis, Aeroportos…

2 – É difícil ignorar uma publicidade no celular
Diferentemente de um outdoor, uma publicidade no celular é difícil de ignorar. Um simples toque facilita a solicitação de um serviço ou entrada num site de alguma empresa para saber sobre um produto ou serviço. No exemplo da empresa de vinhos, dado acima, o usuário poderia clicar no anúncio e seguir para uma página onde ele pode fazer uma assinatura do “Clube de Vinhos” e receber periodicamente em sua casa uma caixa com seus vinhos prediletos, caso essa empresa de vinhos tenha esse tipo de serviço disponível. A facilidade e a praticidade fazem com que os anúncios nos smartphones não sejam ignorados tão facilmente.

Se a propaganda for ainda mais instigante e despertadora de curiosidade, ignorá-la torna-se mais difícil ainda. Por mais que o possível cliente não esteja tão interessado na publicidade, a mesma ainda estará introjetada em sua mente.

3 – Expansão rápida
Por expansão rápida queremos dizer que muitas pessoas utilizam o Wi-Fi de lugares próximos de onde estão. Às vezes é comum observar pessoas usando seu smartphone para acessar as redes de empresas com sinal aberto, pois geralmente usam rapidamente e se deslocam para outro lugar.

O ponto principal da publicidade via Wi-Fi é lidar com esse público. A probabilidade de engajar esse por meio das propagandas é grande.

As empresas de hoje já estão utilizando (e as pessoas sabem) essa tática, pois oferecem gratuitamente acesso à internet com rápida conexão por meio do check in via redes sociais, dando ao estabelecimento mais informações sobre seu público.

Quanto maior a quantidade de check-ins, maior o número de possíveis clientes que verão os anúncios e, portanto, maior serão os engajamentos

4 – Causa uma boa impressão
A publicidade por Wi-Fi não só é boa para a empresa que disponibiliza a conexão para o consumidor, como também para quem anuncia. A empresa que oferece o Wi-Fi gratuito ganha um ponto positivo com os clientes.

É de se pensar também que impactar as pessoas em um momento oportuno causa uma boa impressão em relação ao anunciante, nesse caso os vinhos da empresa da Mariana, divulgados em momento oportuno e lugar certo.

5 – Capacidade de incluir qualquer tipo de anúncio
Depois de conectar no Wi-Fi, o cliente precisará ver um anúncio para concluir sua conexão. Esses anúncios podem ser os mais diferentes possíveis: vídeos, imagens ou até mesmo notificações no celular do cliente (push notifications) . Tudo isso para que ele seja atraído ou, ao menos, saia do estabelecimento sabendo alguma novidade sobre a empresa. Com a quantidade de pessoas que citamos no início deste artigo, o alcance desses múltiplos anúncios pode ser inimaginável.

Em suma, existem cinco benefícios ao fazer publicidade e propagandas via Wi-Fi: facilidade de alcance, atração e captação de novos clientes. A presença publicitaria de alto impacto por este tipo de anúncio tratar-se de uma novidade. Por fim, destacamos que esse meio de publicidade embora novo desmonstra bastante aderência pelo público impactado quando analisados os números de visitas ao site do anunciante, preenchimento de formulários, compras e outras interações. Portanto, vale a pena utilizá-lo em suas campanhas publicitárias.

 

Sobre a Harenmedia
 Fundada em 2007, a Harrenmedia conta já com mais de 90 profissionais nos principais países da América Latina, além de Alemanha e Israel. É considerada, também, uma das principais empresas em mídia multiplataforma, incluindo mobile e vídeo, reforçando sempre o relacionamento com os principais anunciantes e agências do mercado mundial.

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Futuro da colaboração empresarial pode estar nos Ecossistemas

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Dizem que conhecimento compartilhado é conhecimento aumentado. Essa frase explica não só o porquê quero comentar sobre esse tema, mas também o sentido da existência dos chamados: Ecossistemas empresariais.

Apesar de já ser uma opção bastante desenvolvida no mercado, a definição de ecossistema – ou holdings, não é difundida como se deveria. Até mesmo para mim, era algo ainda nebuloso. Porém, conhecer o real significado do termo e, mais ainda, entender o tamanho do potencial que uma união deste tipo pode proporcionar, me faz ver quão importante é difundir essa possibilidade para outros empresários que, assim como eu, buscam o crescimento de seus negócios todos os dias.

Mas afinal, o que é um ecossistema?

Resumidamente, um ecossistema é uma união entre empresas de um mesmo setor ou com o mesmo propósito empresarial que proporcionam uma oferta de serviços e produtos aumentada, facilitada e com mais dinamismo para seus clientes e prospectos. Com outras palavras, são empresas que se unem para um mesmo fim: oferecer em um mesmo atendimento, uma gama de serviços muito mais ampla.

Não estamos falando de investimentos, fusões etc. Isso pode gerar confusões. Como um ecossistema biológico, as empresas continuam operando em sua individualidade e especializadas em suas atividades, mas possuem essa interconexão e sinergia para aumentar a visão holística do setor em que operam. Um fornecedor único com capacidade de várias empresas juntas.

Como surgiram os ecossistemas de negócios?

A origem está na China, uma das economias que mais cresce no mundo. O país vem obtendo dados impressionantes desde sua entrada na Organização Mundial do Comércio, há 16 anos, saindo da sexta colocação entre os maiores PIBs do mundo, para chegar à segunda em 2018.

A intensa competividade chinesa e seu ritmo acelerado obrigou as empresas a buscarem por inovações, adaptabilidade e agilidade. Por isso, nada mais evidente que estar ali a fonte desse novo modelo de negócio.

A chinesa Alibaba é um desses grandes ecossistemas mundiais. O conhecido marketplace AliExpress é uma das empresas que formam parte dessa união, por exemplo. Fundado em 1999 com foco no comércio online, hoje, o Alibaba é considerado como pioneiro e um dos ecossistemas mais conhecidos e exitosos, globalmente.

Inquestionavelmente, este modelo tem dominado o mercado chinês nos últimos anos e pode ser um dos responsáveis por criar uma base sólida para o crescimento exponencial de inúmeras empresas interligadas por estes ecossistemas.

Para nós, do outro lado do planeta, este é um grande benefício, pois nos permite trabalhar em inovações com mais segurança sobre sua efetividade. Além de apresentar o que comumente chamamos de “caminho das pedras”.

E quais são as vantagens?

Resumidamente, para clientes e prospectos o ganho está na praticidade e segurança, já que com um mesmo fornecedor ou em uma mesma página online, ele consegue obter tudo que buscava.

Já para as empresas, significa ganhar aliados e uma troca permanente de expertise. São mentes brilhantes que estão sempre dispostas a trazer novidades e inovação para o setor em que atuam. Em um mundo que nos exige, diariamente, flexibilidade, colaboração e adaptação, um ecossistema pode representar um futuro promissor e uma visão exponencial do mercado.

E você? Está preparado para um futuro colaborativo por meio de Ecossistemas empresariais?

 

Pedro Luís Torrano é sócio-diretor da Triart 

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Nosso melhor e nosso pior, tudo reunido nessa retomada

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Nosso melhor e nosso pior, tudo reunido nessa retomada

Provocados pelas ações de relaxamento dos protocolos promovidos pelo Governo do Estado, percebemos uma aceleração e alta da demanda para o retorno dos eventos físicos. Tanto é verdade, que praticamente já não existem mais espaços vagos para festas de confraternização de empresas aqui na cidade de São Paulo. Por isso, este é um bom momento para lembrar de nossas reflexões e expectativas sobre essa volta aos tempos de liberdade e negócios presenciais.

Muita coisa mudou desde fevereiro de 2020, quando todo esse pesadelo começou. Tivemos que enfrentar e conviver com mudanças não programadas e, mesmo num cenário de caos, conseguimos rever alguns rumos e implementar mudanças que nós mesmos lideramos. Algumas agências morreram, algumas ainda estão penando para superar a crise, e outras tantas sobreviveram. Agora, chegou a hora de mostrar o quanto nós, os seres humanos responsáveis por elas, conseguimos aprender e promover melhorias para o período de retomada.

Para este retorno, temos à disposição nossa melhor e nossa pior parte. Temos a oportunidade de, novamente, escolher as armas do jogo. Mas, infelizmente, temos observado que os comportamentos predatórios, provocados por nossa pior parte, têm prevalecido e têm sido usados com muita força por clientes e agências.

Observamos as áreas de compras dos clientes pressionando cada vez mais por preços impraticáveis e longos prazos de pagamento. Clientes sem a mínima empatia pela indústria de eventos, que ainda sofre os efeitos da crise. Percebemos também empresários e agências endividadas aceitando qualquer condição para voltar ao jogo, assim como processos de concorrência sendo depreciados pelas próprias agências.

No espírito de sobreviver, estamos encarando nossos concorrentes como inimigos – prontos para a “olimpíada do mata-mata”. Não conseguimos entender que, quando eliminamos e perdemos nossos pares, perdemos nossa comunidade, também como seres humanos, e consequentemente como empresas, ficamos mais isolados e frágeis. É preciso combater a desigualdade e não o nosso adversário ou concorrente.

Pelo que parece, voltaremos a agir no velho modus operandi, em que o que importa é sobreviver, e não construir negócios saudáveis para as pessoas e empresas. Observamos que, mesmo com a consciência adquirida no caos, optamos por permanecer doentes, continuando a dizer sim para o que não acreditamos, e não para o que de fato gostaríamos que acontecesse. Optamos por continuar correndo atrás do rabo.

Isso explica o fato de sofrermos esta grande epidemia de ansiedade e depressão. Já éramos os campeões mundiais de consumo de antidepressivos, ansiolíticos e remédios para dormir; agora, estamos perdendo de vez a imagem de um povo alegre, feliz e guerreiro.

O fato é: por que agimos de determinada maneira contra os valores que acreditamos? Como seres humanos, somos capazes de atos tão magníficos e transformadores, mas também de tantas atrocidades contra o nosso próprio mercado. Como garantir que as escolhas estejam alinhadas com nossas crenças?

A neurociência alerta que agimos assim, de forma a sabotar nossas vontades, não por sermos fracos ou impotentes, mas por nos sentirmos desta forma. É o nosso sentimento de fraqueza que impede a transformação. E isso acontece porque vivemos em bolhas limitadas e viciadas. Nelas, somos lembrados constantemente do “nosso pior”.

Por sorte, a neurociência também nos mostra que podemos melhorar isso, nos cercando de diferentes pessoas. Quando nos abrimos para a diversidade, ampliamos as possibilidades de ouvir e perceber diferentes visões sobre nossas potências. Assim, damos chance para que o “nosso melhor” também apareça.

Existem algumas transformações que talvez sejam inatingíveis, mas muitas vezes uma mudança parcial pode representar a solução. Quando falamos de mudança, é preciso lembrar que 50% de nossas escolhas são baseadas em nossa essência. É um processo biológico, é o jeito que nós somos. Mas a outra metade desse processo se dá pelo aprendizado e pelo ambiente em que vivemos.

Precisamos acreditar nas mudanças que almejamos e, sempre que possível, escolher ambientes propícios às nossas crenças. Por isso, quando estiver conversando com alguém que tenha um ponto de vista completamente contrário ao seu, não tente negar tudo e colocar essa pessoa em uma bolha ignorável. Procure entender o outro lado da história, do contexto, e aproveite, pois encarar e aprender com aquilo que não sabemos é muito mais vantajoso do que reforçar aquilo que já sabemos.

Para manter-se aberto ao aprendizado, as certezas são mais prejudiciais do que as dúvidas. E é importante lembrar disso, pois desacordos acontecem a todo momento. Nem sempre o outro é o problema, nós também somos.

Ronaldo Ferreira Júnior é conselheiro da Ampro – Associação das Agências de Live Marketing, CEO da um.a #diversidadeCriativa.

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