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2a1 Cenografia apresenta o “Nickelodeon Slime” para as férias do Shopping Eldorado

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Uma verdadeira fábrica de slime, com diversas atrações, é a proposta do espaço exclusivo e que estará disponível todos os dias, de 04 a 28 de julho

Criar slimes é uma das brincadeiras preferidas das crianças no momento e para agradar o público de 05 a 12 anos de idade, a 2 a 1 Cenografia – referência nacional no desenvolvimento de produções interativas, desenvolveu o Slime Nickelodeon, para as férias do Shopping Eldorado.

Trata-se de um espaço exclusivo que simula uma verdadeira fábrica, onde as crianças e fãs do canal poderão criar suas próprias slimes e no final da atração se divertir em uma piscina de bolinhas gigante. O Slime Nickelodeon estará disponível de 04 a 28 de julho, todos os dias, das 12h às 20h. Inscrições pelo aplicativo do shopping.

“Essa área foi desenvolvida por nossa equipe de criação, que pensa sempre em todos os detalhes de criatividade, inovação e segurança. Ela reúne as grandes paixões da criançada atualmente, que são a brincadeira de slime e as atrações do canal Nickelodeon. Certamente será um sucesso para o shopping e uma experiência única para o público”, destaca Danielle Paulino, diretora comercial da 2 a 1 Cenografia.

Entre as atividades disponíveis no espaço, destaque também para a atividade de brincar de fazer a fábrica funcionar, clicando em botões e mexendo em alavancas, e a área para a criança customizar a latinha onde ela guardará sua slime.

Entretenimento em shoppings

A 2a1 Cenografia, que há 20 anos é referência nacional no desenvolvimento de produções interativas e detém as licenças exclusivas das maiores corporações do mundo, como Dreamworks, Maurício de Sousa Produções, Play-Doh e Nickelodeon, vê crescer a demanda por projetos na área de entretenimento.

Nos últimos dez anos tem aumentado a demanda por projetos de cenografia em shoppings e centros de compras em períodos como as férias de julho. Em 2019, por exemplo, a empresa soma 42 projetos de licenciados como Turma da Mônica, Patrulha Canina, Bob Esponja e Madagascar.

“Começamos com quatro licenças. O aumento do número de shoppings em todo o país faz crescer a disputa pela atenção do público consumidor, e o entretenimento e os espaços de lazer tornam-se receitas certas para isso. Os shoppings costumam registrar um aumento de cerca de até 15% no fluxo de pessoas e vendas quando oferece atrações diferenciadas ao público”, explica Daniele Paulino.

“De olho nesse incremento, nossos clientes passaram a solicitar projetos para oficinas e áreas de recreação não só no período de final de ano, como também nos meses de junho e julho, com objetivo de promover maior interesse e engajamento do público com as atrações infantis”, completa

Com essa proposta, a 2a1 Cenografia apresenta um calendário de eventos temáticos em todo o Brasil. “Começamos em junho com as instalações dos projetos que se estenderão também no mês das férias escolares. Além do Shopping Eldorado, em São Paulo, estamos com atrações no Super Shopping Osasco, Shopping Campo Limpo, Shopping Santa Cruz, entre outros”, completa Caio Paulino, diretor de Marketing da 2a1 Cenografia.

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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